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March 05 2010

senacjordigi2010
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Os dez mandamentos do SEO

Assim como naquele seu barzinho preferido, a web tem muito daquela história de ver e ser visto. E como você já sabe, popularidade tem mais a ver com estratégia do que grana. No caso do mundo dos negócios digitais, estratégias de SEO (Search Engine Optimization), que se não garantem o primeiro lugar nas páginas do Google, tornam muito mais fácil alguém encontrar a sua empresa mundo afora. Pensando nisso, pedimos algumas dicas para Rodrigo Manzanares, diretor de criação da Geneo Interactive e especialista em SEO, para tornar a sua marca Google-friendly.

1. Utilize palavras relevantes
Se coloque no lugar de quem irá buscar algum produto ou serviço e tente imaginar quais palavras-chave utilizadas. Todo site é formado por códigos, letras e números. Ali existe um espaço reservado para inserir uma descrição, além de palavras-chave que servem como guia de cadastro para o Google: as Meta Tags. Também é interessante inserir palavras importantes em locais estratégicos, como títulos e subtítulos.

2. Preste atenção no código
O código HTML de cada site precisa ter significado para o Google. E isso é feito através de tags específicas, em subtítulos, citações, endereço e etc… Vale a pena também acompanhar os Web Standards na construção do site, o que além de beneficiar o SEO, torna as eventuais alterações no site muito mais simples.

3. Contextualize os hiperlinks
Utilize bem as palavras hiperlinkadas. Portanto, evite o “saiba mais” ou “clique aqui”. Curiosidade: Se você buscar por “clique aqui” verá que um dos primeiros resultados é do Adobe Reader.

4. Crie um mapa do site
Outra boa dica é criar um arquivo com o nome de sitemap.xml, que servirá de guia para o Google. Ele contém as informações de quais páginas devem ou não serem cadastradas e qual a relevância delas. O XML Sitemaps é uma ótima ferramenta para isso.

5.Estabeleça parcerias
Cada link que outros sites fazem para o seu servem como votos para o Google. Quem tem mais votos, aparece primeiro. Sendo assim, tente angariar o máximo de votos possíveis. Uma boa forma é filiar-se a diretórios e associações, ou estabelecer parcerias de troca de links para indicar o seu site.

6.Seja interativo
Pode ser um canal no qual os usuários possam ler, redirecionar e comentar notícias. Quanto mais disseminado você estiver na rede, mais relevância ganha. Empresas engajadas aparecem mais nas redes sociais.

7.Escolha um bom nome
Se por um lado, um domínio curto é mais fácil de se lembrar, por outro, é menos relevante para o Google. Teoricamente, o www.passagensaereas.com.br teria mais relevância do que www.tam.com.br, por exemplo. Pode-se até criar mais de um domínios para o mesmo site, como: www.tam.com.br, www.passagensaereas.com.br e www.tampassagensaereas.com.br.

8. Tenha uma URL amigável
Obviamente, quanto mais amigável melhor. O nome “sobreaempresa.html” tem mais relevância que “9388273hdjjs.html”. Atualmente, é bastante comum, utilizar-se do título da notícia como nome do arquivo.  Exemplo: http://resultson.com.br/destaques/novidades-no-site/

9. Tenha paciência
O tempo de existência também conta pontos. Mas essa é uma variável que não dá para manipular.

10. Respeite o sistema
O Google não gosta de burlas no sistema. Nunca inclua textos e links escondidos, nem peça referências desnecessárias para seus amigos e parceiros. Seria como buscar pela palavra “desodorante” e aparecer em primeiro lugar o site da Results :)



http://resultson.com.br/destaques/os-dez-mandamentos-de-seo/
Tags: SEO

March 02 2010

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1/4 dos americanos lêem notícias na web através de dispositivos móveis

Segundo pesquisa divulgada ontem (dia 1o de março), cerca de 26% dos norte-americanos lêem notícias em seus celulares, Blackberries e outros dispositivos móveis. O estudo, intitulado 'Understanding the Participatory News Consumer', destaca ainda que 46% dos adeptos da mobilidade na leitura de notícias sao bastante engajados - usam o Twitter, publicam links em blogs ou redes sociais e comentam as histórias que lêem na web. Notícia do Editors Weblog.
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Infographic of the Day: The State of the Internet

February 26 2010

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Eu me matando pra montar a aula e ela prontinha aqui:

SEO é essencial para jornalistas e redatores

24 de fevereiro de 2010, 21:01

Fazer bons títulos hoje significa usar bem as palavras-chave e ser destacado pelos buscadores. Fique atento também para o efeito cauda longa, conheça novas ferramentes e valorize press releases.

Por Marcio Okabe

SEO (search engine optimization) é um conjunto de estratégias que visam melhorar o posicionamento do site nos resultados de busca, principalmente do Google.

Atualmente, é uma das áreas em maior crescimento no mercado do marketing digital – afinal quem não quer aparecer na primeira página do Google?

Porém, muitas pessoas relacionam o SEO à questão técnica e acham que basta um especialista para otimizar o site, para que em seguida ele comece a aparecer na primeira página de resultados de busca do Google.

Mas na verdade o conteúdo é a matéria-prima essencial para o trabalho de SEO.

O conteúdo é o rei, pois quando as pessoas realizam buscas elas não procuram empresas – elas procuram conteúdo relevante para atender algum desejo naquele momento. Os jornalistas são profissionais que têm muito a ganhar (ou a perder), pois o mercado está valorizando a cada dia quem tem conhecimentos em SEO.

A importância do SEO para o jornalista

SEO é a sigla de Search Engine Optimization, quer dizer otimização de sites. Basicamente são técnicas que tornam um site mais fácil de ser encontrado nos sites de busca, essencialmente o Google.

Estatísticas mostram que ao realizar uma pesquisa no Google, 60% das pessoas clicam nos três primeiros resultados e 80% não vão para segunda página de resultados.

O resultado final do trabalho do jornalista é a matéria publicada no site, correto? Do ponto de vista do SEO, o resultado final do trabalho do jornalista é sua matéria encontrada no Google e outros buscadores.

O ponto de partida para compreender a importância do SEO são as palavras-chave digitadas pelos usuários no momento da busca. Nos grandes eventos, como terremoto Haiti, morte de Michael Jackson ou Arruda, sabemos que conteúdos com estes termos aparecem no Google News na primeira posição.

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Ou seja, aparecer nas buscas é fundamental para o jornalista se destacar na internet. A propósito, a matéria acima está no blog do Noblat.

SEO exige conhecimentos técnicos?

Sim, mas isso é responsabilidade dos desenvolvedores web que devem saber as boas práticas da programação com foco em SEO. Alguns fatores fundamentais para o Google classificar os sites são:

  • TITLE. É o título da página entre as tags. São apresentados como títulos dos resultados de busca no Google.
  • URL. É o endereço da página e deve ser amigável, ou seja, ao ler a URL temos que conseguir identificar o assunto que iremos ler na página.
  • Domínio. É muito comum você pesquisar uma determinada palavra-chave no Google e o primeiro site ter o domínio exatamente igual à palavra pesquisada. O domínio também é um fator de importância muito alta para o SEO.

Uma dica muito simples de identificar como o Google “enxerga” um determinado site: digite “site:seusite.com.br” no Google. Os resultados irão apresentar apenas as páginas indexadas do seusite.com.br.

Note que pesquisando “site:tecnisa.com.br” temos mais de 66 mil páginas indexadas.

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Como escrever pensando em SEO

Escrever com o foco nas palavras que as pessoas buscam pode parecer um sacrilégio para um jornalista tradicional, porém é preciso olhar com uma nova perspectiva se quisermos quebrar paradigmas e usufruir do potencial de usar as buscas a nosso favor.

Pense no seguinte cenário: será lançado um site, cujo público alvo seriam mulheres que desejam emagrecer.

Como definir a linha editorial do site? Não sou jornalista, portanto irei pular esta parte e irei para uma pergunta mais específica:

Qual a palavra mais pesquisada: dieta ou emagrecimento?

Saber a resposta para esta pergunta é fundamental para alinhar a linha editorial com os desejos de busca das pessoas.

A imagem abaixo foi gerada na ferramenta de palavras-chave que permite analisar o volume de buscas das palavras. As palavras dietas e dieta somam 547 mil buscas/mês, enquanto emagrecimento tem “apenas” 22,2 mil buscas/mês.

Isso significa que o site que estiver em primeiro lugar nos resultados orgânicos (gratuitos) terá 547 mil possibilidades de ser clicado! O site da Boa Forma, da Abril, está em primeiro para as palavras dieta e dietas.

keyword-tool-tipos-de-dietas

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Cauda longa de conteúdo como sugestão de linha editorial

Percebe-se claramente um comportamento de busca de tipos de dietas: dieta dos pontos, dieta da sopa, dieta atkins, etc.

Ao colocar estas palavras em um gráfico do Excel, temos uma distribuição do tipo “cauda longa” na qual podemos notar que existem nichos de busca para cada tipo de dieta.

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cauda-longa-dieta

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Se você pesquisar no Google, irá notar que para cada tipo de dieta os resultados mudam radicalmente. Pelo conceito da cauda longa, a estratégia será tentar ficar nas primeiras posições para as dezenas de palavras-chave da cauda longa (dieta dos pontos – 90,5 mil, dieta da sopa – 33,1 mil e dieta atkins – 22,2 mil, etc.).

Como escrever para cauda longa

1. Seja simples. Crie artigos com títulos iguais ou muito próximos das palavras-chave. Não enfeite com floreios (como “Para quem gosta de sopa, a dieta ideal”), pois isso prejudica muito o objetivo de conquistar as primeiras posíções. Portanto, o título deve ser Dieta da sopa.

2. Crie artigos com combinações das palavras-chave. “Qual a melhor dieta: dieta dos Pontos ou dieta da Sopa?”, “5 dietas para emagrecer rápido”, etc.

A cauda longa é apenas uma forma de compreender o comportamento de busca das pessoas, pois nos mostra claramente o grau de interesse em torno de um tema. Ignorar estes números é fechar os olhos para novos horizontes para o jornalismo, pois a verdade é que o valor está cada vez mais no conteúdo relevante e não na força dos grandes portais.

Redes sociais e SEO

O Google utiliza links como votos para classificar os sites, portanto conquistar links em sites relacionados é fundamental para ganhar relevância para o Google.

As redes sociais são uma forma de multiplicar a divulgação do site de forma natural e viral, e a consequência é que as pessoas criam links em seus sites apontando para artigos específicos.

Algumas redes sociais são bem indexadas pelo Google, como WordPress.com, Slideshare.net e Youtube.com. Portanto, é fundamental analisar como gerar conteúdo em diferentes formatos que possam ser publicados nas redes sociais.

redes-sociais-visao-geral

O tradicional press-release deveria ser repaginado para as novas tendências da internet. Afinal, se os sites mesclam vídeos, aúdios, fotos e apresentações, por que os press-releases continuam a ser enviados nos formatos tradicionais?

  • Youtube e outros sites de vídeos. Seu cliente possui um produto/serviço onde um vídeo seria o formato ideal para explicar o conceito ou a maneira de usar? Publicar vídeos e recomendá-los para os veículos aumentará a chance do seu cliente ter sua marca promovida dentro de portais.
  • Fotos no Flickr. O Flickr é um dos sites de fotos mais populares, pois é possível compartilhar, comentar e salvar fotos como favoritas. Ele é muito mais do que apenas um repositório de fotos. Usando tags em eventos é possível criar álbuns colaborativos com as fotos de vários usuários. Vejam as fotos do Joomla! Day Brasil 2009, no qual a pessoas publicaram fotos com a tag “JDBR09″ e o resultado é um álbum colaborativo com mais de 100 fotos.
  • Slideshare. Apresentações corporativas: o Slideshare é o maior portal de apresentações corporativas da internet. Alguns produtos/serviços são melhor apresentados no formato de apresentação corporativa e, além disso, é muito comum encontrar apresentações do Slideshare quando realizamos buscas no Google.
  • Twitter. A grande sensação do momento é o Twitter que se popularizou de uma forma muito veloz e já faz parte do dia-a-dia de muitas pessoas. Como as pessoas seguem pessoas ou empresas de acordo com o tema de interesse, é natural pensar que o trabalho de assessoria de imprensa pode ser a gestão do Twitter do cliente.

Ferramentas de SEO para jornalistas

Existem ferramentas disponíveis gratuitamente para facilitar o trabalho de SEO com foco em conteúdo.

  • Ferramenta de Palavras-Chave (Keyword Tool). Esta ferramenta é gratuita e está disponível no endereço
    https://adwords.google.com/select/KeywordToolExternal
    Ela mostra os volumes de busca de palavras no Google.
  • Google Insights for Search. Permite comparar as tendências de busca de até 5 palavras-chave. http://www.google.com/insights/search

Podemos entender os picos de busca de determinadas palavras-chave gerados por eventos específicos, como morte (Michael Jackson), sucesso repentino (Susan Boyle) ou fama (Ivete Sangalo).

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Conclusão

Existe um universo de possibilidades para SEO e jornalismo, porém cabe ao profissional de jornalismo procurar realmente criar conteúdo de maneira criativa e inovadora e ter, ao mesmo tempo, como um dos objetivos ser encontrado pelos buscadores. [Webinsider]

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Váários links reunidos sobre Freemium e Cauda Longa - Eny e Leticia

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Artigo no blog Clicio debate o novo mercado da fotografia com base no conceito da cauda longa

Relaciona a venda de fotos em bancos de imagens à venda de aplicativos da Apple Store.
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Video promocional do livro "Cauda Longa' de Chris Anderson veinculado no Reino Unido (legendado) -  contrib. do Silvio

February 25 2010

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Chris Anderson fala sobre 'A Cauda Longa' em palestra (legendado) - Do Silvio

February 22 2010

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SEO (otimização de sites) para vender mais e conquistar a cauda longa - contribuição da Elisangela

Original em http://gehspace.com/meusitenaprimeirapaginadogoogle/2009/03/19/seo-otimizacao-de-sites-para-vender-mais-e-conquistar-a-cauda-longa/

A ilusão do dinheiro fácil via SEO (otimização de sites)

Tenho recebido muitos contatos via e-mail, MSN e Skype de pessoas precisando de serviços de otimização de sites. Entretanto, muitas dessas pessoas têm uma percepção equivocada de qual é o objetivo do serviço. Basicamente elas acham que aparecer em primeiro lugar na primeira página do Google para uma única expressão de busca altamente competitiva será suficiente para realizar todos os seus objetivos de negócios… E separam 500 reais para atingir esse objetivo. Isso quando não acreditam que uma simples dica via MSN será suficiente para aprender o “macete” para ganhar milhões na internet.

SEO (otimização de sites) para a cauda longa na prática. fonte: google analytics

SEO (otimização de sites) para a cauda longa na prática. Fonte: Google Analytics

Esse é um erro, infelizmente, muito comum. Para começar, se eu tivesse uma dica para você ganhar milhões na internet, eu a venderia por no mínimo 1 milhão de reais, não a daria via MSN nem em uma postagem deste blog. Ninguém faz isso e a prudência manda tomar muito cuidado com quem diz que tem a chave do sucesso e se oferece para vendê-la a você por uma ninharia.

Se esse é o seu perfil, seu sonho, seu objetivo, seu lugar não é aqui. Há milhares de sites prometendo métodos para ganhar milhões via “piloto automático”, fique à vontade para escolher um e depois me conte se você conseguiu ficar rico com um deles.

SEO (otimização de sites) é um compromisso a longo prazo

Em segundo lugar, tudo o que você faz via SEO (otimização de sites) é diretamente influenciado pelo que seus concorrentes fizeram antes de você. Se você quer a primeira página do Google para uma expressão de busca altamente competitiva, especialmente se os sites de seus concorrentes já estiverem fortemente otimizados, esteja pronto para esperar vários meses até conseguir chegar à primeira página… Se conseguir. E esteja pronto para investir também muitos milhares de reais para chegar até lá durante todo esse tempo.

Somente 20% das visitas chegam através da palavra-chave principal fonte: google analytics

Somente 20% das visitas chegam através da palavra-chave principal Fonte: Google Analytics

A grande decepção, porém, ocorre quando você finalmente conquista a primeira página do Google para essa palavra-chave que você considerava um “filé mignon”, apenas para descobrir que (1) a audiência do seu site não subiu tanto quanto você esperava e (2) as vendas através do seu site simplesmente não aumentaram ou aumentaram muito pouco face ao dinheiro e ao tempo que você gastou para atingir o objetivo.

Mas eu gastei uma fortuna na otimização de meu site para que ele vendesse mais!

Infelizmente, o máximo que o SEO (otimização de sites) pode fazer é aumentar a visibilidade do seu site. Aparecer na primeira página do Google para uma palavra-chave não é garantia de vendas!
Veja bem: o título e a descrição da sua página que aparece no Google são realmente vendedores ou não passam de uma simples coleção de palavras-chaves? Os textos e imagens de sua página ajudam a vender seu produto? Sua empresa é conhecida e tem credibilidade no mercado ou toda a sua estratégia de marketing se baseia na esperança de aparecer no Google? Seu site funciona bem em todos os navegadores? Sua loja virtual é segura, funciona bem, é fácil de usar e aceita todas as opções de pagamento?

O SEO (otimização de sites) é uma ferramenta de marketing, não o próprio marketing.

O que vai fazer você vender mais ou menos através de seu site é o conjunto de suas ações de marketing. Se você tem uma marca forte e seu site está completamente otimizado para vendas, os bons posicionamentos no Google vão ajudar no crescimento de suas vendas, caso contrário, o resultado pode ser decepcionante.

Por outro lado, se você tem um site otimizado para vender, você precisa de um grande número de visitas qualificadas, não de um único ranking para uma única palavra-chave no Google, seja qual for essa palavra. Portanto…

Resultados obtidos por nosso cliente após otimizar o site para a cauda longa - fonte: google analytics

Resultados obtidos por nosso cliente após otimizar o site para a cauda longa - Fonte: Google Analytics

Você precisa otimizar seu site para grande número de palavras-chaves – a “cauda longa”

As pessoas fazem pesquisas no Google de mil formas diferentes, ao contrário do que sugere a ferramenta de palavras-chaves do Google AdWords. Mergulhando nos logs que registram a audiência de seu site, você verá que as pessoas pesquisam no Google usando frases completas, perguntas, erros de ortografia e declarações aparentemente sem sentido. Ninguém pensa em “otimizar o site” para todas essas variantes e combinações de palavras-chaves que a pessoas usam na vida real, mas elas podem facilmente representar 60 a 80% das visitas ao seu site através dos buscadores.

Essas palavras isoladas que, em conjunto, tem o potencial de trazer a maior parte das visitas a um site compõem a chamada “cauda longa” (long tail), uma imensa oportunidade de marketing que a otimização de seu site para uma palavra-chave isolada deixa de aproveitar.

Otimização para a cauda longa não é trabalho fácil que você pode comprar “baratinho”

O ponto que quero enfatizar é que um site otimizado para vendas tem potencial muito maior de aproveitar toda a cauda longa. Por isso, uma política de SEO (otimização de sites) que busque obsessivamente o ranking apenas para uma palavra-chave significa na prática um imenso desperdício de recursos e esforços.

De fato, um programa inteligente de SEO (otimização de sites) buscará atingir objetivos de palavras-chaves em etapas. Primeiro serão conquistadas palavras da cauda longa, com menor número de competidores mas com bom potencial para gerar vendas imediatamente, enquanto as palavras mais fortes vão sendo conquistadas ao longo do tempo, no próprio desenrolar dos trabalhos.

Evidentemente, esse não é um trabalho rápido e fácil, que você pode comprar “baratinho” ou aprender “pegando uma dica” em papo rápido via MSN ou Skype. O resultado que você pode ver nos gráficos apresentados ao longo deste artigo foram conquistados pelos nossos clientes após meses de trabalho de SEO (otimização de sites) e continuam exigindo esforço contínuo de manutenção de expansão, com resultados que se refletem diretamente sobre as vendas dessas empresas.

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Grátis, pero no mucho - Contribuição da Letícia, sobre freemium

http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0950/tecnologia/gratis-pero-mucho-492846.html

A nova onda na internet é o modelo freemium. A maioria desfruta os serviços de graça -- e alguns poucos pagam a conta

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Feirante que se preze sabe que oferecer pedaços das frutas da banca conquista os clientes. Funciona na feira -- e na web também. Cada vez mais empresas de software e mídia oferecem versões gratuitas de seus produtos e serviços na internet. O modelo de negócios é conhecido como freemium, mistura das palavras inglesas free e premium. A lógica é parecida com a dos vendedores de frutas, mas vai um pouco mais longe: no mundo online, dá para comer uma melancia inteira, ou várias, sem pagar um tostão. Basta que um pequeno número de clientes decida pagar pela melancia sem caroço -- um produto premium -- e que cubra os custos de todas as frutas distribuídas gratuitamente. É assim que funciona o Flickr, do Yahoo!, um dos maiores serviços de hospedagem de fotografias do mundo. Quer guardar suas recordações no site e dividi-las com o mundo todo? Sem problema. O serviço será grátis para sempre, diz o Flickr. Mas existem alguns limites para o tamanho dos arquivos, para o número de uploads por mês e para sua participação em grupos temáticos. Os usuários que não pagam nada também verão anúncios publicitários em sua navegação pelo site. Mas todos esses limites desaparecem para quem paga 24,95 dólares por ano, ou pouco mais de 2 dólares por mês. Embora o número de pagantes não seja divulgado pelo Yahoo!, se 1% dos 40 milhões de cadastrados do Flickr optasse pelo serviço premium, a receita anual seria de quase 10 milhões de dólares, sem contar a publicidade.

Como muitas empresas de serviços e mídia estão descobrindo de forma dolorosa, o consumidor se acostumou a ter tudo de graça na internet. Alguns apontam para os excessos da época da bolha, no começo desta década, quando sobrava dinheiro e faltavam modelos de negócios sustentáveis. Outros dizem que o problema foi optar pela audiência a qualquer custo -- deixando os sistemas de cobrança eternamente em segundo plano. Mas encontrar os culpados não vai resolver o problema de ninguém. O fato é que as empresas que hoje distribuem produtos ou serviços de graça na rede estão em busca de fontes de receita além da publicidade -- e o modelo freemium é um dos mais atraentes. Um dos maiores defensores da ideia é o magnata da mídia Rupert Murdoch, dono do Wall Street Journal e da rede Fox. Depois de ver seu grupo News Corp. anunciar resultados financeiros ruins (prejuízo de 3,4 bilhões de dólares no último ano fiscal), Murdoch afirmou que vai começar a cobrar pelo acesso ao conteúdo produzido pelos profissionais de suas empresas.

"Se formos bem-sucedidos, seremos seguidos por todas as outras empresas de mídia", disse Murdoch no início do mês. Ele previu "receitas significativas" com a iniciativa, mas não deu maiores detalhes de como vai colocar em prática seu ousado plano. A expectativa, porém, é que o modelo seja muito parecido com o sistema freemium do Wall Street Journal. O diário, um dos jornais de maior prestígio do mundo, oferece algumas reportagens de graça na web, mas cobra de quem quiser ler todo o conteúdo online. Hoje, mais de 1 milhão de pessoas pagam para ler o WSJ na web. Mas a repetição da experiência não será uma tarefa simples. "O difícil é mudar de um modelo gratuito para um pago", diz Sunil Gupta, professor de administração da Universidade Harvard. Em Free -- Grátis, o Futuro dos Preços, o jornalista Chris Anderson sugere que o segredo é cobrar por apenas uma parcela pequena do conteúdo -- ou dos recursos, no caso de serviços como o Flickr. No mundo dos átomos, escreve Anderson, as amostras grátis são apenas isso: amostras. O motivo é o custo de produzir e distribuir os brindes, por mais simples que sejam. "No mundo digital, o inverso é verdade. Para cada usuário que pague pela versão premium, 19 outros podem desfrutar a versão gratuita." Isso é possível, argumenta Anderson, porque os custos básicos da computação -- servidores, armazenamento e banda -- caem de forma vertiginosa.

Não são apenas os consumidores finais os beneficiados pelo enorme interesse em tudo o que é freemium. Empresas que produzem software corporativo também estão experimentando com ofertas mistas. A Intuit, empresa que produz programas de contabilidade, oferece uma versão gratuita a companhias que queiram emitir faturas e acompanhar a movimentação de até 20 clientes. Até mesmo a Microsoft, empresa conhecida por tudo, menos por oferecer software de graça, criou uma versão gratuita do BizSpark, um programa de auxílio para companhias iniciantes que atuam em desenvolvimento de software. Startups com faturamento de até 1 milhão de dólares por ano podem usar uma série de produtos da Microsoft gratuitamente -- a ideia é passar a cobrar somente depois que essas companhias deixem a infância e possam pagar pelo que utilizam.

A questão é que nem todos os modelos de negócios da web podem se sustentar com uma oferta freemium. Um dos desafios mais importantes é conseguir grande escala. Mesmo com a queda nos custos de manutenção de uma operação online, somente uma pequena parcela de usuários vai contribuir com as receitas -- e, portanto, a base total precisa ser grande. "A maioria das empresas vê taxas de conversão de menos de 5%, o que mostra a particularidade desse negócio", diz o dinamarquês Peter Froberg, consultor em negócios freemium. O Terra, um dos maiores portais do Brasil, criou um modelo freemium para o Sonora, seu serviço de músicas online. Qualquer internauta pode acessar o serviço para ouvir as faixas. Mas, para fazer o download e organizar as listas de reprodução, é preciso pagar uma mensalidade de cerca de 20 reais. O Terra afirma que 200 000 dos 3 milhões de visitantes únicos que o Sonora recebe ao mês pagam para ter acesso aos recursos mais avançados. Mas sites que não contam com o mesmo alcance de um grande portal têm uma missão muito mais complicada para tornar viável o modelo. Outro ponto fundamental é diferenciar-se da concorrência. Na internet, novas ideias são rapidamente copiadas -- e o modelo freemium é a bola da vez. De rádios online a vendedores de armazenamento na web, está cada vez mais difícil encontrar uma nova empresa que não tenha freemium em seu plano de negócios. Bom para os consumidores? Sem dúvida. Resta saber se vai ser bom negócio para o feirante.


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February 19 2010

senacjordigi2010

February 18 2010

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Jornalistas se pautam usando a mídia social

http://holykaw.alltop.com/most-journalists-use-social-media-as-a-report?

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Most journalists use social media as a reporting tool

Posted Jan 26th, 2010 at 7:37 PM and seen 5545 times

 

A new survey of 371 journalists conducted by Cision and George Washington University found that the majority of reporters use social media as a resource for research. Among some of the fascinating findings:

 

89% of journalists said they look to blogs for story reporting.

65% of journalists look to social networking sites like Facebook and LinkedIn for information.

52% of journalists report using Twitter and other microblogging sites.

Journalists with less experience use social media metrics to indicate impact more than move seasoned journalists.

91% of newspaper journalists and 85% of magazine journalists think social media is less reliable.

For the rest of the survey results, you can download the full report for free.

February 17 2010

senacjordigi2010

Jornalismo participativo - o caso do Guardian

Noticia do Blue Bus - 13/10/09
<!-- Código para o Facebook --> <!-- Código para o Twitter -->

<!-- inicio texto noticia -->

Midia | The Guardian contratando bloggers para cobertura de notícias locais

10:50 O grupo ingles Guardian News & Media vai contratar bloggers para fazer a cobertura de eventos e fatos importantes em comunidades locais. O projeto, que vai abranger inicialmente as cidades de Cardiff, Leeds e Edinburgo, deve estrear em 2010. O anúncio de emprego procura criadores de conteúdo multimídia e afirma - "uma qualificaçao tradicional em jornalismo é desejável, mas nao essencial". A iniciativa aposta no alcance e profundidade da cobertura de sites e blogs locais. 13/10 Debora Schach
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