senacjordigi2010's soup http://senacjordigi2010.soup.io/ Ferramentas Digitais para Jornalistas {"tags":[],"type":"link","title":"Ferramentas Digitais para Jornalistas","source":"http://knightcenter.utexas.edu/hdpp.php","body":null} <p><a href="http://knightcenter.utexas.edu/hdpp.php">http://knightcenter.utexas.edu/hdpp.php</a></p>Fri, 05 Mar 2010 19:57:26 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/47407933/Ferramentas-Digitais-para-Jornalistasurn:www-soup-io:1:47407933link Os dez mandamentos do SEO {"tags":["SEO"],"type":"regular","title":"Os dez mandamentos do SEO","source":null,"body":"\u003Cp\u003EAssim como naquele seu barzinho preferido, a web tem muito daquela\nhist\u00f3ria de ver e ser visto. E como voc\u00ea j\u00e1 sabe, popularidade tem mais\na ver com estrat\u00e9gia do que grana. No caso do mundo dos neg\u00f3cios\ndigitais, estrat\u00e9gias de \u003Ca href=\"http://www.marketingdebusca.com.br/seo/\"\u003ESEO \u003C/a\u003E(Search\nEngine Optimization), que se n\u00e3o garantem o primeiro lugar nas p\u00e1ginas\ndo Google, tornam muito mais f\u00e1cil algu\u00e9m encontrar a sua empresa mundo\nafora. Pensando nisso, pedimos algumas dicas para Rodrigo Manzanares,\ndiretor de cria\u00e7\u00e3o da \u003Ca href=\"http://www.geneo.com.br/\"\u003EGeneo Interactive\u003C/a\u003E e especialista em SEO, para tornar a sua marca Google-friendly.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Cstrong\u003E1. Utilize palavras relevantes\u003C/strong\u003E\u003Cbr /\u003E\nSe coloque no lugar de quem ir\u00e1 buscar algum produto ou servi\u00e7o e tente\nimaginar quais palavras-chave utilizadas. Todo site \u00e9 formado por\nc\u00f3digos, letras e n\u00fameros. Ali existe um espa\u00e7o reservado para inserir\numa descri\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de palavras-chave que servem como guia de cadastro\npara o Google: as \u003Ca href=\"http://www.infowester.com/metatags.php\"\u003EMeta Tags\u003C/a\u003E. Tamb\u00e9m \u00e9 interessante inserir palavras importantes em locais estrat\u00e9gicos, como t\u00edtulos e subt\u00edtulos.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Cstrong\u003E2. Preste aten\u00e7\u00e3o no c\u00f3digo \u003C/strong\u003E\u003Cbr /\u003E\nO c\u00f3digo HTML de cada site precisa ter significado para o Google. E\nisso \u00e9 feito atrav\u00e9s de tags espec\u00edficas, em subt\u00edtulos, cita\u00e7\u00f5es,\nendere\u00e7o e etc\u2026 Vale a pena tamb\u00e9m acompanhar os \u003Ca href=\"http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_standards\"\u003EWeb Standards\u003C/a\u003E na constru\u00e7\u00e3o do site, o que al\u00e9m de beneficiar o SEO, torna as eventuais altera\u00e7\u00f5es no site muito mais simples.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Cstrong\u003E3. Contextualize os hiperlinks\u003C/strong\u003E\u003Cbr /\u003E\nUtilize bem as palavras hiperlinkadas. Portanto, evite o \u201csaiba mais\u201d\nou \u201cclique aqui\u201d. Curiosidade: Se voc\u00ea buscar por \u201cclique aqui\u201d ver\u00e1\nque um dos primeiros resultados \u00e9 do Adobe Reader.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Cstrong\u003E4. Crie um mapa do site\u003C/strong\u003E\u003Cbr /\u003E\nOutra boa dica \u00e9 criar um arquivo com o nome de sitemap.xml, que\nservir\u00e1 de guia para o Google. Ele cont\u00e9m as informa\u00e7\u00f5es de quais\np\u00e1ginas devem ou n\u00e3o serem cadastradas e qual a relev\u00e2ncia delas. O \u003Ca href=\"http://www.xml-sitemaps.com/\"\u003EXML Sitemaps\u003C/a\u003E \u00e9 uma \u00f3tima ferramenta para isso.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Cstrong\u003E5.Estabele\u00e7a parcerias \u003C/strong\u003E\u003Cbr /\u003E\nCada link que outros sites fazem para o seu servem como votos para o\nGoogle. Quem tem mais votos, aparece primeiro. Sendo assim, tente\nangariar o m\u00e1ximo de votos poss\u00edveis. Uma boa forma \u00e9 filiar-se a\ndiret\u00f3rios e associa\u00e7\u00f5es, ou estabelecer parcerias de troca de links\npara indicar o seu site.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Cstrong\u003E6.Seja interativo\u003C/strong\u003E\u003Cbr /\u003E\nPode ser um canal no qual os usu\u00e1rios possam ler, redirecionar e\ncomentar not\u00edcias. Quanto mais disseminado voc\u00ea estiver na rede, mais\nrelev\u00e2ncia ganha. Empresas engajadas aparecem mais nas redes sociais.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Cstrong\u003E7.Escolha um bom nome\u003C/strong\u003E\u003Cbr /\u003E\nSe por um lado, um dom\u00ednio curto \u00e9 mais f\u00e1cil de se lembrar, por outro,\n\u00e9 menos relevante para o Google. Teoricamente, o\nwww.passagensaereas.com.br teria mais relev\u00e2ncia do que www.tam.com.br,\npor exemplo. Pode-se at\u00e9 criar mais de um dom\u00ednios para o mesmo site,\ncomo: www.tam.com.br, www.passagensaereas.com.br e\nwww.tampassagensaereas.com.br.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Cstrong\u003E8. Tenha uma URL amig\u00e1vel\u003C/strong\u003E\u003Cbr /\u003E\nObviamente, quanto mais amig\u00e1vel melhor. O nome \u201csobreaempresa.html\u201d\ntem mais relev\u00e2ncia que \u201c9388273hdjjs.html\u201d. Atualmente, \u00e9 bastante\ncomum, utilizar-se do t\u00edtulo da not\u00edcia como nome do arquivo.\u00a0 Exemplo:\n\u003Ca href=\"http://resultson.com.br/destaques/novidades-no-site/\"\u003Ehttp://resultson.com.br/destaques/novidades-no-site/\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Cstrong\u003E9. Tenha paci\u00eancia\u003C/strong\u003E\u003Cbr /\u003E\nO tempo de exist\u00eancia tamb\u00e9m conta pontos. Mas essa \u00e9 uma vari\u00e1vel que n\u00e3o d\u00e1 para manipular.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Cstrong\u003E10. Respeite o sistema\u003C/strong\u003E\u003Cbr /\u003E\nO Google n\u00e3o gosta de burlas no sistema. Nunca inclua textos e links\nescondidos, nem pe\u00e7a refer\u00eancias desnecess\u00e1rias para seus amigos e\nparceiros. Seria como buscar pela palavra \u201cdesodorante\u201d e aparecer em\nprimeiro lugar o site da Results :)\u003C/p\u003E\u003Cbr /\u003E\u003Cbr /\u003Ehttp://resultson.com.br/destaques/os-dez-mandamentos-de-seo/"} <p>Assim como naquele seu barzinho preferido, a web tem muito daquela história de ver e ser visto. E como você já sabe, popularidade tem mais a ver com estratégia do que grana. No caso do mundo dos negócios digitais, estratégias de <a href="http://www.marketingdebusca.com.br/seo/">SEO </a>(Search Engine Optimization), que se não garantem o primeiro lugar nas páginas do Google, tornam muito mais fácil alguém encontrar a sua empresa mundo afora. Pensando nisso, pedimos algumas dicas para Rodrigo Manzanares, diretor de criação da <a href="http://www.geneo.com.br/">Geneo Interactive</a> e especialista em SEO, para tornar a sua marca Google-friendly.</p> <p><strong>1. Utilize palavras relevantes</strong><br /> Se coloque no lugar de quem irá buscar algum produto ou serviço e tente imaginar quais palavras-chave utilizadas. Todo site é formado por códigos, letras e números. Ali existe um espaço reservado para inserir uma descrição, além de palavras-chave que servem como guia de cadastro para o Google: as <a href="http://www.infowester.com/metatags.php">Meta Tags</a>. Também é interessante inserir palavras importantes em locais estratégicos, como títulos e subtítulos.</p> <p><strong>2. Preste atenção no código </strong><br /> O código HTML de cada site precisa ter significado para o Google. E isso é feito através de tags específicas, em subtítulos, citações, endereço e etc… Vale a pena também acompanhar os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_standards">Web Standards</a> na construção do site, o que além de beneficiar o SEO, torna as eventuais alterações no site muito mais simples.</p> <p><strong>3. Contextualize os hiperlinks</strong><br /> Utilize bem as palavras hiperlinkadas. Portanto, evite o “saiba mais” ou “clique aqui”. Curiosidade: Se você buscar por “clique aqui” verá que um dos primeiros resultados é do Adobe Reader.</p> <p><strong>4. Crie um mapa do site</strong><br /> Outra boa dica é criar um arquivo com o nome de sitemap.xml, que servirá de guia para o Google. Ele contém as informações de quais páginas devem ou não serem cadastradas e qual a relevância delas. O <a href="http://www.xml-sitemaps.com/">XML Sitemaps</a> é uma ótima ferramenta para isso.</p> <p><strong>5.Estabeleça parcerias </strong><br /> Cada link que outros sites fazem para o seu servem como votos para o Google. Quem tem mais votos, aparece primeiro. Sendo assim, tente angariar o máximo de votos possíveis. Uma boa forma é filiar-se a diretórios e associações, ou estabelecer parcerias de troca de links para indicar o seu site.</p> <p><strong>6.Seja interativo</strong><br /> Pode ser um canal no qual os usuários possam ler, redirecionar e comentar notícias. Quanto mais disseminado você estiver na rede, mais relevância ganha. Empresas engajadas aparecem mais nas redes sociais.</p> <p><strong>7.Escolha um bom nome</strong><br /> Se por um lado, um domínio curto é mais fácil de se lembrar, por outro, é menos relevante para o Google. Teoricamente, o <a href="http://www.passagensaereas.com.br">www.passagensaereas.com.br</a> teria mais relevância do que <a href="http://www.tam.com.br">www.tam.com.br</a>, por exemplo. Pode-se até criar mais de um domínios para o mesmo site, como: <a href="http://www.tam.com.br">www.tam.com.br</a>, <a href="http://www.passagensaereas.com.br">www.passagensaereas.com.br</a> e <a href="http://www.tampassagensaereas.com.br">www.tampassagensaereas.com.br</a>.</p> <p><strong>8. Tenha uma URL amigável</strong><br /> Obviamente, quanto mais amigável melhor. O nome “sobreaempresa.html” tem mais relevância que “9388273hdjjs.html”. Atualmente, é bastante comum, utilizar-se do título da notícia como nome do arquivo.  Exemplo: <a href="http://resultson.com.br/destaques/novidades-no-site/">http://resultson.com.br/destaques/novidades-no-site/</a></p> <p><strong>9. Tenha paciência</strong><br /> O tempo de existência também conta pontos. Mas essa é uma variável que não dá para manipular.</p> <p><strong>10. Respeite o sistema</strong><br /> O Google não gosta de burlas no sistema. Nunca inclua textos e links escondidos, nem peça referências desnecessárias para seus amigos e parceiros. Seria como buscar pela palavra “desodorante” e aparecer em primeiro lugar o site da Results :)</p><br /><br /><a href="http://resultson.com.br/destaques/os-dez-mandamentos-de-seo/">http://resultson.com.br/destaques/os-dez-mandamentos-de-seo/</a>Fri, 05 Mar 2010 19:53:37 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/47407367/Os-dez-mandamentos-do-SEOurn:www-soup-io:1:47407367regularseo 1/4 dos americanos lêem notícias na web através de dispositivos móveis {"tags":[],"type":"regular","title":"1/4 dos americanos l\u00eaem not\u00edcias na web atrav\u00e9s de dispositivos m\u00f3veis","source":null,"body":"Segundo pesquisa divulgada ontem (dia 1o de mar\u00e7o), cerca de 26% dos norte-americanos l\u00eaem not\u00edcias em seus celulares, Blackberries e outros dispositivos m\u00f3veis. O estudo, intitulado 'Understanding the Participatory News Consumer', destaca ainda que 46% dos adeptos da mobilidade na leitura de not\u00edcias sao bastante engajados - usam o Twitter, publicam links em blogs ou redes sociais e comentam as hist\u00f3rias que l\u00eaem na web. Not\u00edcia do \u003Ca href=\"http://www.editorsweblog.org/\"\u003EEditors Weblog\u003C/a\u003E."} Segundo pesquisa divulgada ontem (dia 1o de março), cerca de 26% dos norte-americanos lêem notícias em seus celulares, Blackberries e outros dispositivos móveis. O estudo, intitulado 'Understanding the Participatory News Consumer', destaca ainda que 46% dos adeptos da mobilidade na leitura de notícias sao bastante engajados - usam o Twitter, publicam links em blogs ou redes sociais e comentam as histórias que lêem na web. Notícia do <a href="http://www.editorsweblog.org/">Editors Weblog</a>.Tue, 02 Mar 2010 20:25:37 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/46946611/1-4-dos-americanos-l-em-noturn:www-soup-io:1:46946611regular Infographic of the Day: The State of the Internet {"tags":[],"type":"video","embedcode_or_url":"\u003Cobject height=\"300\" width=\"400\"\u003E\u003Cparam name=\"allowfullscreen\" value=\"true\" /\u003E\u003Cparam name=\"allowscriptaccess\" value=\"always\" /\u003E\u003Cparam name=\"movie\" value=\"http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9641036\u0026amp;server=vimeo.com\u0026amp;show_title=1\u0026amp;show_byline=1\u0026amp;show_portrait=1\u0026amp;color=ffffff\u0026amp;fullscreen=1\" /\u003E\u003Cembed src=\"http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9641036\u0026amp;server=vimeo.com\u0026amp;show_title=1\u0026amp;show_byline=1\u0026amp;show_portrait=1\u0026amp;color=ffffff\u0026amp;fullscreen=1\" allowfullscreen=\"true\" type=\"application/x-shockwave-flash\" allowscriptaccess=\"always\" height=\"300\" width=\"400\" /\u003E\u003C/object\u003E\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://vimeo.com/9641036\"\u003EJESS3 / The State of The Internet\u003C/a\u003E from \u003Ca href=\"http://vimeo.com/jessesaves\"\u003EJesse Thomas\u003C/a\u003E on \u003Ca href=\"http://vimeo.com\"\u003EVimeo\u003C/a\u003E.\u003C/p\u003E","source":null,"body":"\u003Ch2\u003EInfographic of the Day: The State of the Internet\n \u003C/h2\u003E"} <object height="300" width="400"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9641036&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=9641036&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=1&amp;color=ffffff&amp;fullscreen=1" allowfullscreen="true" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" height="300" width="400" /></object><p><a href="http://vimeo.com/9641036">JESS3 / The State of The Internet</a> from <a href="http://vimeo.com/jessesaves">Jesse Thomas</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p><h2>Infographic of the Day: The State of the Internet </h2>Tue, 02 Mar 2010 14:54:59 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/46936828/Infographic-of-the-Day-The-State-ofurn:www-soup-io:1:46936828video 10 Great Tools to Create a Mobile Version of Your Site {"tags":[],"type":"link","title":"10 Great Tools to Create a Mobile Version of Your Site","source":"http://spyrestudios.com/10-great-tools-to-create-a-mobile-version-of-your-site/","body":null} <p><a href="http://spyrestudios.com/10-great-tools-to-create-a-mobile-version-of-your-site/">http://spyrestudios.com/10-great-tools-to-create-a-mobile-version-of-your-site/</a></p>Fri, 26 Feb 2010 16:55:48 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/46510744/10-Great-Tools-to-Create-a-Mobileurn:www-soup-io:1:46510744link Eu me matando pra montar a aula e ela prontinha aqui: {"tags":[],"type":"link","title":"Eu me matando pra montar a aula e ela prontinha aqui:","source":"http://webinsider.uol.com.br/2010/02/24/seo-e-essencial-para-jornalistas-e-redatores/","body":"\u003Ch1\u003E\u003Ca href=\"http://webinsider.uol.com.br/2010/02/24/seo-e-essencial-para-jornalistas-e-redatores/\" title=\"'Permalink\" rel=\"bookmark\"\u003ESEO \u00e9 essencial para jornalistas e redatores\u003C/a\u003E\u003C/h1\u003E\u003Cabbr title=\"2010-02-24T21:01:31\" class=\"date\"\u003E24 de fevereiro de 2010, 21:01\u003C/abbr\u003E \n\u003Ch2 class=\"summary\"\u003EFazer bons t\u00edtulos hoje significa usar bem as palavras-chave e ser destacado pelos buscadores. Fique atento tamb\u00e9m para o efeito cauda longa, conhe\u00e7a novas ferramentes e valorize press releases. \u003C/h2\u003E\n\u003Cp class=\"info_entry\"\u003EPor \u003Ca href=\"http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/marcio_okabe\" title=\"Veja todos os artigos de marcio okabe\"\u003EMarcio Okabe\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cdiv name=\"HOTWordsTxt\"\u003E\n\u003Cp\u003ESEO (search engine optimization) \u00e9 um conjunto de estrat\u00e9gias que visam melhorar o posicionamento do site nos resultados de busca, principalmente do Google.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EAtualmente, \u00e9 uma das \u00e1reas em maior crescimento no mercado do marketing digital \u2013 afinal quem n\u00e3o quer aparecer na primeira p\u00e1gina do Google?\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EPor\u00e9m, muitas pessoas relacionam o SEO \u00e0 quest\u00e3o t\u00e9cnica e acham que basta um especialista para otimizar o site, para que em seguida ele comece a aparecer na primeira p\u00e1gina de resultados de busca do Google.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EMas na verdade o \u003Cstrong\u003Econte\u00fado\u003C/strong\u003E \u00e9 a mat\u00e9ria-prima essencial para o trabalho de SEO.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EO \u003Cstrong\u003Econte\u00fado \u00e9 o rei\u003C/strong\u003E, pois quando as pessoas realizam buscas elas n\u00e3o procuram empresas \u2013 elas procuram conte\u00fado relevante para atender algum \u003Cstrong\u003Edesejo\u003C/strong\u003E naquele momento. Os jornalistas s\u00e3o profissionais que t\u00eam muito a ganhar (ou a perder), pois o mercado est\u00e1 valorizando a cada dia quem tem conhecimentos em SEO.\u003C/p\u003E\n\u003Ch2\u003EA import\u00e2ncia do SEO para o jornalista\u003C/h2\u003E\n\u003Cp\u003ESEO \u00e9 a sigla de Search Engine Optimization, quer dizer otimiza\u00e7\u00e3o de sites. Basicamente s\u00e3o t\u00e9cnicas que tornam um site mais f\u00e1cil de ser encontrado nos sites de busca, essencialmente o Google.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EEstat\u00edsticas mostram que ao realizar uma pesquisa no Google, 60% das pessoas clicam nos tr\u00eas primeiros resultados e 80% n\u00e3o v\u00e3o para segunda p\u00e1gina de resultados.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EO resultado final do trabalho do jornalista \u00e9 a mat\u00e9ria publicada no site, correto? Do ponto de vista do SEO, o resultado final do trabalho do jornalista \u00e9 sua mat\u00e9ria encontrada no Google e outros buscadores.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EO ponto de partida para compreender a import\u00e2ncia do SEO s\u00e3o as palavras-chave digitadas pelos usu\u00e1rios no momento da busca. Nos grandes eventos, como terremoto Haiti, morte de Michael Jackson ou Arruda, sabemos que conte\u00fados com estes termos aparecem no Google News na primeira posi\u00e7\u00e3o.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/seo_jornalista_02.jpg\"\u003E\u003Cimg title=\"seo_jornalista_02\" class=\"alignleft size-full wp-image-6518\" src=\"http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/seo_jornalista_02.jpg\" height=\"228\" alt=\"seo_jornalista_02\" width=\"420\" /\u003E\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EOu seja, aparecer nas buscas \u00e9 fundamental para o jornalista se destacar na internet. A prop\u00f3sito, a mat\u00e9ria acima est\u00e1 no blog do Noblat.\u003C/p\u003E\n\u003Ch2\u003ESEO exige conhecimentos t\u00e9cnicos?\u003C/h2\u003E\n\u003Cp\u003ESim, mas isso \u00e9 responsabilidade dos desenvolvedores web que devem saber as boas pr\u00e1ticas da programa\u00e7\u00e3o com foco em SEO. Alguns fatores fundamentais para o Google classificar os sites s\u00e3o:\u003C/p\u003E\n\u003Cul\u003E\n\u003Cli\u003ETITLE. \u00c9 o t\u00edtulo da p\u00e1gina entre as tags. S\u00e3o apresentados como t\u00edtulos dos resultados de busca no Google. \n\u003C/li\u003E\u003Cli\u003EURL. \u00c9 o endere\u00e7o da p\u00e1gina e deve ser amig\u00e1vel, ou seja, ao ler a URL temos que conseguir identificar o assunto que iremos ler na p\u00e1gina. \n\u003C/li\u003E\u003Cli\u003EDom\u00ednio. \u00c9 muito comum voc\u00ea pesquisar uma determinada palavra-chave no Google e o primeiro site ter o dom\u00ednio exatamente igual \u00e0 palavra pesquisada. O dom\u00ednio tamb\u00e9m \u00e9 um fator de import\u00e2ncia muito alta para o SEO. \u003C/li\u003E\u003C/ul\u003E\n\u003Cp\u003EUma dica muito simples de identificar como o Google \u201cenxerga\u201d um determinado site: digite \u201csite:seusite.com.br\u201d no Google. Os resultados ir\u00e3o apresentar apenas as p\u00e1ginas indexadas do seusite.com.br.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003ENote que pesquisando \u201csite:tecnisa.com.br\u201d temos mais de 66 mil p\u00e1ginas indexadas.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/seo-title-e-url.jpg\"\u003E\u003Cimg title=\"seo-title-e-url\" class=\"alignleft size-full wp-image-6521\" src=\"http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/seo-title-e-url.jpg\" height=\"119\" alt=\"seo-title-e-url\" width=\"420\" /\u003E\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E.\u003C/p\u003E\n\u003Ch2\u003EComo escrever pensando em SEO\u003C/h2\u003E\n\u003Cp\u003EEscrever com o foco nas palavras que as pessoas buscam pode parecer um sacril\u00e9gio para um jornalista tradicional, por\u00e9m \u00e9 preciso olhar com uma nova perspectiva se quisermos quebrar paradigmas e usufruir do potencial de usar as buscas a nosso favor.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EPense no seguinte cen\u00e1rio: ser\u00e1 lan\u00e7ado um site, cujo p\u00fablico alvo seriam mulheres que desejam emagrecer.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EComo definir a linha editorial do site? N\u00e3o sou jornalista, portanto irei pular esta parte e irei para uma pergunta mais espec\u00edfica:\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EQual a palavra mais pesquisada: dieta ou emagrecimento?\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003ESaber a resposta para esta pergunta \u00e9 fundamental para alinhar a linha editorial com os desejos de busca das pessoas. \u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EA imagem abaixo foi gerada na ferramenta de palavras-chave que permite analisar o volume de buscas das palavras. As palavras \u003Cem\u003Edietas\u003C/em\u003E e \u003Cem\u003Edieta\u003C/em\u003E somam 547 mil buscas/m\u00eas, enquanto \u003Cem\u003Eemagrecimento\u003C/em\u003E tem \u201capenas\u201d 22,2 mil buscas/m\u00eas.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EIsso significa que o site que estiver em \u003Cstrong\u003Eprimeiro lugar\u003C/strong\u003E nos resultados org\u00e2nicos (gratuitos) ter\u00e1 547 mil possibilidades de ser clicado! O site da Boa Forma, da Abril, est\u00e1 em primeiro para as palavras \u003Cem\u003Edieta\u003C/em\u003E e \u003Cem\u003Edietas\u003C/em\u003E.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/keyword-tool-tipos-de-dietas.jpg\"\u003E\u003Cimg title=\"keyword-tool-tipos-de-dietas\" class=\"alignleft size-full wp-image-6590\" src=\"http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/keyword-tool-tipos-de-dietas.jpg\" height=\"182\" alt=\"keyword-tool-tipos-de-dietas\" width=\"420\" /\u003E\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E.\u003C/p\u003E\n\u003Ch2\u003ECauda longa de conte\u00fado como sugest\u00e3o de linha editorial\u003C/h2\u003E\n\u003Cp\u003EPercebe-se claramente um comportamento de busca de \u003Cstrong\u003Etipos de dietas\u003C/strong\u003E: dieta dos pontos, dieta da sopa, dieta atkins, etc. \u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EAo colocar estas palavras em um gr\u00e1fico do Excel, temos uma distribui\u00e7\u00e3o do tipo \u201ccauda longa\u201d na qual podemos notar que existem \u003Cstrong\u003Enichos\u003C/strong\u003E de busca para cada tipo de dieta.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/cauda-longa-dieta.gif\"\u003E\u003Cimg title=\"cauda-longa-dieta\" class=\"alignleft size-full wp-image-6593\" src=\"http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/cauda-longa-dieta.gif\" height=\"254\" alt=\"cauda-longa-dieta\" width=\"420\" /\u003E\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003ESe voc\u00ea pesquisar no Google, ir\u00e1 notar que para cada tipo de dieta os resultados mudam radicalmente. Pelo conceito da cauda longa, a estrat\u00e9gia ser\u00e1 tentar ficar nas primeiras posi\u00e7\u00f5es para as dezenas de palavras-chave da cauda longa (dieta dos pontos \u2013 90,5 mil, dieta da sopa \u2013 33,1 mil e dieta atkins \u2013 22,2 mil, etc.).\u003C/p\u003E\n\u003Ch2\u003EComo escrever para cauda longa\u003C/h2\u003E\n\u003Cp\u003E1. \u003Cstrong\u003ESeja simples\u003C/strong\u003E. Crie artigos com t\u00edtulos iguais ou muito pr\u00f3ximos das palavras-chave. N\u00e3o enfeite com floreios (como \u201cPara quem gosta de sopa, a dieta ideal\u201d), pois isso prejudica muito o objetivo de conquistar as primeiras pos\u00ed\u00e7\u00f5es. Portanto, o t\u00edtulo deve ser \u003Cstrong\u003EDieta da sopa\u003C/strong\u003E. \u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E2. \u003Cstrong\u003ECrie artigos com combina\u00e7\u00f5es das palavras-chave\u003C/strong\u003E. \u201cQual a melhor dieta: dieta dos Pontos ou dieta da Sopa?\u201d, \u201c5 dietas para emagrecer r\u00e1pido\u201d, etc.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EA cauda longa \u00e9 apenas uma forma de compreender o comportamento de busca das pessoas, pois nos mostra claramente o grau de interesse em torno de um tema. Ignorar estes n\u00fameros \u00e9 fechar os olhos para novos horizontes para o jornalismo, pois a verdade \u00e9 que o valor est\u00e1 cada vez mais no conte\u00fado relevante e n\u00e3o na for\u00e7a dos grandes portais.\u003C/p\u003E\n\u003Ch2\u003ERedes sociais e SEO\u003C/h2\u003E\n\u003Cp\u003EO Google utiliza links como votos para classificar os sites, portanto conquistar links em sites relacionados \u00e9 fundamental para ganhar relev\u00e2ncia para o Google. \u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EAs redes sociais s\u00e3o uma forma de multiplicar a divulga\u00e7\u00e3o do site de forma natural e viral, e a consequ\u00eancia \u00e9 que as pessoas criam links em seus sites apontando para artigos espec\u00edficos.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EAlgumas redes sociais s\u00e3o bem indexadas pelo Google, como WordPress.com, Slideshare.net e Youtube.com. Portanto, \u00e9 fundamental analisar como gerar conte\u00fado em diferentes formatos que possam ser publicados nas redes sociais.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/redes-sociais-visao-geral.gif\"\u003E\u003Cimg title=\"redes-sociais-visao-geral\" class=\"alignleft size-full wp-image-6594\" src=\"http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/redes-sociais-visao-geral.gif\" height=\"295\" alt=\"redes-sociais-visao-geral\" width=\"420\" /\u003E\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EO tradicional press-release deveria ser repaginado para as novas tend\u00eancias da internet. Afinal, se os sites mesclam v\u00eddeos, a\u00fadios, fotos e apresenta\u00e7\u00f5es, por que os press-releases continuam a ser enviados nos formatos tradicionais?\u003C/p\u003E\n\u003Cul\u003E\n\u003Cli\u003E\u003Cstrong\u003EYoutube e outros sites de v\u00eddeos\u003C/strong\u003E. Seu cliente possui um produto/servi\u00e7o onde um v\u00eddeo seria o formato ideal para explicar o conceito ou a maneira de usar? Publicar v\u00eddeos e recomend\u00e1-los para os ve\u00edculos aumentar\u00e1 a chance do seu cliente ter sua marca promovida dentro de portais. \n\u003C/li\u003E\u003Cli\u003E\u003Cstrong\u003EFotos no Flickr\u003C/strong\u003E. O Flickr \u00e9 um dos sites de fotos mais populares, pois \u00e9 poss\u00edvel compartilhar, comentar e salvar fotos como favoritas. Ele \u00e9 muito mais do que apenas um reposit\u00f3rio de fotos. Usando tags em eventos \u00e9 poss\u00edvel criar \u00e1lbuns colaborativos com as fotos de v\u00e1rios usu\u00e1rios. Vejam as fotos do Joomla! Day Brasil 2009, no qual a pessoas publicaram fotos com a tag \u201cJDBR09\u2033 e o resultado \u00e9 um \u00e1lbum colaborativo com mais de 100 fotos. \n\u003C/li\u003E\u003Cli\u003E\u003Cstrong\u003ESlideshare\u003C/strong\u003E. Apresenta\u00e7\u00f5es corporativas: o Slideshare \u00e9 o maior portal de apresenta\u00e7\u00f5es corporativas da internet. Alguns produtos/servi\u00e7os s\u00e3o melhor apresentados no formato de apresenta\u00e7\u00e3o corporativa e, al\u00e9m disso, \u00e9 muito comum encontrar apresenta\u00e7\u00f5es do Slideshare quando realizamos buscas no Google. \n\u003C/li\u003E\u003Cli\u003E\u003Cstrong\u003ETwitter\u003C/strong\u003E. A grande sensa\u00e7\u00e3o do momento \u00e9 o Twitter que se popularizou de uma forma muito veloz e j\u00e1 faz parte do dia-a-dia de muitas pessoas. Como as pessoas seguem pessoas ou empresas de acordo com o tema de interesse, \u00e9 natural pensar que o trabalho de assessoria de imprensa pode ser a gest\u00e3o do Twitter do cliente. \u003C/li\u003E\u003C/ul\u003E\n\u003Ch2\u003EFerramentas de SEO para jornalistas\u003C/h2\u003E\n\u003Cp\u003EExistem ferramentas dispon\u00edveis gratuitamente para facilitar o trabalho de SEO com foco em conte\u00fado.\u003C/p\u003E\n\u003Cul\u003E\n\u003Cli\u003EFerramenta de Palavras-Chave (Keyword Tool). Esta ferramenta \u00e9 gratuita e est\u00e1 dispon\u00edvel no endere\u00e7o\u003Cbr /\u003Ehttps://adwords.google.com/select/KeywordToolExternal\u003Cbr /\u003EEla mostra os volumes de busca de palavras no Google. \n\u003C/li\u003E\u003Cli\u003E\n\u003C/li\u003E\u003Cli\u003EGoogle Insights for Search. Permite comparar as tend\u00eancias de busca de at\u00e9 5 palavras-chave. http://www.google.com/insights/search \u003C/li\u003E\u003C/ul\u003E\n\u003Cp\u003EPodemos entender os picos de busca de determinadas palavras-chave gerados por eventos espec\u00edficos, como morte (Michael Jackson), sucesso repentino (Susan Boyle) ou fama (Ivete Sangalo).\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/google-insights-for-search.jpg\"\u003E\u003Cimg title=\"google-insights-for-search\" class=\"alignleft size-full wp-image-6595\" src=\"http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/google-insights-for-search.jpg\" height=\"387\" alt=\"google-insights-for-search\" width=\"400\" /\u003E\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E.\u003C/p\u003E\n\u003Ch2\u003EConclus\u00e3o\u003C/h2\u003E\n\u003Cp\u003EExiste um universo de possibilidades para SEO e jornalismo, por\u00e9m cabe ao profissional de jornalismo procurar realmente criar conte\u00fado de maneira criativa e inovadora e ter, ao mesmo tempo, como um dos objetivos ser encontrado pelos buscadores. \u003Cstrong\u003E[Webinsider]\u003C/strong\u003E\u003C/p\u003E\u003C/div\u003E"} <p><h1><a href="http://webinsider.uol.com.br/2010/02/24/seo-e-essencial-para-jornalistas-e-redatores/" title="'Permalink">SEO é essencial para jornalistas e redatores</a></h1><abbr class="date" title="2010-02-24T21:01:31">24 de fevereiro de 2010, 21:01</abbr> <h2 class="summary">Fazer bons títulos hoje significa usar bem as palavras-chave e ser destacado pelos buscadores. Fique atento também para o efeito cauda longa, conheça novas ferramentes e valorize press releases. </h2> <p class="info_entry">Por <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/author/marcio_okabe" title="Veja todos os artigos de marcio okabe">Marcio Okabe</a></p> <div name="HOTWordsTxt"> <p>SEO (search engine optimization) é um conjunto de estratégias que visam melhorar o posicionamento do site nos resultados de busca, principalmente do Google.</p> <p>Atualmente, é uma das áreas em maior crescimento no mercado do marketing digital – afinal quem não quer aparecer na primeira página do Google?</p> <p>Porém, muitas pessoas relacionam o SEO à questão técnica e acham que basta um especialista para otimizar o site, para que em seguida ele comece a aparecer na primeira página de resultados de busca do Google.</p> <p>Mas na verdade o <strong>conteúdo</strong> é a matéria-prima essencial para o trabalho de SEO.</p> <p>O <strong>conteúdo é o rei</strong>, pois quando as pessoas realizam buscas elas não procuram empresas – elas procuram conteúdo relevante para atender algum <strong>desejo</strong> naquele momento. Os jornalistas são profissionais que têm muito a ganhar (ou a perder), pois o mercado está valorizando a cada dia quem tem conhecimentos em SEO.</p> <h2>A importância do SEO para o jornalista</h2> <p>SEO é a sigla de Search Engine Optimization, quer dizer otimização de sites. Basicamente são técnicas que tornam um site mais fácil de ser encontrado nos sites de busca, essencialmente o Google.</p> <p>Estatísticas mostram que ao realizar uma pesquisa no Google, 60% das pessoas clicam nos três primeiros resultados e 80% não vão para segunda página de resultados.</p> <p>O resultado final do trabalho do jornalista é a matéria publicada no site, correto? Do ponto de vista do SEO, o resultado final do trabalho do jornalista é sua matéria encontrada no Google e outros buscadores.</p> <p>O ponto de partida para compreender a importância do SEO são as palavras-chave digitadas pelos usuários no momento da busca. Nos grandes eventos, como terremoto Haiti, morte de Michael Jackson ou Arruda, sabemos que conteúdos com estes termos aparecem no Google News na primeira posição.</p> <p>.</p> <p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/seo_jornalista_02.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6518" title="seo_jornalista_02" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/seo_jornalista_02.jpg" height="228" alt="seo_jornalista_02" width="420" /></a></p> <p>.</p> <p>Ou seja, aparecer nas buscas é fundamental para o jornalista se destacar na internet. A propósito, a matéria acima está no blog do Noblat.</p> <h2>SEO exige conhecimentos técnicos?</h2> <p>Sim, mas isso é responsabilidade dos desenvolvedores web que devem saber as boas práticas da programação com foco em SEO. Alguns fatores fundamentais para o Google classificar os sites são:</p> <ul> <li>TITLE. É o título da página entre as tags. São apresentados como títulos dos resultados de busca no Google. </li><li>URL. É o endereço da página e deve ser amigável, ou seja, ao ler a URL temos que conseguir identificar o assunto que iremos ler na página. </li><li>Domínio. É muito comum você pesquisar uma determinada palavra-chave no Google e o primeiro site ter o domínio exatamente igual à palavra pesquisada. O domínio também é um fator de importância muito alta para o SEO. </li></ul> <p>Uma dica muito simples de identificar como o Google “enxerga” um determinado site: digite “site:seusite.com.br” no Google. Os resultados irão apresentar apenas as páginas indexadas do seusite.com.br.</p> <p>Note que pesquisando “site:tecnisa.com.br” temos mais de 66 mil páginas indexadas.</p> <p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/seo-title-e-url.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6521" title="seo-title-e-url" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/seo-title-e-url.jpg" height="119" alt="seo-title-e-url" width="420" /></a></p> <p>.</p> <h2>Como escrever pensando em SEO</h2> <p>Escrever com o foco nas palavras que as pessoas buscam pode parecer um sacrilégio para um jornalista tradicional, porém é preciso olhar com uma nova perspectiva se quisermos quebrar paradigmas e usufruir do potencial de usar as buscas a nosso favor.</p> <p>Pense no seguinte cenário: será lançado um site, cujo público alvo seriam mulheres que desejam emagrecer.</p> <p>Como definir a linha editorial do site? Não sou jornalista, portanto irei pular esta parte e irei para uma pergunta mais específica:</p> <p>Qual a palavra mais pesquisada: dieta ou emagrecimento?</p> <p>Saber a resposta para esta pergunta é fundamental para alinhar a linha editorial com os desejos de busca das pessoas. </p> <p>A imagem abaixo foi gerada na ferramenta de palavras-chave que permite analisar o volume de buscas das palavras. As palavras <em>dietas</em> e <em>dieta</em> somam 547 mil buscas/mês, enquanto <em>emagrecimento</em> tem “apenas” 22,2 mil buscas/mês.</p> <p>Isso significa que o site que estiver em <strong>primeiro lugar</strong> nos resultados orgânicos (gratuitos) terá 547 mil possibilidades de ser clicado! O site da Boa Forma, da Abril, está em primeiro para as palavras <em>dieta</em> e <em>dietas</em>.</p> <p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/keyword-tool-tipos-de-dietas.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6590" title="keyword-tool-tipos-de-dietas" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/keyword-tool-tipos-de-dietas.jpg" height="182" alt="keyword-tool-tipos-de-dietas" width="420" /></a></p> <p>.</p> <h2>Cauda longa de conteúdo como sugestão de linha editorial</h2> <p>Percebe-se claramente um comportamento de busca de <strong>tipos de dietas</strong>: dieta dos pontos, dieta da sopa, dieta atkins, etc. </p> <p>Ao colocar estas palavras em um gráfico do Excel, temos uma distribuição do tipo “cauda longa” na qual podemos notar que existem <strong>nichos</strong> de busca para cada tipo de dieta.</p> <p>.</p> <p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/cauda-longa-dieta.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-6593" title="cauda-longa-dieta" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/cauda-longa-dieta.gif" height="254" alt="cauda-longa-dieta" width="420" /></a></p> <p>.</p> <p>Se você pesquisar no Google, irá notar que para cada tipo de dieta os resultados mudam radicalmente. Pelo conceito da cauda longa, a estratégia será tentar ficar nas primeiras posições para as dezenas de palavras-chave da cauda longa (dieta dos pontos – 90,5 mil, dieta da sopa – 33,1 mil e dieta atkins – 22,2 mil, etc.).</p> <h2>Como escrever para cauda longa</h2> <p>1. <strong>Seja simples</strong>. Crie artigos com títulos iguais ou muito próximos das palavras-chave. Não enfeite com floreios (como “Para quem gosta de sopa, a dieta ideal”), pois isso prejudica muito o objetivo de conquistar as primeiras posíções. Portanto, o título deve ser <strong>Dieta da sopa</strong>. </p> <p>2. <strong>Crie artigos com combinações das palavras-chave</strong>. “Qual a melhor dieta: dieta dos Pontos ou dieta da Sopa?”, “5 dietas para emagrecer rápido”, etc.</p> <p>A cauda longa é apenas uma forma de compreender o comportamento de busca das pessoas, pois nos mostra claramente o grau de interesse em torno de um tema. Ignorar estes números é fechar os olhos para novos horizontes para o jornalismo, pois a verdade é que o valor está cada vez mais no conteúdo relevante e não na força dos grandes portais.</p> <h2>Redes sociais e SEO</h2> <p>O Google utiliza links como votos para classificar os sites, portanto conquistar links em sites relacionados é fundamental para ganhar relevância para o Google. </p> <p>As redes sociais são uma forma de multiplicar a divulgação do site de forma natural e viral, e a consequência é que as pessoas criam links em seus sites apontando para artigos específicos.</p> <p>Algumas redes sociais são bem indexadas pelo Google, como WordPress.com, Slideshare.net e Youtube.com. Portanto, é fundamental analisar como gerar conteúdo em diferentes formatos que possam ser publicados nas redes sociais.</p> <p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/redes-sociais-visao-geral.gif"><img class="alignleft size-full wp-image-6594" title="redes-sociais-visao-geral" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/redes-sociais-visao-geral.gif" height="295" alt="redes-sociais-visao-geral" width="420" /></a></p> <p>O tradicional press-release deveria ser repaginado para as novas tendências da internet. Afinal, se os sites mesclam vídeos, aúdios, fotos e apresentações, por que os press-releases continuam a ser enviados nos formatos tradicionais?</p> <ul> <li><strong>Youtube e outros sites de vídeos</strong>. Seu cliente possui um produto/serviço onde um vídeo seria o formato ideal para explicar o conceito ou a maneira de usar? Publicar vídeos e recomendá-los para os veículos aumentará a chance do seu cliente ter sua marca promovida dentro de portais. </li><li><strong>Fotos no Flickr</strong>. O Flickr é um dos sites de fotos mais populares, pois é possível compartilhar, comentar e salvar fotos como favoritas. Ele é muito mais do que apenas um repositório de fotos. Usando tags em eventos é possível criar álbuns colaborativos com as fotos de vários usuários. Vejam as fotos do Joomla! Day Brasil 2009, no qual a pessoas publicaram fotos com a tag “JDBR09″ e o resultado é um álbum colaborativo com mais de 100 fotos. </li><li><strong>Slideshare</strong>. Apresentações corporativas: o Slideshare é o maior portal de apresentações corporativas da internet. Alguns produtos/serviços são melhor apresentados no formato de apresentação corporativa e, além disso, é muito comum encontrar apresentações do Slideshare quando realizamos buscas no Google. </li><li><strong>Twitter</strong>. A grande sensação do momento é o Twitter que se popularizou de uma forma muito veloz e já faz parte do dia-a-dia de muitas pessoas. Como as pessoas seguem pessoas ou empresas de acordo com o tema de interesse, é natural pensar que o trabalho de assessoria de imprensa pode ser a gestão do Twitter do cliente. </li></ul> <h2>Ferramentas de SEO para jornalistas</h2> <p>Existem ferramentas disponíveis gratuitamente para facilitar o trabalho de SEO com foco em conteúdo.</p> <ul> <li>Ferramenta de Palavras-Chave (Keyword Tool). Esta ferramenta é gratuita e está disponível no endereço<br />https://adwords.google.com/select/KeywordToolExternal<br />Ela mostra os volumes de busca de palavras no Google. </li><li> </li><li>Google Insights for Search. Permite comparar as tendências de busca de até 5 palavras-chave. http://www.google.com/insights/search </li></ul> <p>Podemos entender os picos de busca de determinadas palavras-chave gerados por eventos específicos, como morte (Michael Jackson), sucesso repentino (Susan Boyle) ou fama (Ivete Sangalo).</p> <p>.</p> <p><a href="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/google-insights-for-search.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-6595" title="google-insights-for-search" src="http://webinsider.uol.com.br/wp-content/uploads/google-insights-for-search.jpg" height="387" alt="google-insights-for-search" width="400" /></a></p> <p>.</p> <h2>Conclusão</h2> <p>Existe um universo de possibilidades para SEO e jornalismo, porém cabe ao profissional de jornalismo procurar realmente criar conteúdo de maneira criativa e inovadora e ter, ao mesmo tempo, como um dos objetivos ser encontrado pelos buscadores. <strong>[Webinsider]</strong></p></div></p> <p><a href="http://webinsider.uol.com.br/2010/02/24/seo-e-essencial-para-jornalistas-e-redatores/">http://webinsider.uol.com.br/2010/02/24/seo-e-essencial-para-jornalistas-e-redatores/</a></p>Fri, 26 Feb 2010 15:09:31 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/46502058/Eu-me-matando-pra-montar-a-aulaurn:www-soup-io:1:46502058link Guia de Otimização de mecanismos de pesquisa (SEO) do Google para Webmasters {"tags":[],"type":"link","title":"Guia de Otimiza\u00e7\u00e3o de mecanismos de pesquisa (SEO) do Google para Webmasters","source":"http://www.google.com/support/webmasters/bin/answer.py?answer=35291","body":null} <p><a href="http://www.google.com/support/webmasters/bin/answer.py?answer=35291">http://www.google.com/support/webmasters/bin/answer.py?answer=35291</a></p>Fri, 26 Feb 2010 15:07:47 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/46501846/Guia-de-Otimiza-o-de-mecanismos-deurn:www-soup-io:1:46501846link Google Zeitgeist: Brazil - 2009 {"tags":[],"type":"link","title":"Google Zeitgeist: Brazil - 2009","source":"http://www.google.com/intl/pt/press/zeitgeist2009/regional.html#brazil","body":null} <p><a href="http://www.google.com/intl/pt/press/zeitgeist2009/regional.html#brazil">http://www.google.com/intl/pt/press/zeitgeist2009/regional.html#brazil</a></p>Fri, 26 Feb 2010 15:06:30 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/46501717/Google-Zeitgeist-Brazil-2009urn:www-soup-io:1:46501717link Social Media Optimization, marketing em redes sociais {"tags":[],"type":"link","title":"Social Media Optimization, marketing em redes sociais","source":"http://webinsider.uol.com.br/2006/12/17/social-media-optimization-o-marketing-em-redes-sociais/","body":null} <p><a href="http://webinsider.uol.com.br/2006/12/17/social-media-optimization-o-marketing-em-redes-sociais/">http://webinsider.uol.com.br/2006/12/17/social-media-optimization-o-marketing-em-redes-sociais/</a></p>Fri, 26 Feb 2010 15:05:00 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/46501562/Social-Media-Optimization-marketing-em-redes-sociaisurn:www-soup-io:1:46501562link How Newspapers Can Increase Their Google Juice {"tags":[],"type":"link","title":"How Newspapers Can Increase Their Google Juice","source":"http://www.pbs.org/mediashift/2008/11/how-newspapers-can-increase-their-google-juice319.html","body":null} <p><a href="http://www.pbs.org/mediashift/2008/11/how-newspapers-can-increase-their-google-juice319.html">http://www.pbs.org/mediashift/2008/11/how-newspapers-can-increase-their-google-juice319.html</a></p>Fri, 26 Feb 2010 14:59:22 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/46501106/How-Newspapers-Can-Increase-Their-Google-Juiceurn:www-soup-io:1:46501106link Váários links reunidos sobre Freemium e Cauda Longa - Eny e Leticia {"tags":[],"type":"regular","title":"V\u00e1\u00e1rios links reunidos sobre Freemium e Cauda Longa - Eny e Leticia","source":null,"body":"\u003Cp\u003EGentes, Leticia e Eny passaram uma s\u00e9rie de links uteis. Vou reunir todos neste documento:\u003C/p\u003E\n\u003Cdiv\u003E\n\u003Cp\u003EComunidade Chris Anderson\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=77828873\"\u003E\u003Cu\u003Ehttp://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=77828873\u003C/u\u003E\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u00a0\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EComunidade A Cauda Longa\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=22063914\"\u003E\u003Cu\u003Ehttp://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=22063914\u003C/u\u003E\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u00a0\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EBlog Chris Anderson\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://www.longtail.com/\"\u003E\u003Cu\u003Ehttp://www.longtail.com/\u003C/u\u003E\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u00a0\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003ETwitter do Chris\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://twitter.com/chr1sa\"\u003Ehttp://twitter.com/chr1sa\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u00a0\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003ELivro na Amazon (Parte de servi\u00e7o da mat\u00e9ria):\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://www.amazon.com/gp/product/1401322905?ie=UTF8\u0026amp;tag=thelongtail-20\u0026amp;linkCode=as2\u0026amp;camp=1789\u0026amp;creative=390957\u0026amp;creativeASIN=1401322905\"\u003E\u003Cu\u003Ehttp://www.amazon.com/gp/product/1401322905?ie=UTF8\u0026amp;tag=thelongtail-20\u0026amp;linkCode=as2\u0026amp;camp=1789\u0026amp;creative=390957\u0026amp;creativeASIN=1401322905\u003C/u\u003E\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u00a0\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EBestseller em julho/2009\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://www.longtail.com/the_long_tail/2009/07/a-new-york-times-bestseller.html\"\u003E\u003Cu\u003Ehttp://www.longtail.com/the_long_tail/2009/07/a-new-york-times-bestseller.html\u003C/u\u003E\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u00a0\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003ESite do Livro:\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://www.thelongtail.com/\"\u003Ehttp://www.thelongtail.com/\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u00a0\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EMateria da Epoca\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG75221-5856-433,00.html\"\u003Ehttp://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG75221-5856-433,00.html\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u00a0\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EArtigo do Digestivo Cultural\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2912\"\u003Ehttp://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2912\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u00a0\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EA hist\u00f3ria dos pl\u00e1gios da Wikipedia\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://latimesblogs.latimes.com/jacketcopy/2009/06/chris-andersons-free-borrows-freely-from-wikipedia-and-other-sources.html\"\u003Ehttp://latimesblogs.latimes.com/jacketcopy/2009/06/chris-andersons-free-borrows-freely-from-wikipedia-and-other-sources.html\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u00a0\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EMat\u00e9ria da Wired debate o futuro e o conceito do Freemium\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://www.wired.com/techbiz/it/magazine/16-03/ff_free\"\u003Ehttp://www.wired.com/techbiz/it/magazine/16-03/ff_free\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\u003C/div\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Cbr /\u003E\u003Cbr /\u003E\u00a0\u003C/p\u003E"} <p>Gentes, Leticia e Eny passaram uma série de links uteis. Vou reunir todos neste documento:</p> <div> <p>Comunidade Chris Anderson</p> <p><a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=77828873">http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=77828873</a></p> <p> </p> <p>Comunidade A Cauda Longa</p> <p><a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=22063914">http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=22063914</a></p> <p> </p> <p>Blog Chris Anderson</p> <p><a href="http://www.longtail.com/">http://www.longtail.com/</a></p> <p> </p> <p>Twitter do Chris</p> <p><a href="http://twitter.com/chr1sa">http://twitter.com/chr1sa</a></p> <p> </p> <p>Livro na Amazon (Parte de serviço da matéria):</p> <p><a href="http://www.amazon.com/gp/product/1401322905?ie=UTF8&amp;tag=thelongtail-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=390957&amp;creativeASIN=1401322905">http://www.amazon.com/gp/product/1401322905?ie=UTF8&amp;tag=thelongtail-20&amp;linkCode=as2&amp;camp=1789&amp;creative=390957&amp;creativeASIN=1401322905</a></p> <p> </p> <p>Bestseller em julho/2009</p> <p><a href="http://www.longtail.com/the_long_tail/2009/07/a-new-york-times-bestseller.html">http://www.longtail.com/the_long_tail/2009/07/a-new-york-times-bestseller.html</a></p> <p> </p> <p>Site do Livro:</p> <p><a href="http://www.thelongtail.com/">http://www.thelongtail.com/</a></p> <p> </p> <p>Materia da Epoca</p> <p><a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG75221-5856-433,00.html">http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG75221-5856-433,00.html</a></p> <p> </p> <p>Artigo do Digestivo Cultural</p> <p><a href="http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2912">http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=2912</a></p> <p> </p> <p>A história dos plágios da Wikipedia</p> <p><a href="http://latimesblogs.latimes.com/jacketcopy/2009/06/chris-andersons-free-borrows-freely-from-wikipedia-and-other-sources.html">http://latimesblogs.latimes.com/jacketcopy/2009/06/chris-andersons-free-borrows-freely-from-wikipedia-and-other-sources.html</a></p> <p> </p> <p>Matéria da Wired debate o futuro e o conceito do Freemium</p> <p><a href="http://www.wired.com/techbiz/it/magazine/16-03/ff_free">http://www.wired.com/techbiz/it/magazine/16-03/ff_free</a></p></div> <p><br /><br /> </p>Fri, 26 Feb 2010 14:50:44 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/46500436/V-rios-links-reunidos-sobre-Freemium-eurn:www-soup-io:1:46500436regular Artigo no blog Clicio debate o novo mercado da fotografia com base no conceito da cauda longa {"tags":[],"type":"link","title":"Artigo no blog Clicio debate o novo mercado da fotografia com base no conceito da cauda longa","source":"http://www.clicio.com.br/blog/2010/pulga-na-cauda-longa/","body":"Relaciona a venda de fotos em bancos de imagens \u00e0 venda de aplicativos da Apple Store. "} <p>Relaciona a venda de fotos em bancos de imagens à venda de aplicativos da Apple Store. </p> <p><a href="http://www.clicio.com.br/blog/2010/pulga-na-cauda-longa/">http://www.clicio.com.br/blog/2010/pulga-na-cauda-longa/</a></p>Fri, 26 Feb 2010 14:36:41 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/46498835/Artigo-no-blog-Clicio-debate-o-novourn:www-soup-io:1:46498835link PDF com artigo sobre jornalismo e cauda longa - da Rita {"tags":[],"type":"link","title":"PDF com artigo sobre jornalismo e cauda longa - da Rita","source":"http://www.compos.org.br/files/09ecompos09_Schmitt_Fialho.pdf ","body":null} <p><a href="http://www.compos.org.br/files/09ecompos09_Schmitt_Fialho.pdf ">http://www.compos.org.br/files/09ecompos09_Schmitt_Fialho.pdf </a></p>Fri, 26 Feb 2010 14:31:49 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/46498582/PDF-com-artigo-sobre-jornalismo-e-caudaurn:www-soup-io:1:46498582link Video promocional do livro "Cauda Longa' de Chris Anderson veinculado no Rein... {"tags":[],"type":"video","embedcode_or_url":"\u003Cobject height=\"340\" width=\"560\"\u003E\u003Cparam name=\"movie\" value=\"http://www.youtube.com/v/jnABx_iHvs4\u0026amp;hl=pt_BR\u0026amp;fs=1\u0026amp;\" /\u003E\u003Cparam name=\"allowFullScreen\" value=\"true\" /\u003E\u003Cparam name=\"allowscriptaccess\" value=\"always\" /\u003E\u003Cembed src=\"http://www.youtube.com/v/jnABx_iHvs4\u0026amp;hl=pt_BR\u0026amp;fs=1\u0026amp;\" allowfullscreen=\"true\" type=\"application/x-shockwave-flash\" allowscriptaccess=\"always\" height=\"340\" width=\"560\" /\u003E\u003C/object\u003E","source":null,"body":"Video promocional do livro \"Cauda Longa' de Chris Anderson veinculado no Reino Unido (legendado) -\u00a0 contrib. do Silvio"} <object height="340" width="560"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/jnABx_iHvs4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/jnABx_iHvs4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" height="340" width="560" /></object>Video promocional do livro "Cauda Longa' de Chris Anderson veinculado no Reino Unido (legendado) -  contrib. do SilvioFri, 26 Feb 2010 14:29:08 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/46498272/Video-promocional-do-livro-Cauda-Longa-deurn:www-soup-io:1:46498272video Chris Anderson fala sobre 'A Cauda Longa' em palestra (legendado) - Do Silvio {"tags":[],"type":"video","embedcode_or_url":"\u003Cobject height=\"344\" width=\"425\"\u003E\u003Cparam name=\"movie\" value=\"http://www.youtube.com/v/1jiz7yAwCjY\u0026amp;hl=pt_BR\u0026amp;fs=1\u0026amp;\" /\u003E\u003Cparam name=\"allowFullScreen\" value=\"true\" /\u003E\u003Cparam name=\"allowscriptaccess\" value=\"always\" /\u003E\u003Cembed src=\"http://www.youtube.com/v/1jiz7yAwCjY\u0026amp;hl=pt_BR\u0026amp;fs=1\u0026amp;\" allowfullscreen=\"true\" type=\"application/x-shockwave-flash\" allowscriptaccess=\"always\" height=\"344\" width=\"425\" /\u003E\u003C/object\u003E","source":null,"body":"Chris Anderson fala sobre 'A Cauda Longa' em palestra (legendado) - Do Silvio"} <object height="344" width="425"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1jiz7yAwCjY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/1jiz7yAwCjY&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" height="344" width="425" /></object>Chris Anderson fala sobre 'A Cauda Longa' em palestra (legendado) - Do SilvioThu, 25 Feb 2010 20:21:20 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/46406830/Chris-Anderson-fala-sobre-A-Cauda-Longaurn:www-soup-io:1:46406830video SEO (otimização de sites) para vender mais e conquistar a cauda longa - contribuição da Elisangela {"tags":[],"type":"regular","title":"SEO (otimiza\u00e7\u00e3o de sites) para vender mais e conquistar a cauda longa - contribui\u00e7\u00e3o da Elisangela","source":null,"body":"\u003Ch3\u003EOriginal em \u003Ca href=\"http://gehspace.com/meusitenaprimeirapaginadogoogle/2009/03/19/seo-otimizacao-de-sites-para-vender-mais-e-conquistar-a-cauda-longa/\"\u003Ehttp://gehspace.com/meusitenaprimeirapaginadogoogle/2009/03/19/seo-otimizacao-de-sites-para-vender-mais-e-conquistar-a-cauda-longa/\u003C/a\u003E \u003Cbr /\u003E\u003C/h3\u003E\n\u003Cp\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Ch2\u003EA ilus\u00e3o do dinheiro f\u00e1cil via SEO (otimiza\u00e7\u00e3o de sites)\u003C/h2\u003E\n\u003Cdiv class=\"entry\"\u003E\n\u003Cp\u003ETenho recebido muitos contatos via e-mail, MSN e Skype de pessoas precisando de servi\u00e7os de \u003Cstrong\u003Eotimiza\u00e7\u00e3o de sites\u003C/strong\u003E. Entretanto, muitas dessas pessoas t\u00eam uma percep\u00e7\u00e3o equivocada de qual \u00e9 o objetivo do servi\u00e7o. Basicamente elas acham que aparecer em primeiro lugar na \u003Cstrong\u003Eprimeira p\u00e1gina do Google\u003C/strong\u003E para uma \u00fanica express\u00e3o de busca altamente competitiva ser\u00e1 suficiente para realizar todos os seus objetivos de neg\u00f3cios\u2026 E separam 500 reais para atingir esse objetivo. Isso quando n\u00e3o acreditam que uma simples dica via MSN ser\u00e1 suficiente para aprender o \u201cmacete\u201d para ganhar milh\u00f5es na internet.\u003C/p\u003E\n\u003Cdiv class=\"wp-caption alignnone\"\u003E\u003Cimg title=\"SEO (otimiza\u00e7\u00e3o de sites) para a cauda longa na pr\u00e1tica. fonte: google analytics\" class=\"size-full wp-image-266\" src=\"http://gehspace.com/meusitenaprimeirapaginadogoogle/wp-content/uploads/2009/03/long-tail2.jpg\" height=\"261\" alt=\"SEO (otimiza\u00e7\u00e3o de sites) para a cauda longa na pr\u00e1tica. fonte: google analytics\" width=\"380\" /\u003E \n\u003Cp class=\"wp-caption-text\"\u003ESEO (otimiza\u00e7\u00e3o de sites) para a cauda longa na pr\u00e1tica. Fonte: Google Analytics\u003C/p\u003E\u003C/div\u003E\n\u003Cp\u003EEsse \u00e9 um erro, infelizmente, muito comum. Para come\u00e7ar, se eu tivesse uma dica para voc\u00ea ganhar milh\u00f5es na internet, eu a venderia por no m\u00ednimo 1 milh\u00e3o de reais, n\u00e3o a daria via MSN nem em uma postagem deste blog. Ningu\u00e9m faz isso e a prud\u00eancia manda tomar muito cuidado com quem diz que tem a chave do sucesso e se oferece para vend\u00ea-la a voc\u00ea por uma ninharia.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003ESe esse \u00e9 o seu perfil, seu sonho, seu objetivo, seu lugar n\u00e3o \u00e9 aqui. H\u00e1 \u003Ca href=\"http://www.google.com/search?hl=en\u0026amp;q=earn+big+bucks+on+autopilot\"\u003Emilhares de sites\u003C/a\u003E prometendo \u003Ca href=\"http://search.yahoo.com/search?p=earn+big+bucks+on+autopilot\"\u003Em\u00e9todos para ganhar milh\u00f5es via \u201cpiloto autom\u00e1tico\u201d\u003C/a\u003E, fique \u00e0 vontade para escolher um e depois me conte se voc\u00ea conseguiu ficar rico com um deles.\u003C/p\u003E\n\u003Ch3\u003ESEO (otimiza\u00e7\u00e3o de sites) \u00e9 um compromisso a longo prazo\u003C/h3\u003E\n\u003Cp\u003EEm segundo lugar, tudo o que voc\u00ea faz via SEO (otimiza\u00e7\u00e3o de sites) \u00e9 diretamente influenciado pelo que seus concorrentes fizeram antes de voc\u00ea. Se voc\u00ea quer a primeira p\u00e1gina do Google para uma express\u00e3o de busca altamente competitiva, especialmente se \u003Ca href=\"http://www.searchenginechannel.com/2009/02/winning-at-seo-even-amidst-strong-competition\"\u003Eos sites de seus concorrentes j\u00e1 estiverem fortemente otimizados\u003C/a\u003E, esteja pronto para \u003Ca href=\"http://www.roi.com.au/index.php/search_engine_optimisation_seo/seo_your_long_term_business_growth_engine.html\"\u003Eesperar v\u00e1rios meses\u003C/a\u003E at\u00e9 conseguir chegar \u00e0 primeira p\u00e1gina\u2026 Se conseguir. E esteja pronto para investir tamb\u00e9m muitos milhares de reais para chegar at\u00e9 l\u00e1 durante todo esse tempo.\u003C/p\u003E\n\u003Cdiv class=\"wp-caption alignnone\"\u003E\u003Cimg title=\"Somente 20% das visitas chegam atrav\u00e9s da palavra-chave principal fonte: google analytics\" class=\"size-full wp-image-265\" src=\"http://gehspace.com/meusitenaprimeirapaginadogoogle/wp-content/uploads/2009/03/long-tail.jpg\" height=\"296\" alt=\"Somente 20% das visitas chegam atrav\u00e9s da palavra-chave principal fonte: google analytics\" width=\"410\" /\u003E \n\u003Cp class=\"wp-caption-text\"\u003ESomente 20% das visitas chegam atrav\u00e9s da palavra-chave principal Fonte: Google Analytics\u003C/p\u003E\u003C/div\u003E\n\u003Cp\u003EA grande decep\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, ocorre quando voc\u00ea finalmente conquista a primeira p\u00e1gina do Google para essa palavra-chave que voc\u00ea considerava um \u201cfil\u00e9 mignon\u201d, apenas para descobrir que (1) a audi\u00eancia do seu site n\u00e3o subiu tanto quanto voc\u00ea esperava e (2) as vendas atrav\u00e9s do seu site simplesmente n\u00e3o aumentaram ou aumentaram muito pouco face ao dinheiro e ao tempo que voc\u00ea gastou para atingir o objetivo.\u003C/p\u003E\n\u003Ch3\u003EMas eu gastei uma fortuna na otimiza\u00e7\u00e3o de meu site para que ele vendesse mais!\u003C/h3\u003E\n\u003Cp\u003EInfelizmente, o m\u00e1ximo que o SEO (otimiza\u00e7\u00e3o de sites) pode fazer \u00e9 aumentar a visibilidade do seu site. Aparecer na primeira p\u00e1gina do Google para uma palavra-chave n\u00e3o \u00e9 garantia de vendas!\u003Cbr /\u003EVeja bem: o t\u00edtulo e a descri\u00e7\u00e3o da sua p\u00e1gina que aparece no Google s\u00e3o realmente vendedores ou n\u00e3o passam de uma simples cole\u00e7\u00e3o de palavras-chaves? Os textos e imagens de sua p\u00e1gina ajudam a vender seu produto? Sua empresa \u00e9 conhecida e tem credibilidade no mercado ou toda a sua estrat\u00e9gia de marketing se baseia na esperan\u00e7a de aparecer no Google? Seu site funciona bem em todos os navegadores? Sua loja virtual \u00e9 segura, funciona bem, \u00e9 f\u00e1cil de usar e aceita todas as op\u00e7\u00f5es de pagamento?\u003C/p\u003E\n\u003Ch3\u003EO SEO (otimiza\u00e7\u00e3o de sites) \u00e9 uma ferramenta de marketing, n\u00e3o o pr\u00f3prio marketing.\u003C/h3\u003E\n\u003Cp\u003EO que vai fazer voc\u00ea vender mais ou menos atrav\u00e9s de seu site \u00e9 o conjunto de suas a\u00e7\u00f5es de marketing. Se voc\u00ea tem uma marca forte e seu site est\u00e1 completamente otimizado para vendas, os bons posicionamentos no Google v\u00e3o ajudar no crescimento de suas vendas, caso contr\u00e1rio, o resultado pode ser decepcionante.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EPor outro lado, se voc\u00ea tem um site otimizado para vender, voc\u00ea precisa de um grande n\u00famero de visitas qualificadas, n\u00e3o de um \u00fanico ranking para uma \u00fanica palavra-chave no Google, seja qual for essa palavra. Portanto\u2026\u003C/p\u003E\n\u003Cdiv class=\"wp-caption alignnone\"\u003E\u003Cimg title=\"Resultados obtidos por nosso cliente otimizando o site para a cauda longa - fonte: google analytics\" class=\"size-full wp-image-267\" src=\"http://gehspace.com/meusitenaprimeirapaginadogoogle/wp-content/uploads/2009/03/long-tail3.jpg\" height=\"258\" alt=\"Resultados obtidos por nosso cliente ap\u00f3s otimizar o site para a cauda longa - fonte: google analytics\" width=\"375\" /\u003E \n\u003Cp class=\"wp-caption-text\"\u003EResultados obtidos por nosso cliente ap\u00f3s otimizar o site para a cauda longa - Fonte: Google Analytics\u003C/p\u003E\u003C/div\u003E\n\u003Ch3\u003EVoc\u00ea precisa otimizar seu site para grande n\u00famero de palavras-chaves \u2013 a \u201ccauda longa\u201d\u003C/h3\u003E\n\u003Cp\u003EAs pessoas fazem pesquisas no Google de mil formas diferentes, ao contr\u00e1rio do que sugere a \u003Ca href=\"https://adwords.google.com/select/KeywordToolExternal\"\u003Eferramenta de palavras-chaves do Google AdWords\u003C/a\u003E. Mergulhando nos logs que registram a \u003Ca href=\"http://statcounter.com/\"\u003Eaudi\u00eancia de seu site\u003C/a\u003E, voc\u00ea ver\u00e1 que as pessoas pesquisam no Google usando frases completas, perguntas, erros de ortografia e declara\u00e7\u00f5es aparentemente sem sentido. Ningu\u00e9m pensa em \u201cotimizar o site\u201d para todas essas variantes e combina\u00e7\u00f5es de palavras-chaves que a pessoas usam na vida real, mas elas podem facilmente representar \u003Ca href=\"http://weblogs.hitwise.com/bill-tancer/2008/11/sizing_up_the_long_tail_of_sea.html\"\u003E60 a 80% das visitas ao seu site atrav\u00e9s dos buscadores\u003C/a\u003E.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EEssas palavras isoladas que, em conjunto, tem o potencial de trazer a maior parte das visitas a um site comp\u00f5em a chamada \u003Ca href=\"http://en.wikipedia.org/wiki/Long_tail\"\u003E\u201ccauda longa\u201d (long tail)\u003C/a\u003E, uma imensa oportunidade de marketing que a otimiza\u00e7\u00e3o de seu site para uma palavra-chave isolada deixa de aproveitar.\u003C/p\u003E\n\u003Ch3\u003EOtimiza\u00e7\u00e3o para a cauda longa n\u00e3o \u00e9 trabalho f\u00e1cil que voc\u00ea pode comprar \u201cbaratinho\u201d\u003C/h3\u003E\n\u003Cp\u003EO ponto que quero enfatizar \u00e9 que um site otimizado para vendas tem potencial muito maior de aproveitar toda a cauda longa. Por isso, uma pol\u00edtica de SEO (otimiza\u00e7\u00e3o de sites) que busque obsessivamente o ranking apenas para uma palavra-chave significa na pr\u00e1tica um imenso desperd\u00edcio de recursos e esfor\u00e7os.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EDe fato, um programa inteligente de SEO (otimiza\u00e7\u00e3o de sites) buscar\u00e1 atingir objetivos de palavras-chaves em etapas. Primeiro ser\u00e3o conquistadas palavras da cauda longa, com menor n\u00famero de competidores mas com bom potencial para gerar vendas imediatamente, enquanto as palavras mais fortes v\u00e3o sendo conquistadas ao longo do tempo, no pr\u00f3prio desenrolar dos trabalhos.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EEvidentemente, esse n\u00e3o \u00e9 um trabalho r\u00e1pido e f\u00e1cil, que voc\u00ea pode comprar \u201cbaratinho\u201d ou aprender \u201cpegando uma dica\u201d em papo r\u00e1pido via MSN ou Skype. O resultado que voc\u00ea pode ver nos gr\u00e1ficos apresentados ao longo deste artigo foram conquistados pelos nossos clientes ap\u00f3s meses de trabalho de SEO (otimiza\u00e7\u00e3o de sites) e continuam exigindo esfor\u00e7o cont\u00ednuo de manuten\u00e7\u00e3o de expans\u00e3o, com resultados que se refletem diretamente sobre as vendas dessas empresas.\u003C/p\u003E\u003C/div\u003E"} <h3>Original em <a href="http://gehspace.com/meusitenaprimeirapaginadogoogle/2009/03/19/seo-otimizacao-de-sites-para-vender-mais-e-conquistar-a-cauda-longa/">http://gehspace.com/meusitenaprimeirapaginadogoogle/2009/03/19/seo-otimizacao-de-sites-para-vender-mais-e-conquistar-a-cauda-longa/</a> <br /></h3> <p></p> <h2>A ilusão do dinheiro fácil via SEO (otimização de sites)</h2> <div class="entry"> <p>Tenho recebido muitos contatos via e-mail, MSN e Skype de pessoas precisando de serviços de <strong>otimização de sites</strong>. Entretanto, muitas dessas pessoas têm uma percepção equivocada de qual é o objetivo do serviço. Basicamente elas acham que aparecer em primeiro lugar na <strong>primeira página do Google</strong> para uma única expressão de busca altamente competitiva será suficiente para realizar todos os seus objetivos de negócios… E separam 500 reais para atingir esse objetivo. Isso quando não acreditam que uma simples dica via MSN será suficiente para aprender o “macete” para ganhar milhões na internet.</p> <div class="wp-caption alignnone"><img class="size-full wp-image-266" title="SEO (otimização de sites) para a cauda longa na prática. fonte: google analytics" src="http://gehspace.com/meusitenaprimeirapaginadogoogle/wp-content/uploads/2009/03/long-tail2.jpg" height="261" alt="SEO (otimização de sites) para a cauda longa na prática. fonte: google analytics" width="380" /> <p class="wp-caption-text">SEO (otimização de sites) para a cauda longa na prática. Fonte: Google Analytics</p></div> <p>Esse é um erro, infelizmente, muito comum. Para começar, se eu tivesse uma dica para você ganhar milhões na internet, eu a venderia por no mínimo 1 milhão de reais, não a daria via MSN nem em uma postagem deste blog. Ninguém faz isso e a prudência manda tomar muito cuidado com quem diz que tem a chave do sucesso e se oferece para vendê-la a você por uma ninharia.</p> <p>Se esse é o seu perfil, seu sonho, seu objetivo, seu lugar não é aqui. Há <a href="http://www.google.com/search?hl=en&amp;q=earn+big+bucks+on+autopilot">milhares de sites</a> prometendo <a href="http://search.yahoo.com/search?p=earn+big+bucks+on+autopilot">métodos para ganhar milhões via “piloto automático”</a>, fique à vontade para escolher um e depois me conte se você conseguiu ficar rico com um deles.</p> <h3>SEO (otimização de sites) é um compromisso a longo prazo</h3> <p>Em segundo lugar, tudo o que você faz via SEO (otimização de sites) é diretamente influenciado pelo que seus concorrentes fizeram antes de você. Se você quer a primeira página do Google para uma expressão de busca altamente competitiva, especialmente se <a href="http://www.searchenginechannel.com/2009/02/winning-at-seo-even-amidst-strong-competition">os sites de seus concorrentes já estiverem fortemente otimizados</a>, esteja pronto para <a href="http://www.roi.com.au/index.php/search_engine_optimisation_seo/seo_your_long_term_business_growth_engine.html">esperar vários meses</a> até conseguir chegar à primeira página… Se conseguir. E esteja pronto para investir também muitos milhares de reais para chegar até lá durante todo esse tempo.</p> <div class="wp-caption alignnone"><img class="size-full wp-image-265" title="Somente 20% das visitas chegam através da palavra-chave principal fonte: google analytics" src="http://gehspace.com/meusitenaprimeirapaginadogoogle/wp-content/uploads/2009/03/long-tail.jpg" height="296" alt="Somente 20% das visitas chegam através da palavra-chave principal fonte: google analytics" width="410" /> <p class="wp-caption-text">Somente 20% das visitas chegam através da palavra-chave principal Fonte: Google Analytics</p></div> <p>A grande decepção, porém, ocorre quando você finalmente conquista a primeira página do Google para essa palavra-chave que você considerava um “filé mignon”, apenas para descobrir que (1) a audiência do seu site não subiu tanto quanto você esperava e (2) as vendas através do seu site simplesmente não aumentaram ou aumentaram muito pouco face ao dinheiro e ao tempo que você gastou para atingir o objetivo.</p> <h3>Mas eu gastei uma fortuna na otimização de meu site para que ele vendesse mais!</h3> <p>Infelizmente, o máximo que o SEO (otimização de sites) pode fazer é aumentar a visibilidade do seu site. Aparecer na primeira página do Google para uma palavra-chave não é garantia de vendas!<br />Veja bem: o título e a descrição da sua página que aparece no Google são realmente vendedores ou não passam de uma simples coleção de palavras-chaves? Os textos e imagens de sua página ajudam a vender seu produto? Sua empresa é conhecida e tem credibilidade no mercado ou toda a sua estratégia de marketing se baseia na esperança de aparecer no Google? Seu site funciona bem em todos os navegadores? Sua loja virtual é segura, funciona bem, é fácil de usar e aceita todas as opções de pagamento?</p> <h3>O SEO (otimização de sites) é uma ferramenta de marketing, não o próprio marketing.</h3> <p>O que vai fazer você vender mais ou menos através de seu site é o conjunto de suas ações de marketing. Se você tem uma marca forte e seu site está completamente otimizado para vendas, os bons posicionamentos no Google vão ajudar no crescimento de suas vendas, caso contrário, o resultado pode ser decepcionante.</p> <p>Por outro lado, se você tem um site otimizado para vender, você precisa de um grande número de visitas qualificadas, não de um único ranking para uma única palavra-chave no Google, seja qual for essa palavra. Portanto…</p> <div class="wp-caption alignnone"><img class="size-full wp-image-267" title="Resultados obtidos por nosso cliente otimizando o site para a cauda longa - fonte: google analytics" src="http://gehspace.com/meusitenaprimeirapaginadogoogle/wp-content/uploads/2009/03/long-tail3.jpg" height="258" alt="Resultados obtidos por nosso cliente após otimizar o site para a cauda longa - fonte: google analytics" width="375" /> <p class="wp-caption-text">Resultados obtidos por nosso cliente após otimizar o site para a cauda longa - Fonte: Google Analytics</p></div> <h3>Você precisa otimizar seu site para grande número de palavras-chaves – a “cauda longa”</h3> <p>As pessoas fazem pesquisas no Google de mil formas diferentes, ao contrário do que sugere a <a href="https://adwords.google.com/select/KeywordToolExternal">ferramenta de palavras-chaves do Google AdWords</a>. Mergulhando nos logs que registram a <a href="http://statcounter.com/">audiência de seu site</a>, você verá que as pessoas pesquisam no Google usando frases completas, perguntas, erros de ortografia e declarações aparentemente sem sentido. Ninguém pensa em “otimizar o site” para todas essas variantes e combinações de palavras-chaves que a pessoas usam na vida real, mas elas podem facilmente representar <a href="http://weblogs.hitwise.com/bill-tancer/2008/11/sizing_up_the_long_tail_of_sea.html">60 a 80% das visitas ao seu site através dos buscadores</a>.</p> <p>Essas palavras isoladas que, em conjunto, tem o potencial de trazer a maior parte das visitas a um site compõem a chamada <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Long_tail">“cauda longa” (long tail)</a>, uma imensa oportunidade de marketing que a otimização de seu site para uma palavra-chave isolada deixa de aproveitar.</p> <h3>Otimização para a cauda longa não é trabalho fácil que você pode comprar “baratinho”</h3> <p>O ponto que quero enfatizar é que um site otimizado para vendas tem potencial muito maior de aproveitar toda a cauda longa. Por isso, uma política de SEO (otimização de sites) que busque obsessivamente o ranking apenas para uma palavra-chave significa na prática um imenso desperdício de recursos e esforços.</p> <p>De fato, um programa inteligente de SEO (otimização de sites) buscará atingir objetivos de palavras-chaves em etapas. Primeiro serão conquistadas palavras da cauda longa, com menor número de competidores mas com bom potencial para gerar vendas imediatamente, enquanto as palavras mais fortes vão sendo conquistadas ao longo do tempo, no próprio desenrolar dos trabalhos.</p> <p>Evidentemente, esse não é um trabalho rápido e fácil, que você pode comprar “baratinho” ou aprender “pegando uma dica” em papo rápido via MSN ou Skype. O resultado que você pode ver nos gráficos apresentados ao longo deste artigo foram conquistados pelos nossos clientes após meses de trabalho de SEO (otimização de sites) e continuam exigindo esforço contínuo de manutenção de expansão, com resultados que se refletem diretamente sobre as vendas dessas empresas.</p></div>Mon, 22 Feb 2010 20:18:07 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/45995020/SEO-otimiza-o-de-sites-para-venderurn:www-soup-io:1:45995020regular Grátis, pero no mucho - Contribuição da Letícia, sobre freemium {"tags":[],"type":"regular","title":"Gr\u00e1tis, pero no mucho - Contribui\u00e7\u00e3o da Let\u00edcia, sobre freemium","source":null,"body":"\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0950/tecnologia/gratis-pero-mucho-492846.html\"\u003Ehttp://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0950/tecnologia/gratis-pero-mucho-492846.html\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Ch1 class=\"titulo_materia\"\u003EA nova onda na internet \u00e9 o modelo freemium. 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O modelo de neg\u00f3cios \u00e9 conhecido como freemium, mistura das palavras inglesas free e premium. A l\u00f3gica \u00e9 parecida com a dos vendedores de frutas, mas vai um pouco mais longe: no mundo online, d\u00e1 para comer uma melancia inteira, ou v\u00e1rias, sem pagar um tost\u00e3o. Basta que um pequeno n\u00famero de clientes decida pagar pela melancia sem caro\u00e7o -- um produto premium -- e que cubra os custos de todas as frutas distribu\u00eddas gratuitamente. \u00c9 assim que funciona o Flickr, do Yahoo!, um dos maiores servi\u00e7os de hospedagem de fotografias do mundo. Quer guardar suas recorda\u00e7\u00f5es no site e dividi-las com o mundo todo? Sem problema. O servi\u00e7o ser\u00e1 gr\u00e1tis para sempre, diz o Flickr. Mas existem alguns limites para o tamanho dos arquivos, para o n\u00famero de uploads por m\u00eas e para sua participa\u00e7\u00e3o em grupos tem\u00e1ticos. Os usu\u00e1rios que n\u00e3o pagam nada tamb\u00e9m ver\u00e3o an\u00fancios publicit\u00e1rios em sua navega\u00e7\u00e3o pelo site. Mas todos esses limites desaparecem para quem paga 24,95 d\u00f3lares por ano, ou pouco mais de 2 d\u00f3lares por m\u00eas. Embora o n\u00famero de pagantes n\u00e3o seja divulgado pelo Yahoo!, se 1% dos 40 milh\u00f5es de cadastrados do Flickr optasse pelo servi\u00e7o premium, a receita anual seria de quase 10 milh\u00f5es de d\u00f3lares, sem contar a publicidade.\u003C/p\u003E\n\u003Cdiv\u003E\n\u003Cdiv class=\"lateral_box_materia\"\u003E\n\u003Cdiv class=\"noticias_materia\"\u003E\n\u003Cdiv class=\"t_10\"\u003EComo muitas empresas de servi\u00e7os e m\u00eddia est\u00e3o descobrindo de forma dolorosa, o consumidor se acostumou a ter tudo de gra\u00e7a na internet. Alguns apontam para os excessos da \u00e9poca da bolha, no come\u00e7o desta d\u00e9cada, quando sobrava dinheiro e faltavam modelos de neg\u00f3cios sustent\u00e1veis. Outros dizem que o problema foi optar pela audi\u00eancia a qualquer custo -- deixando os sistemas de cobran\u00e7a eternamente em segundo plano. Mas encontrar os culpados n\u00e3o vai resolver o problema de ningu\u00e9m. O fato \u00e9 que as empresas que hoje distribuem produtos ou servi\u00e7os de gra\u00e7a na rede est\u00e3o em busca de fontes de receita al\u00e9m da publicidade -- e o modelo freemium \u00e9 um dos mais atraentes. Um dos maiores defensores da ideia \u00e9 o magnata da m\u00eddia Rupert Murdoch, dono do Wall Street Journal e da rede Fox. Depois de ver seu grupo News Corp. anunciar resultados financeiros ruins (preju\u00edzo de 3,4 bilh\u00f5es de d\u00f3lares no \u00faltimo ano fiscal), Murdoch afirmou que vai come\u00e7ar a cobrar pelo acesso ao conte\u00fado produzido pelos profissionais de suas empresas.\u003C/div\u003E\u003C/div\u003E\u003C/div\u003E\u003C/div\u003E\n\u003Cp class=\"pagina\"\u003E\"Se formos bem-sucedidos, seremos seguidos por todas as outras empresas de m\u00eddia\", disse Murdoch no in\u00edcio do m\u00eas. Ele previu \"receitas significativas\" com a iniciativa, mas n\u00e3o deu maiores detalhes de como vai colocar em pr\u00e1tica seu ousado plano. A expectativa, por\u00e9m, \u00e9 que o modelo seja muito parecido com o sistema freemium do Wall Street Journal. O di\u00e1rio, um dos jornais de maior prest\u00edgio do mundo, oferece algumas reportagens de gra\u00e7a na web, mas cobra de quem quiser ler todo o conte\u00fado online. Hoje, mais de 1 milh\u00e3o de pessoas pagam para ler o WSJ na web. Mas a repeti\u00e7\u00e3o da experi\u00eancia n\u00e3o ser\u00e1 uma tarefa simples. \"O dif\u00edcil \u00e9 mudar de um modelo gratuito para um pago\", diz Sunil Gupta, professor de administra\u00e7\u00e3o da Universidade Harvard. Em Free -- Gr\u00e1tis, o Futuro dos Pre\u00e7os, o jornalista Chris Anderson sugere que o segredo \u00e9 cobrar por apenas uma parcela pequena do conte\u00fado -- ou dos recursos, no caso de servi\u00e7os como o Flickr. No mundo dos \u00e1tomos, escreve Anderson, as amostras gr\u00e1tis s\u00e3o apenas isso: amostras. O motivo \u00e9 o custo de produzir e distribuir os brindes, por mais simples que sejam. \"No mundo digital, o inverso \u00e9 verdade. Para cada usu\u00e1rio que pague pela vers\u00e3o premium, 19 outros podem desfrutar a vers\u00e3o gratuita.\" Isso \u00e9 poss\u00edvel, argumenta Anderson, porque os custos b\u00e1sicos da computa\u00e7\u00e3o -- servidores, armazenamento e banda -- caem de forma vertiginosa.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"pagina\"\u003EN\u00e3o s\u00e3o apenas os consumidores finais os beneficiados pelo enorme interesse em tudo o que \u00e9 freemium. Empresas que produzem software corporativo tamb\u00e9m est\u00e3o experimentando com ofertas mistas. A Intuit, empresa que produz programas de contabilidade, oferece uma vers\u00e3o gratuita a companhias que queiram emitir faturas e acompanhar a movimenta\u00e7\u00e3o de at\u00e9 20 clientes. At\u00e9 mesmo a Microsoft, empresa conhecida por tudo, menos por oferecer software de gra\u00e7a, criou uma vers\u00e3o gratuita do BizSpark, um programa de aux\u00edlio para companhias iniciantes que atuam em desenvolvimento de software. Startups com faturamento de at\u00e9 1 milh\u00e3o de d\u00f3lares por ano podem usar uma s\u00e9rie de produtos da Microsoft gratuitamente -- a ideia \u00e9 passar a cobrar somente depois que essas companhias deixem a inf\u00e2ncia e possam pagar pelo que utilizam.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"pagina\"\u003EA quest\u00e3o \u00e9 que nem todos os modelos de neg\u00f3cios da web podem se sustentar com uma oferta freemium. Um dos desafios mais importantes \u00e9 conseguir grande escala. Mesmo com a queda nos custos de manuten\u00e7\u00e3o de uma opera\u00e7\u00e3o online, somente uma pequena parcela de usu\u00e1rios vai contribuir com as receitas -- e, portanto, a base total precisa ser grande. \"A maioria das empresas v\u00ea taxas de convers\u00e3o de menos de 5%, o que mostra a particularidade desse neg\u00f3cio\", diz o dinamarqu\u00eas Peter Froberg, consultor em neg\u00f3cios freemium. O Terra, um dos maiores portais do Brasil, criou um modelo freemium para o Sonora, seu servi\u00e7o de m\u00fasicas online. Qualquer internauta pode acessar o servi\u00e7o para ouvir as faixas. Mas, para fazer o download e organizar as listas de reprodu\u00e7\u00e3o, \u00e9 preciso pagar uma mensalidade de cerca de 20 reais. O Terra afirma que 200 000 dos 3 milh\u00f5es de visitantes \u00fanicos que o Sonora recebe ao m\u00eas pagam para ter acesso aos recursos mais avan\u00e7ados. Mas sites que n\u00e3o contam com o mesmo alcance de um grande portal t\u00eam uma miss\u00e3o muito mais complicada para tornar vi\u00e1vel o modelo. Outro ponto fundamental \u00e9 diferenciar-se da concorr\u00eancia. Na internet, novas ideias s\u00e3o rapidamente copiadas -- e o modelo freemium \u00e9 a bola da vez. De r\u00e1dios online a vendedores de armazenamento na web, est\u00e1 cada vez mais dif\u00edcil encontrar uma nova empresa que n\u00e3o tenha freemium em seu plano de neg\u00f3cios. Bom para os consumidores? Sem d\u00favida. Resta saber se vai ser bom neg\u00f3cio para o feirante.\u003C/p\u003E\n\u003Chr /\u003E\n\n\u003Cp class=\"pagina\"\u003E\u003C!-- texto --\u003E\u003C!-- pagina\u00e7\u00e3o --\u003E\u003C/p\u003E\u003C/div\u003E\u003C/div\u003E"} <p><a href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0950/tecnologia/gratis-pero-mucho-492846.html">http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0950/tecnologia/gratis-pero-mucho-492846.html</a></p> <h1 class="titulo_materia">A nova onda na internet é o modelo freemium. A maioria desfruta os serviços de graça -- e alguns poucos pagam a conta</h1> <div class="texto_materia"> <div class="ferramentas_materia"> <a href="http://ads.abril.com.br/RealMedia/ads/click_lx.ads/pexame/tecnologia/194481793/Bottom/OasDefault/default/empty.gif/63386139653434333462363837393030"><img src="http://ads.abril.com.br/RealMedia/ads/adstream_lx.ads/pexame/tecnologia/194481793/Bottom/OasDefault/default/empty.gif/63386139653434333462363837393030" height="2" alt="" width="2" /></a> </div>&lt;!-- ferramentas -->&lt;!-- texto --> <div> <p class="pagina">Feirante que se preze sabe que oferecer pedaços das frutas da banca conquista os clientes. Funciona na feira -- e na web também. Cada vez mais empresas de software e mídia oferecem versões gratuitas de seus produtos e serviços na internet. O modelo de negócios é conhecido como freemium, mistura das palavras inglesas free e premium. A lógica é parecida com a dos vendedores de frutas, mas vai um pouco mais longe: no mundo online, dá para comer uma melancia inteira, ou várias, sem pagar um tostão. Basta que um pequeno número de clientes decida pagar pela melancia sem caroço -- um produto premium -- e que cubra os custos de todas as frutas distribuídas gratuitamente. É assim que funciona o Flickr, do Yahoo!, um dos maiores serviços de hospedagem de fotografias do mundo. Quer guardar suas recordações no site e dividi-las com o mundo todo? Sem problema. O serviço será grátis para sempre, diz o Flickr. Mas existem alguns limites para o tamanho dos arquivos, para o número de uploads por mês e para sua participação em grupos temáticos. Os usuários que não pagam nada também verão anúncios publicitários em sua navegação pelo site. Mas todos esses limites desaparecem para quem paga 24,95 dólares por ano, ou pouco mais de 2 dólares por mês. Embora o número de pagantes não seja divulgado pelo Yahoo!, se 1% dos 40 milhões de cadastrados do Flickr optasse pelo serviço premium, a receita anual seria de quase 10 milhões de dólares, sem contar a publicidade.</p> <div> <div class="lateral_box_materia"> <div class="noticias_materia"> <div class="t_10">Como muitas empresas de serviços e mídia estão descobrindo de forma dolorosa, o consumidor se acostumou a ter tudo de graça na internet. Alguns apontam para os excessos da época da bolha, no começo desta década, quando sobrava dinheiro e faltavam modelos de negócios sustentáveis. Outros dizem que o problema foi optar pela audiência a qualquer custo -- deixando os sistemas de cobrança eternamente em segundo plano. Mas encontrar os culpados não vai resolver o problema de ninguém. O fato é que as empresas que hoje distribuem produtos ou serviços de graça na rede estão em busca de fontes de receita além da publicidade -- e o modelo freemium é um dos mais atraentes. Um dos maiores defensores da ideia é o magnata da mídia Rupert Murdoch, dono do Wall Street Journal e da rede Fox. Depois de ver seu grupo News Corp. anunciar resultados financeiros ruins (prejuízo de 3,4 bilhões de dólares no último ano fiscal), Murdoch afirmou que vai começar a cobrar pelo acesso ao conteúdo produzido pelos profissionais de suas empresas.</div></div></div></div> <p class="pagina">"Se formos bem-sucedidos, seremos seguidos por todas as outras empresas de mídia", disse Murdoch no início do mês. Ele previu "receitas significativas" com a iniciativa, mas não deu maiores detalhes de como vai colocar em prática seu ousado plano. A expectativa, porém, é que o modelo seja muito parecido com o sistema freemium do Wall Street Journal. O diário, um dos jornais de maior prestígio do mundo, oferece algumas reportagens de graça na web, mas cobra de quem quiser ler todo o conteúdo online. Hoje, mais de 1 milhão de pessoas pagam para ler o WSJ na web. Mas a repetição da experiência não será uma tarefa simples. "O difícil é mudar de um modelo gratuito para um pago", diz Sunil Gupta, professor de administração da Universidade Harvard. Em Free -- Grátis, o Futuro dos Preços, o jornalista Chris Anderson sugere que o segredo é cobrar por apenas uma parcela pequena do conteúdo -- ou dos recursos, no caso de serviços como o Flickr. No mundo dos átomos, escreve Anderson, as amostras grátis são apenas isso: amostras. O motivo é o custo de produzir e distribuir os brindes, por mais simples que sejam. "No mundo digital, o inverso é verdade. Para cada usuário que pague pela versão premium, 19 outros podem desfrutar a versão gratuita." Isso é possível, argumenta Anderson, porque os custos básicos da computação -- servidores, armazenamento e banda -- caem de forma vertiginosa.</p> <p class="pagina">Não são apenas os consumidores finais os beneficiados pelo enorme interesse em tudo o que é freemium. Empresas que produzem software corporativo também estão experimentando com ofertas mistas. A Intuit, empresa que produz programas de contabilidade, oferece uma versão gratuita a companhias que queiram emitir faturas e acompanhar a movimentação de até 20 clientes. Até mesmo a Microsoft, empresa conhecida por tudo, menos por oferecer software de graça, criou uma versão gratuita do BizSpark, um programa de auxílio para companhias iniciantes que atuam em desenvolvimento de software. Startups com faturamento de até 1 milhão de dólares por ano podem usar uma série de produtos da Microsoft gratuitamente -- a ideia é passar a cobrar somente depois que essas companhias deixem a infância e possam pagar pelo que utilizam.</p> <p class="pagina">A questão é que nem todos os modelos de negócios da web podem se sustentar com uma oferta freemium. Um dos desafios mais importantes é conseguir grande escala. Mesmo com a queda nos custos de manutenção de uma operação online, somente uma pequena parcela de usuários vai contribuir com as receitas -- e, portanto, a base total precisa ser grande. "A maioria das empresas vê taxas de conversão de menos de 5%, o que mostra a particularidade desse negócio", diz o dinamarquês Peter Froberg, consultor em negócios freemium. O Terra, um dos maiores portais do Brasil, criou um modelo freemium para o Sonora, seu serviço de músicas online. Qualquer internauta pode acessar o serviço para ouvir as faixas. Mas, para fazer o download e organizar as listas de reprodução, é preciso pagar uma mensalidade de cerca de 20 reais. O Terra afirma que 200 000 dos 3 milhões de visitantes únicos que o Sonora recebe ao mês pagam para ter acesso aos recursos mais avançados. Mas sites que não contam com o mesmo alcance de um grande portal têm uma missão muito mais complicada para tornar viável o modelo. Outro ponto fundamental é diferenciar-se da concorrência. Na internet, novas ideias são rapidamente copiadas -- e o modelo freemium é a bola da vez. De rádios online a vendedores de armazenamento na web, está cada vez mais difícil encontrar uma nova empresa que não tenha freemium em seu plano de negócios. Bom para os consumidores? Sem dúvida. Resta saber se vai ser bom negócio para o feirante.</p> <hr /> <p class="pagina">&lt;!-- texto -->&lt;!-- paginação --></p></div></div>Mon, 22 Feb 2010 19:51:55 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/45992327/Gr-tis-pero-no-mucho-Contribui-ourn:www-soup-io:1:45992327regular E não é que já fizeram o tal grafitti com realidade aumentada?!? {"tags":[],"type":"link","title":"E n\u00e3o \u00e9 que j\u00e1 fizeram o tal grafitti com realidade aumentada?!?","source":"http://www.likecool.com/Digital_Graffiti--Tech--Gear.html","body":null} <p><a href="http://www.likecool.com/Digital_Graffiti--Tech--Gear.html">http://www.likecool.com/Digital_Graffiti--Tech--Gear.html</a></p>Fri, 19 Feb 2010 16:41:30 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/45585632/E-n-o-que-j-fizeram-ourn:www-soup-io:1:45585632link Jornalistas se pautam usando a mídia social {"tags":[],"type":"regular","title":"Jornalistas se pautam usando a m\u00eddia social","source":null,"body":"\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003E\u003Ca href=\"http://holykaw.alltop.com/most-journalists-use-social-media-as-a-report\"\u003Ehttp://holykaw.alltop.com/most-journalists-use-social-media-as-a-report\u003C/a\u003E?\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003E\u00a0\u003C!--?xml:namespace prefix =\" o\" ns =\" \"urn:schemas-microsoft-com:office:office\"\" /--\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EMost journalists use social media as a reporting tool\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EPosted Jan 26th, 2010 at 7:37 PM and seen 5545 times \u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003E\u00a0\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EA new survey of 371 journalists conducted by Cision and George Washington University found that the majority of reporters use social media as a resource for research. Among some of the fascinating findings:\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003E\u00a0\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003E89% of journalists said they look to blogs for story reporting. \u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003E65% of journalists look to social networking sites like Facebook and LinkedIn for information. \u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003E52% of journalists report using Twitter and other microblogging sites. \u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EJournalists with less experience use social media metrics to indicate impact more than move seasoned journalists. \u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003E91% of newspaper journalists and 85% of magazine journalists think social media is less reliable. \u003C/p\u003EFor the rest of the survey results, you can download the full report for free."} <p class="MsoNormal"><a href="http://holykaw.alltop.com/most-journalists-use-social-media-as-a-report">http://holykaw.alltop.com/most-journalists-use-social-media-as-a-report</a>?</p> <p class="MsoNormal"> &lt;!--?xml:namespace prefix =" o" ns =" "urn:schemas-microsoft-com:office:office"" /--></p> <p class="MsoNormal">Most journalists use social media as a reporting tool</p> <p class="MsoNormal">Posted Jan 26th, 2010 at 7:37 PM and seen 5545 times </p> <p class="MsoNormal"> </p> <p class="MsoNormal">A new survey of 371 journalists conducted by Cision and George Washington University found that the majority of reporters use social media as a resource for research. Among some of the fascinating findings:</p> <p class="MsoNormal"> </p> <p class="MsoNormal">89% of journalists said they look to blogs for story reporting. </p> <p class="MsoNormal">65% of journalists look to social networking sites like Facebook and LinkedIn for information. </p> <p class="MsoNormal">52% of journalists report using Twitter and other microblogging sites. </p> <p class="MsoNormal">Journalists with less experience use social media metrics to indicate impact more than move seasoned journalists. </p> <p class="MsoNormal">91% of newspaper journalists and 85% of magazine journalists think social media is less reliable. </p>For the rest of the survey results, you can download the full report for free.Thu, 18 Feb 2010 12:39:35 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/45406154/Jornalistas-se-pautam-usando-a-m-diaurn:www-soup-io:1:45406154regular Jornalismo participativo - o caso do Guardian {"tags":[],"type":"regular","title":"Jornalismo participativo - o caso do Guardian","source":null,"body":"\u003Cdiv\u003ENoticia do Blue Bus - 13/10/09\u003C/div\u003E\n\u003Cdiv\u003E\u003Ca href=\"http://www.bluebus.com.br/aimagens/minishare.gif\" title=\"outbind://53-000000002A531783E6E04044AAE6E499E42BC78F0700FBD068C08AA91441B6448D1E3DB43A3B000004325796000024A70C276A5BA142B8E5EE8EF942DB2E0000837BA8A50000/http://www.bluebus.com.br/aimagens/minishare.gif\"\u003E\u003Cimg title=\"outbind://53-000000002A531783E6E04044AAE6E499E42BC78F0700FBD068C08AA91441B6448D1E3DB43A3B000004325796000024A70C276A5BA142B8E5EE8EF942DB2E0000837BA8A50000/http://www.bluebus.com.br/aimagens/minishare.gif\" src=\"http://www.bluebus.com.br/aimagens/minishare.gif\" alt=\"\" /\u003E\u003C/a\u003E \u003C!-- C\u00f3digo para o Facebook --\u003E\n\u003Ca href=\"http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.bluebus.com.br/show/1/92936/midia_the_guardian_contratando_bloggers_para_cobertura_de_noticias_locais\" title=\"blocked::http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.bluebus.com.br/show/1/92936/midia_the_guardian_contratando_bloggers_para_cobertura_de_noticias_locais\"\u003E\u003Cimg title=\"blocked::http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.bluebus.com.br/show/1/92936/midia_the_guardian_contratando_bloggers_para_cobertura_de_noticias_locais\" src=\"http://b.static.ak.fbcdn.net/rsrc.php/zAB5S/hash/4273uaqa.gif\" alt=\"\" /\u003E\u003C/a\u003E \u003C!-- C\u00f3digo para o Twitter --\u003E\u003Ca href=\"http://twitter.com/home?status=Midia+%7C+The+Guardian+contratando+bloggers+para+cobertura+de+not%C3%ADcias+locais+http://tinyurl.com/yzfbp8q\" title=\"blocked::http://twitter.com/home?status=Midia+|+The+Guardian+contratando+bloggers+para+cobertura+de+not\u00c3\u00adcias+locais+http://tinyurl.com/yzfbp8q\"\u003E\u003Cimg title=\"blocked::http://twitter.com/home?status=Midia+|+The+Guardian+contratando+bloggers+para+cobertura+de+not\u00c3\u00adcias+locais+http://tinyurl.com/yzfbp8q\" src=\"http://www.bluebus.com.br/aimagens/minitwitter.gif\" /\u003E\u003C/a\u003E \u003C/div\u003E\u003Cbr /\u003E\n\u003Cdiv\u003E\u003C!-- inicio texto noticia --\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Cimg src=\"http://www.bluebus.com.br/aimagens/deb_sch.jpg\" alt=\"\" /\u003E \n\u003C/p\u003E\u003Ch3 class=\"noticia_manchete\"\u003EMidia | The Guardian contratando bloggers para cobertura de not\u00edcias locais\u003C/h3\u003E10:50 O grupo ingles Guardian News \u0026amp; Media vai contratar bloggers para fazer a cobertura de eventos e fatos importantes em comunidades locais. O projeto, que vai abranger inicialmente as cidades de Cardiff, Leeds e Edinburgo, deve estrear em 2010. O an\u00fancio de emprego procura criadores de conte\u00fado multim\u00eddia e afirma - \"uma qualifica\u00e7ao tradicional em jornalismo \u00e9 desej\u00e1vel, mas nao essencial\". A iniciativa aposta no alcance e profundidade da cobertura de sites e blogs locais. 13/10 \u003Ca href=\"mailto:deb_sch@bluebus.com.br\" title=\"blocked::mailto:deb_sch@bluebus.com.br\" class=\"noticia_email\"\u003EDebora Schach\u003C/a\u003E\u003Cbr /\u003E\u003C/div\u003E"} <div>Noticia do Blue Bus - 13/10/09</div> <div><a href="http://www.bluebus.com.br/aimagens/minishare.gif" title="outbind://53-000000002A531783E6E04044AAE6E499E42BC78F0700FBD068C08AA91441B6448D1E3DB43A3B000004325796000024A70C276A5BA142B8E5EE8EF942DB2E0000837BA8A50000/http://www.bluebus.com.br/aimagens/minishare.gif"><img title="outbind://53-000000002A531783E6E04044AAE6E499E42BC78F0700FBD068C08AA91441B6448D1E3DB43A3B000004325796000024A70C276A5BA142B8E5EE8EF942DB2E0000837BA8A50000/http://www.bluebus.com.br/aimagens/minishare.gif" src="http://www.bluebus.com.br/aimagens/minishare.gif" alt="" /></a> &lt;!-- Código para o Facebook --> <a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.bluebus.com.br/show/1/92936/midia_the_guardian_contratando_bloggers_para_cobertura_de_noticias_locais" title="blocked::http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.bluebus.com.br/show/1/92936/midia_the_guardian_contratando_bloggers_para_cobertura_de_noticias_locais"><img title="blocked::http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.bluebus.com.br/show/1/92936/midia_the_guardian_contratando_bloggers_para_cobertura_de_noticias_locais" src="http://b.static.ak.fbcdn.net/rsrc.php/zAB5S/hash/4273uaqa.gif" alt="" /></a> &lt;!-- Código para o Twitter --><a href="http://twitter.com/home?status=Midia+%7C+The+Guardian+contratando+bloggers+para+cobertura+de+not%C3%ADcias+locais+http://tinyurl.com/yzfbp8q" title="blocked::http://twitter.com/home?status=Midia+|+The+Guardian+contratando+bloggers+para+cobertura+de+notícias+locais+http://tinyurl.com/yzfbp8q"><img title="blocked::http://twitter.com/home?status=Midia+|+The+Guardian+contratando+bloggers+para+cobertura+de+notícias+locais+http://tinyurl.com/yzfbp8q" src="http://www.bluebus.com.br/aimagens/minitwitter.gif" /></a> </div><br /> <div>&lt;!-- inicio texto noticia --> <p><img src="http://www.bluebus.com.br/aimagens/deb_sch.jpg" alt="" /> </p><h3 class="noticia_manchete">Midia | The Guardian contratando bloggers para cobertura de notícias locais</h3>10:50 O grupo ingles Guardian News &amp; Media vai contratar bloggers para fazer a cobertura de eventos e fatos importantes em comunidades locais. O projeto, que vai abranger inicialmente as cidades de Cardiff, Leeds e Edinburgo, deve estrear em 2010. O anúncio de emprego procura criadores de conteúdo multimídia e afirma - "uma qualificaçao tradicional em jornalismo é desejável, mas nao essencial". A iniciativa aposta no alcance e profundidade da cobertura de sites e blogs locais. 13/10 <a href="mailto:deb_sch@bluebus.com.br" class="noticia_email" title="blocked::mailto:deb_sch@bluebus.com.br">Debora Schach</a><br /></div>Wed, 17 Feb 2010 12:30:46 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/45345406/Jornalismo-participativo-o-caso-do-Guardianurn:www-soup-io:1:45345406regular The Information Divide Between Traditional And New Media {"tags":[],"type":"regular","title":"The Information Divide Between Traditional And New Media ","source":null,"body":"\u003Cdiv class=\"heading\"\u003E\u00a0\u003C/div\u003E\n\u003Cdiv class=\"content\"\u003E\n\u003Cp\u003EIn the era of the real-time web, information travels at a greater velocity than the infrastructure of mainstream media can support as it exists today. As events materialize, the access to social publishing and syndication platforms propels information across attentive and connected nodes that link social graphs all over the world. Current events are now at the epicenter of global attention as social media makes the world a much smaller place.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EIt\u2019s a timely subject as \u003Ca href=\"http://www.shirky.com/\"\u003EClay Shirky\u003C/a\u003E will discuss how \u003Ca href=\"http://mashable.com/2010/02/08/ted-talks-social-meida/\"\u003Esocial media can make history\u003C/a\u003E at this year\u2019s \u003Ca href=\"http://www.ted.com/\"\u003ETED\u003C/a\u003E conference. Indeed social media is changing, documenting, and also making history, revolutionizing once invincible industries that are now paralyzed by confusion, fear, and ignorance. Although they\u2019re reacting now, it will take more than the iPad, Kindle, Nook and other digital readers to revitalize the business of media.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Cem\u003EInformation moves with or without them\u2026\u003C/em\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003ENews no longer breaks, it tweets\u2014demonstrating the efficiency, momentum and influence of the \u003Ca href=\"http://www.briansolis.com/2009/12/ideas-connect-us-more-than-relationships/\"\u003Ehuman network\u003C/a\u003E. With every new iterative update, social graphs transform into a highly organized information distribution system that resembles an \u201cAmber Alert\u201d network for the social Web \u2013 with far greater speed, reach, impact and resonance.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EI once referred to Twitter as \u003Ca href=\"http://www.briansolis.com/2009/06/is-twitter-the-cnn-of-the-new-media-generation/\"\u003ETNN\u003C/a\u003E, the Twitter News Network as it consistently beat traditional media in the race to report relevant news and trends. And as a result, Twitter and other social networks continue to earn an entrenched role as the primary source of information and breaking events for the hundreds of millions of people connected to one another at varying degrees within and across each network.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EWe no longer find information; it finds us. And, trending topics become touchpoints to the state of events as they unfold.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Cstrong\u003EAccuracy vs. Immediacy\u003C/strong\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003ESocial media is only accelerating and in the process, it dramatically reduces the time between an event and collective awareness, growing increasingly pervasive and prominent along the way. As such, a divide now exists between the materialization and journalistic reporting of an event and as such, this gap immediately fills with tweets, updates, and posts as the crowd-powered socialization of information steps in to fill the void.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://paidcontent.org/images/editorial/_original/information-divide-o.jpg\"\u003E\u003Cimg src=\"http://paidcontent.org/images/editorial/f_small/information-divide-s.jpg\" /\u003E\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EThe information divide describes the chasm that exists between information as it rapidly spreads through \u003Ca href=\"http://www.briansolis.com/2009/12/the-evolution-of-a-new-trust-economy/\"\u003Eattention dashboards\u003C/a\u003E of connected individuals and the primary reporting of news by mainstream media reinforced through the emergence of trending topics within each network. It is distanced by the time required to discern, document, fact check, and publish material information, competing with citizen media whether or not it is completely or only partially based on facts.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EThis prolonged cycle of journalism and reporting, while slower than the \u003Ca href=\"http://www.briansolis.com/2010/02/the-human-algorithm-how-google-ranks-tweets-in-real-time-search/\"\u003Ehuman algorithm\u003C/a\u003E that powers the now Web, is still unrivaled however, by its dedication to discovering, verifying, and reporting truth and fact. In the race towards veracity, the checks and balances of new media systematically reduce error and filter hearsay and speculation and as a result, long-standing sources are now slowly losing favor as a destination for revelation and instead, transforming into resources for intelligence as it emerges. In many cases, it\u2019s the tweet, the Twitpic, the TwitVid, the livestream that serve the role of breaking (used as a verb) news.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EWhile the divide is decreasing as media becomes more versed in the art and science of new -media tools, the information divide also represents an opportunity for journalists to earn greater relevance. It is a necessary stopgap that validates information and feeds back into a system that can syndicate ratified content from news media through conversational media \u2013 gaining a broader audience with every linkback, blog post, tweet, Facebook update, et al.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EIt\u2019s about proactively defining the shift from reporter to a new genre of influencers who essentially become media catalysts.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Cstrong\u003EThe Wire\u003C/strong\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EMedia is now forced to compete in an \u003Ca href=\"http://www.briansolis.com/2009/04/can-statusphere-save-journalism/\"\u003Eattention economy\u003C/a\u003E where the business of news is now a real-time competition for mindshare, connectedness and earned relevance. Today, competitive advantages, and all that benefits the business of news as a result, are defined by the ability to narrow the time span between pinpointing, validating and reporting unconfirmed events as well as the prowess to connect facts to important social beacons online.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://paidcontent.org/images/editorial/_original/awareness-cycle-of-social-media-o.jpg\"\u003E\u003Cimg src=\"http://paidcontent.org/images/editorial/f_small/awareness-cycle-of-social-media-s.jpg\" /\u003E\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EThe future of all media is rooted in engagement and its worth is measured by contribution, collaboration, and the extent of consequential relationships within any and all online networks of relevance. Influence is not only the ability to inspire action, but also a state of prominence.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Cem\u003EThe news desk of tomorrow is actually needed today.\u003C/em\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EWhereas the wire served as a source of breaking information to those who could channel it to audiences everywhere, social media is now a fusion of not only a crowd-sourced wire, but it is also representative of a living and breathing \u003Ca href=\"http://www.briansolis.com/2009/11/on-twitter-what-are-you-doing-is-the-wrong-question/\"\u003Ehuman seismograph\u003C/a\u003E that surfaces important events, online and offline.\u00a0 As a result, active connections to the very pulse of social activity are now an unswerving qualification to sit at the news desk of tomorrow.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EThe acceleration of real-time content production is not only a form of immediate differentiation, it is also critical to survival. Part of what we\u2019re learning in all of this is that the battlefield for attention and significance is not where we actually engage today. Instead, it evolves and transpires in the places where information is discovered and shared today. We are shifting from a destination-based news ecosystem to a participatory model of sourcing, engagement, and relationships that increase value by identifying and connecting stories to people where and how they consume and share it.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EIf information reach, velocity, and impact are measured by a human seismograph, news media must now employ social seismologists in order to measure and source the information that will enable them to effectively compete for the future as well as mind share, right now.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Cstrong\u003ECollective Intelligence\u003C/strong\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EWe are all in this together.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EInformation is no longer an isolated or individual experience. We are \u003Ca href=\"http://www.briansolis.com/2009/02/ties-that-binds-us-visualizing/\"\u003Econnected to one\u003C/a\u003E another based on common interests and our ability to learn is now the result of collaboration and social syndication. The ability to plug-in to social networks and the invaluable relationships that define them is where the transformation begins and the journey unfolds.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EA recent study conducted by \u003Ca href=\"http://us.cision.com/campaigns/2010_journalist_survey_pr/request.asp\"\u003ECision and Don Bates\u003C/a\u003E of the George Washington University\u2019s Master\u2019s Degree Program in Strategic Public Relations found reporters depend on social media sources when researching their stories \u2013 but not at the extent to transform an industry over night. Indeed conversations form a groundswell that escalates information to those who can extend relevant content to the next level of audiences.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E55% of the journalists said that social media was \u201cimportant\u201d or \u201csomewhat important\u201d for reporting and producing stories\u2026\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://paidcontent.org/images/editorial/_original/social-media-importance-o.jpg\"\u003E\u003Cimg src=\"http://paidcontent.org/images/editorial/f_small/social-media-importance-s.jpg\" /\u003E\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003ENot surprising however, is the perception or the observance by journalists that social media is not necessarily the most accurate source of facts. 84% of journalists indicated that information was much less and slightly less reliable than traditional media based on the lack of fact-checking, verification and reporting standards. Here in lies the opportunity to source, verify, and report on breaking stories. This is how we reduce the delta that defines the information divide.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://paidcontent.org/images/editorial/_original/reliability-of-social-media-o.jpg\"\u003E\u003Cimg src=\"http://paidcontent.org/images/editorial/f_small/reliability-of-social-media-s.jpg\" /\u003E\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EOf the various forms of social media used by journalists to find information, blogs ranked at the very top. And in the world of news media, it should prove both alarming and also as an opportunity (again) for reporters to focus on micronetworks such as Twitter (currently ranked as third) in order to tap into news as it breaks or tweets.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://paidcontent.org/images/editorial/_original/social-media-tools-used-o.jpg\"\u003E\u003Cimg src=\"http://paidcontent.org/images/editorial/f_small/social-media-tools-used-s.jpg\" /\u003E\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EAs reporters become social seismologists, it is also the responsibility of the reporter as well as the brand\u2019s \u003Ca href=\"http://www.forbes.com/fdc/welcome_mjx.shtml\"\u003Esocial media director\u003C/a\u003E, to connect information to audiences who can thus serve as information emissaries to further extend stories to social graphs across the Web.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EIn the end, we earn the attention, relationships, and audiences we deserve. As a new hybrid of collaborative journalism takes shape, reporters who remain plugged-in to communities outside of their domain will open new doors to relevance \u2013 connecting to stories and people that propel information beyond the reach of any one network at the speed of the \u003Ca href=\"http://www.briansolis.com/2010/01/the-predictive-web/\"\u003Enow\u003C/a\u003E web.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Cem\u003EBrian Solis is Principal of \u003Ca href=\"http://www.future-works.com/\" title=\"FutureWorks\"\u003EFutureWorks\u003C/a\u003E, an award-winning PR and New Media agency in Silicon Valley. He is also the author of the forthcoming book \u003Ca href=\"http://bit.ly/engageme\"\u003EEngage\u003C/a\u003E. You can follow him on Twitter \u003Ca href=\"http://twitter.com/briansolis\"\u003E@\u003C/a\u003E\u003Ca href=\"http://briansolis.soup.io\"\u003Ebriansolis\u003C/a\u003E.\u003C/em\u003E \u003C/p\u003E\u003C/div\u003E"} <div class="heading"> </div> <div class="content"> <p>In the era of the real-time web, information travels at a greater velocity than the infrastructure of mainstream media can support as it exists today. As events materialize, the access to social publishing and syndication platforms propels information across attentive and connected nodes that link social graphs all over the world. Current events are now at the epicenter of global attention as social media makes the world a much smaller place.</p> <p>It’s a timely subject as <a href="http://www.shirky.com/">Clay Shirky</a> will discuss how <a href="http://mashable.com/2010/02/08/ted-talks-social-meida/">social media can make history</a> at this year’s <a href="http://www.ted.com/">TED</a> conference. Indeed social media is changing, documenting, and also making history, revolutionizing once invincible industries that are now paralyzed by confusion, fear, and ignorance. Although they’re reacting now, it will take more than the iPad, Kindle, Nook and other digital readers to revitalize the business of media.</p> <p><em>Information moves with or without them…</em></p> <p>News no longer breaks, it tweets—demonstrating the efficiency, momentum and influence of the <a href="http://www.briansolis.com/2009/12/ideas-connect-us-more-than-relationships/">human network</a>. With every new iterative update, social graphs transform into a highly organized information distribution system that resembles an “Amber Alert” network for the social Web – with far greater speed, reach, impact and resonance.</p> <p>I once referred to Twitter as <a href="http://www.briansolis.com/2009/06/is-twitter-the-cnn-of-the-new-media-generation/">TNN</a>, the Twitter News Network as it consistently beat traditional media in the race to report relevant news and trends. And as a result, Twitter and other social networks continue to earn an entrenched role as the primary source of information and breaking events for the hundreds of millions of people connected to one another at varying degrees within and across each network.</p> <p>We no longer find information; it finds us. And, trending topics become touchpoints to the state of events as they unfold.</p> <p><strong>Accuracy vs. Immediacy</strong></p> <p>Social media is only accelerating and in the process, it dramatically reduces the time between an event and collective awareness, growing increasingly pervasive and prominent along the way. As such, a divide now exists between the materialization and journalistic reporting of an event and as such, this gap immediately fills with tweets, updates, and posts as the crowd-powered socialization of information steps in to fill the void.</p> <p><a href="http://paidcontent.org/images/editorial/_original/information-divide-o.jpg"><img src="http://paidcontent.org/images/editorial/f_small/information-divide-s.jpg" /></a></p> <p>The information divide describes the chasm that exists between information as it rapidly spreads through <a href="http://www.briansolis.com/2009/12/the-evolution-of-a-new-trust-economy/">attention dashboards</a> of connected individuals and the primary reporting of news by mainstream media reinforced through the emergence of trending topics within each network. It is distanced by the time required to discern, document, fact check, and publish material information, competing with citizen media whether or not it is completely or only partially based on facts.</p> <p>This prolonged cycle of journalism and reporting, while slower than the <a href="http://www.briansolis.com/2010/02/the-human-algorithm-how-google-ranks-tweets-in-real-time-search/">human algorithm</a> that powers the now Web, is still unrivaled however, by its dedication to discovering, verifying, and reporting truth and fact. In the race towards veracity, the checks and balances of new media systematically reduce error and filter hearsay and speculation and as a result, long-standing sources are now slowly losing favor as a destination for revelation and instead, transforming into resources for intelligence as it emerges. In many cases, it’s the tweet, the Twitpic, the TwitVid, the livestream that serve the role of breaking (used as a verb) news.</p> <p>While the divide is decreasing as media becomes more versed in the art and science of new -media tools, the information divide also represents an opportunity for journalists to earn greater relevance. It is a necessary stopgap that validates information and feeds back into a system that can syndicate ratified content from news media through conversational media – gaining a broader audience with every linkback, blog post, tweet, Facebook update, et al.</p> <p>It’s about proactively defining the shift from reporter to a new genre of influencers who essentially become media catalysts.</p> <p><strong>The Wire</strong></p> <p>Media is now forced to compete in an <a href="http://www.briansolis.com/2009/04/can-statusphere-save-journalism/">attention economy</a> where the business of news is now a real-time competition for mindshare, connectedness and earned relevance. Today, competitive advantages, and all that benefits the business of news as a result, are defined by the ability to narrow the time span between pinpointing, validating and reporting unconfirmed events as well as the prowess to connect facts to important social beacons online.</p> <p><a href="http://paidcontent.org/images/editorial/_original/awareness-cycle-of-social-media-o.jpg"><img src="http://paidcontent.org/images/editorial/f_small/awareness-cycle-of-social-media-s.jpg" /></a></p> <p>The future of all media is rooted in engagement and its worth is measured by contribution, collaboration, and the extent of consequential relationships within any and all online networks of relevance. Influence is not only the ability to inspire action, but also a state of prominence.</p> <p><em>The news desk of tomorrow is actually needed today.</em></p> <p>Whereas the wire served as a source of breaking information to those who could channel it to audiences everywhere, social media is now a fusion of not only a crowd-sourced wire, but it is also representative of a living and breathing <a href="http://www.briansolis.com/2009/11/on-twitter-what-are-you-doing-is-the-wrong-question/">human seismograph</a> that surfaces important events, online and offline.  As a result, active connections to the very pulse of social activity are now an unswerving qualification to sit at the news desk of tomorrow.</p> <p>The acceleration of real-time content production is not only a form of immediate differentiation, it is also critical to survival. Part of what we’re learning in all of this is that the battlefield for attention and significance is not where we actually engage today. Instead, it evolves and transpires in the places where information is discovered and shared today. We are shifting from a destination-based news ecosystem to a participatory model of sourcing, engagement, and relationships that increase value by identifying and connecting stories to people where and how they consume and share it.</p> <p>If information reach, velocity, and impact are measured by a human seismograph, news media must now employ social seismologists in order to measure and source the information that will enable them to effectively compete for the future as well as mind share, right now.</p> <p><strong>Collective Intelligence</strong></p> <p>We are all in this together.</p> <p>Information is no longer an isolated or individual experience. We are <a href="http://www.briansolis.com/2009/02/ties-that-binds-us-visualizing/">connected to one</a> another based on common interests and our ability to learn is now the result of collaboration and social syndication. The ability to plug-in to social networks and the invaluable relationships that define them is where the transformation begins and the journey unfolds.</p> <p>A recent study conducted by <a href="http://us.cision.com/campaigns/2010_journalist_survey_pr/request.asp">Cision and Don Bates</a> of the George Washington University’s Master’s Degree Program in Strategic Public Relations found reporters depend on social media sources when researching their stories – but not at the extent to transform an industry over night. Indeed conversations form a groundswell that escalates information to those who can extend relevant content to the next level of audiences.</p> <p>55% of the journalists said that social media was “important” or “somewhat important” for reporting and producing stories…</p> <p><a href="http://paidcontent.org/images/editorial/_original/social-media-importance-o.jpg"><img src="http://paidcontent.org/images/editorial/f_small/social-media-importance-s.jpg" /></a></p> <p>Not surprising however, is the perception or the observance by journalists that social media is not necessarily the most accurate source of facts. 84% of journalists indicated that information was much less and slightly less reliable than traditional media based on the lack of fact-checking, verification and reporting standards. Here in lies the opportunity to source, verify, and report on breaking stories. This is how we reduce the delta that defines the information divide.</p> <p><a href="http://paidcontent.org/images/editorial/_original/reliability-of-social-media-o.jpg"><img src="http://paidcontent.org/images/editorial/f_small/reliability-of-social-media-s.jpg" /></a></p> <p>Of the various forms of social media used by journalists to find information, blogs ranked at the very top. And in the world of news media, it should prove both alarming and also as an opportunity (again) for reporters to focus on micronetworks such as Twitter (currently ranked as third) in order to tap into news as it breaks or tweets.</p> <p><a href="http://paidcontent.org/images/editorial/_original/social-media-tools-used-o.jpg"><img src="http://paidcontent.org/images/editorial/f_small/social-media-tools-used-s.jpg" /></a></p> <p>As reporters become social seismologists, it is also the responsibility of the reporter as well as the brand’s <a href="http://www.forbes.com/fdc/welcome_mjx.shtml">social media director</a>, to connect information to audiences who can thus serve as information emissaries to further extend stories to social graphs across the Web.</p> <p>In the end, we earn the attention, relationships, and audiences we deserve. As a new hybrid of collaborative journalism takes shape, reporters who remain plugged-in to communities outside of their domain will open new doors to relevance – connecting to stories and people that propel information beyond the reach of any one network at the speed of the <a href="http://www.briansolis.com/2010/01/the-predictive-web/">now</a> web.</p> <p><em>Brian Solis is Principal of <a href="http://www.future-works.com/" title="FutureWorks">FutureWorks</a>, an award-winning PR and New Media agency in Silicon Valley. He is also the author of the forthcoming book <a href="http://bit.ly/engageme">Engage</a>. You can follow him on Twitter <a href="http://twitter.com/briansolis">@</a><a href="http://briansolis.soup.io">briansolis</a>.</em> </p></div>Fri, 12 Feb 2010 14:23:09 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/44993676/The-Information-Divide-Between-Traditional-And-Newurn:www-soup-io:1:44993676regular 2008 objectives for today's non-wired journalist {"tags":[],"type":"regular","title":"2008 objectives for today's non-wired journalist","source":null,"body":"\u003Cdiv\u003E\n\u003Cdiv class=\"breadcrumb\"\u003EDo Blog de Howard Owen, excelente colabora\u00e7\u00e3o da Flavia \u00a0- original em: \u003Ca href=\"http://www.howardowens.com/2007/2008-objectives-for-todays-non-wired-journalist\"\u003Ehttp://www.howardowens.com/2007/2008-objectives-for-todays-non-wired-journalist\u003C/a\u003E\u003C/div\u003E\n\u003Cdiv class=\"breadcrumb\"\u003E\u00a0\u003C/div\u003E\n\u003Cdiv class=\"breadcrumb\"\u003EMany news organizations have bonus plans for newsroom personnel called \u003Ca href=\"http://en.wikipedia.org/wiki/Management_by_objectives\"\u003EMBOs\u003C/a\u003E (MBA speak for Manage by Objective). The idea is to reward people for doing work that helps advance the company's strategic goals.\u003C/div\u003E\u003C/div\u003E\n\u003Cdiv class=\"content\"\u003E\n\u003Cdiv class=\"node blog\"\u003E\n\u003Cdiv class=\"content\"\u003E\n\u003Cp\u003EIs there any higher strategic need for news organizations today than becoming more digital savvy?\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EI suspect there are still too many non-wired journalists in most US newsrooms. Either out of fear, indifference or hubris, too many reporters and editors resist using the Internet for anything beyond the occasional Google search (and heaven forbid they ever click a search result link to Wikipedia) and a daily dose of \u003Ca href=\"http://www.poynter.org/column.asp?id=45\"\u003ERomenesko\u003C/a\u003E (and heaven forbid if you call him what he is, a blogger).\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EThat just isn't acceptable.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003ESo to help newsroom managers advance the digital literacy of their organizations, I offer the following MBO plan. I recommend readers pass this along to the top editors at their newspapers. And for non-wired journalists ambitious enough to pursue their own MBO paths, I'll offer a reward myself (strict rules and details at the bottom of this post).\u003C/p\u003E\n\u003Col\u003E\n\u003Cli\u003EBecome a blogger. Start with a favorite topic. For example, if you're a baseball fan, start with baseball. Find all of the baseball-related blogs you can and become a regular reader of five or six of the best of these blogs. Participate -- leave comments; follow links. After three months of blog reading, start your own blog on that topic. Try to post daily for at least six months. For blog topics, avoid anything related to your beat or politics. First, you need to blog about something you are passionate about; second, there are too many political bloggers already (accept maybe for local politics, if you see that need in your community and it won't conflict with your day job). \n\u003C/li\u003E\u003Cli\u003EBuy a small digital camera that can take both stills and video. Open an account with a photo sharing site such as \u003Ca href=\"http://www.flickr.com/\"\u003EFlickr\u003C/a\u003E or \u003Ca href=\"http://www.buzznet.com/\"\u003EBuzznet\u003C/a\u003E. Take photos and post them. If necessary, use some online tutorials for digital photography. (NOTE: If company will buy you this camera, great, but if not, remember you have a responsibility to invest in your own career.) \n\u003C/li\u003E\u003Cli\u003EWith the same camera, make at least three videos. Use the free video editing software that comes with your computer and edit those videos. Post them to \u003Ca href=\"http://www.youtube.com/\"\u003EYouTube\u003C/a\u003E and at least one other video sharing site. There are plenty of online tutorials for shooting and editing video. Your goal here isn't to make great video, just to learn what is involved in making video so you have the capability in your online journalism tool bag. \n\u003C/li\u003E\u003Cli\u003ERelated to video, spend at least two hours a week for six weeks on YouTube. Search for topics that interest you and then follow the trails where they lead. Pay attention to the daily most popular and see what other people are watching. Be sure to watch both amateur and professional video. \n\u003C/li\u003E\u003Cli\u003EJoin a social networking site. Every professional should have a profile on \u003Ca href=\"http://www.linkedin.com/\"\u003ELinkedIn\u003C/a\u003E, so make sure you do, also. \u003Ca href=\"http://www.facebook.com/\"\u003EFacebook\u003C/a\u003E has been hot in 2007, but I think you'll get more out of \u003Ca href=\"http://www.myspace.com/\"\u003EMySpace\u003C/a\u003E, which still remains popular with your future readers. You will get more DIY (the backbone of modern media) experience with MySpace, if you take full advantage of the site features (which, admittedly, I have not). Do Facebook, too, but don't neglect MySpace. \n\u003C/li\u003E\u003Cli\u003EUse social bookmarking. Set up \u003Ca href=\"http://del.icio.us/\"\u003Edel.icio.us\u003C/a\u003E for yourself and use it every day. Learn about tags. Check out \u003Ca href=\"http://www.digg.com/\"\u003EDigg\u003C/a\u003E and \u003Ca href=\"http://www.mixx.com/\"\u003EMixx\u003C/a\u003E and similar sites. If you can, get into Scott Karp's \u003Ca href=\"http://blog.publish2.com/2007/08/14/introducing-publish2-networked-news/\"\u003EPublish2\u003C/a\u003E beta. \n\u003C/li\u003E\u003Cli\u003EStart using RSS. Use RSS to keep up with the news of the day and the blogs you are now reading every day. Make sure your blog has an RSS feed. Here's \u003Ca href=\"http://www.pbs.org/mediashift/2006/07/digging_deeperyour_guide_to_rs.html\"\u003EMarc Glaser's guide to RSS\u003C/a\u003E. \n\u003C/li\u003E\u003Cli\u003EIf your current mobile phone doesn't handle SMS (text messaging), get one that does. SMS works best when you have friends who text, so figure out who those friends are (by now, you have them). For neophytes and gray hairs, a phone with a QWERTY keyboard (Treo, or iPhone) works best. Blackberrys aren't great SMS handhelds because they mix SMS and e-mail together. \n\u003C/li\u003E\u003Cli\u003ELearn to twitter. I'm not a big \u003Ca href=\"http://twitter.com/\"\u003ETwitter\u003C/a\u003E user myself, but \u003Ca href=\"http://www.ryansholin.com/\"\u003ERyan Sholin\u003C/a\u003E and \u003Ca href=\"http://www.jacklail.com/\"\u003EJack Lail\u003C/a\u003E swear by it. I think there is something to be said for learning how this technology may change information dissemination. \n\u003C/li\u003E\u003Cli\u003ECreate a Google Map mashup. If you don't know what those are, google it. If you don't know what to do or where to start, google it (hint: or you can search this site). There are plenty of tutorials available. It's easy. All you need is a spreadsheet with appropriate data and enough smarts to follow step-by-step directions. \n\u003C/li\u003E\u003Cli\u003EAfter you've done these ten things, document what you've learned -- write something, such as an essay to your editor or a blog post. Discuss how technology has changed media, and follow the string of where that change might lead. What will your job be like in 10 years? What will media be like in five? How will news reach young readers in a generation? Tomorrow? \u003C/li\u003E\u003C/ol\u003E\n\u003Cp\u003EFor those of you who work for a newsroom that doesn't offer an MBO, or you're not being included in the MBO program this year (maybe because your editor perceives you as too stuck in the past), I'm here to help.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EI will give a $100 Amazon gift certificate to one journalist who completes all of the objectives. Here's the rules:\u003C/p\u003E\n\u003Cul\u003E\n\u003Cli\u003EYou must today be a non-wired journalist (which probably means a well meaning friend passed the link to this post along to you, because you, yourself, don't normally read blogs). As a non-wired journalist, you only use the Internet for e-mail and a little web surfing, but not much else. You have yet to do anything along the lines outlined above. \n\u003C/li\u003E\u003Cli\u003ETo be eligible, you must first send me an e-mail (howardowens at gmail dot com) and tell me about your current level of non-wiredness. To help confirm your position, you will need to CC your immediate supervisor at his or her work address (for this exercise to be meaningful, it probably helps if you have your boss's support, anyway). \n\u003C/li\u003E\u003Cli\u003EYou must be the first among the eligible participants to complete all of the objectives, and they must be completed in 2008. \n\u003C/li\u003E\u003Cli\u003EPart of being online is to be public and transparent about who you are and what you're doing, so when you nominate yourself to participate, expect me to post your name and news affiliation in a blog post. Our readers should be able to follow your progress. Of course, there's some advantages for you -- it's a great career move to be known as a learner; and the people who read this blog are the kind of people who would be happy to help you as needed; and when you have your own blog, you'll be grateful for the links. And there's no shame in admitting it's time for you to go digital -- you're not alone. \u003C/li\u003E\u003C/ul\u003E\n\u003Cp\u003EFor supervisors who use this post to fashion an in-house MBO program, it would be great to hear from you, especially as the program progresses, so we can all learn from the experience.\u003C/p\u003E\u003C/div\u003E\u003C/div\u003E\u003C/div\u003E"} <div> <div class="breadcrumb">Do Blog de Howard Owen, excelente colaboração da Flavia  - original em: <a href="http://www.howardowens.com/2007/2008-objectives-for-todays-non-wired-journalist">http://www.howardowens.com/2007/2008-objectives-for-todays-non-wired-journalist</a></div> <div class="breadcrumb"> </div> <div class="breadcrumb">Many news organizations have bonus plans for newsroom personnel called <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Management_by_objectives">MBOs</a> (MBA speak for Manage by Objective). The idea is to reward people for doing work that helps advance the company's strategic goals.</div></div> <div class="content"> <div class="node blog"> <div class="content"> <p>Is there any higher strategic need for news organizations today than becoming more digital savvy?</p> <p>I suspect there are still too many non-wired journalists in most US newsrooms. Either out of fear, indifference or hubris, too many reporters and editors resist using the Internet for anything beyond the occasional Google search (and heaven forbid they ever click a search result link to Wikipedia) and a daily dose of <a href="http://www.poynter.org/column.asp?id=45">Romenesko</a> (and heaven forbid if you call him what he is, a blogger).</p> <p>That just isn't acceptable.</p> <p>So to help newsroom managers advance the digital literacy of their organizations, I offer the following MBO plan. I recommend readers pass this along to the top editors at their newspapers. And for non-wired journalists ambitious enough to pursue their own MBO paths, I'll offer a reward myself (strict rules and details at the bottom of this post).</p> <ol> <li>Become a blogger. Start with a favorite topic. For example, if you're a baseball fan, start with baseball. Find all of the baseball-related blogs you can and become a regular reader of five or six of the best of these blogs. Participate -- leave comments; follow links. After three months of blog reading, start your own blog on that topic. Try to post daily for at least six months. For blog topics, avoid anything related to your beat or politics. First, you need to blog about something you are passionate about; second, there are too many political bloggers already (accept maybe for local politics, if you see that need in your community and it won't conflict with your day job). </li><li>Buy a small digital camera that can take both stills and video. Open an account with a photo sharing site such as <a href="http://www.flickr.com/">Flickr</a> or <a href="http://www.buzznet.com/">Buzznet</a>. Take photos and post them. If necessary, use some online tutorials for digital photography. (NOTE: If company will buy you this camera, great, but if not, remember you have a responsibility to invest in your own career.) </li><li>With the same camera, make at least three videos. Use the free video editing software that comes with your computer and edit those videos. Post them to <a href="http://www.youtube.com/">YouTube</a> and at least one other video sharing site. There are plenty of online tutorials for shooting and editing video. Your goal here isn't to make great video, just to learn what is involved in making video so you have the capability in your online journalism tool bag. </li><li>Related to video, spend at least two hours a week for six weeks on YouTube. Search for topics that interest you and then follow the trails where they lead. Pay attention to the daily most popular and see what other people are watching. Be sure to watch both amateur and professional video. </li><li>Join a social networking site. Every professional should have a profile on <a href="http://www.linkedin.com/">LinkedIn</a>, so make sure you do, also. <a href="http://www.facebook.com/">Facebook</a> has been hot in 2007, but I think you'll get more out of <a href="http://www.myspace.com/">MySpace</a>, which still remains popular with your future readers. You will get more DIY (the backbone of modern media) experience with MySpace, if you take full advantage of the site features (which, admittedly, I have not). Do Facebook, too, but don't neglect MySpace. </li><li>Use social bookmarking. Set up <a href="http://del.icio.us/">del.icio.us</a> for yourself and use it every day. Learn about tags. Check out <a href="http://www.digg.com/">Digg</a> and <a href="http://www.mixx.com/">Mixx</a> and similar sites. If you can, get into Scott Karp's <a href="http://blog.publish2.com/2007/08/14/introducing-publish2-networked-news/">Publish2</a> beta. </li><li>Start using RSS. Use RSS to keep up with the news of the day and the blogs you are now reading every day. Make sure your blog has an RSS feed. Here's <a href="http://www.pbs.org/mediashift/2006/07/digging_deeperyour_guide_to_rs.html">Marc Glaser's guide to RSS</a>. </li><li>If your current mobile phone doesn't handle SMS (text messaging), get one that does. SMS works best when you have friends who text, so figure out who those friends are (by now, you have them). For neophytes and gray hairs, a phone with a QWERTY keyboard (Treo, or iPhone) works best. Blackberrys aren't great SMS handhelds because they mix SMS and e-mail together. </li><li>Learn to twitter. I'm not a big <a href="http://twitter.com/">Twitter</a> user myself, but <a href="http://www.ryansholin.com/">Ryan Sholin</a> and <a href="http://www.jacklail.com/">Jack Lail</a> swear by it. I think there is something to be said for learning how this technology may change information dissemination. </li><li>Create a Google Map mashup. If you don't know what those are, google it. If you don't know what to do or where to start, google it (hint: or you can search this site). There are plenty of tutorials available. It's easy. All you need is a spreadsheet with appropriate data and enough smarts to follow step-by-step directions. </li><li>After you've done these ten things, document what you've learned -- write something, such as an essay to your editor or a blog post. Discuss how technology has changed media, and follow the string of where that change might lead. What will your job be like in 10 years? What will media be like in five? How will news reach young readers in a generation? Tomorrow? </li></ol> <p>For those of you who work for a newsroom that doesn't offer an MBO, or you're not being included in the MBO program this year (maybe because your editor perceives you as too stuck in the past), I'm here to help.</p> <p>I will give a $100 Amazon gift certificate to one journalist who completes all of the objectives. Here's the rules:</p> <ul> <li>You must today be a non-wired journalist (which probably means a well meaning friend passed the link to this post along to you, because you, yourself, don't normally read blogs). As a non-wired journalist, you only use the Internet for e-mail and a little web surfing, but not much else. You have yet to do anything along the lines outlined above. </li><li>To be eligible, you must first send me an e-mail (howardowens at gmail dot com) and tell me about your current level of non-wiredness. To help confirm your position, you will need to CC your immediate supervisor at his or her work address (for this exercise to be meaningful, it probably helps if you have your boss's support, anyway). </li><li>You must be the first among the eligible participants to complete all of the objectives, and they must be completed in 2008. </li><li>Part of being online is to be public and transparent about who you are and what you're doing, so when you nominate yourself to participate, expect me to post your name and news affiliation in a blog post. Our readers should be able to follow your progress. Of course, there's some advantages for you -- it's a great career move to be known as a learner; and the people who read this blog are the kind of people who would be happy to help you as needed; and when you have your own blog, you'll be grateful for the links. And there's no shame in admitting it's time for you to go digital -- you're not alone. </li></ul> <p>For supervisors who use this post to fashion an in-house MBO program, it would be great to hear from you, especially as the program progresses, so we can all learn from the experience.</p></div></div></div>Fri, 12 Feb 2010 14:15:17 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/44993511/2008-objectives-for-todays-non-wired-journalisturn:www-soup-io:1:44993511regular BBC aconselha seus jornalistas a fazerem melhor uso das mídias sociais11:12 A... {"tags":[],"type":"regular","title":null,"source":null,"body":"\u003Ch3 class=\"noticia_manchete\"\u003E\n\u003Ch3 class=\"noticia_manchete\"\u003EBBC aconselha seus jornalistas a fazerem melhor uso das m\u00eddias sociais\u003C/h3\u003E11:12 A BBC est\u00e1 aconselhando seus jornalistas a usarem as m\u00eddias sociais como fonte prim\u00e1ria de informa\u00e7ao e tornarem-se mais colaborativos na produ\u00e7ao de hist\u00f3rias. Segundo o diretor da BBC Global News, \u201cnao se trata de um modismo de algum entusiasta da tecnologia\u201d - ferramentas como o Twitter e os feeds RSS j\u00e1 estao mudando o jornalismo e nao saber us\u00e1-las compromete a realiza\u00e7ao do trabalho. Saiu no \u003Ca href=\"http://www.editorsweblog.org/web_20/2010/02/bbc_global_news_director_journalists_sho.php\" class=\"noticia_links\"\u003EEditors Weblog\u003C/a\u003E. 11/02 \u003Ca href=\"mailto:200@bluebus.com.br\" class=\"noticia_email\"\u003EBlue Bus\u003C/a\u003E\u003C/h3\u003E"} <h3 class="noticia_manchete"> <h3 class="noticia_manchete">BBC aconselha seus jornalistas a fazerem melhor uso das mídias sociais</h3>11:12 A BBC está aconselhando seus jornalistas a usarem as mídias sociais como fonte primária de informaçao e tornarem-se mais colaborativos na produçao de histórias. Segundo o diretor da BBC Global News, “nao se trata de um modismo de algum entusiasta da tecnologia” - ferramentas como o Twitter e os feeds RSS já estao mudando o jornalismo e nao saber usá-las compromete a realizaçao do trabalho. Saiu no <a href="http://www.editorsweblog.org/web_20/2010/02/bbc_global_news_director_journalists_sho.php" class="noticia_links">Editors Weblog</a>. 11/02 <a href="mailto:200@bluebus.com.br" class="noticia_email">Blue Bus</a></h3>Thu, 11 Feb 2010 17:10:18 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/44970699/BBC-aconselha-seus-jornalistas-a-fazerem-melhorurn:www-soup-io:1:44970699regular Classes C, D e E mais que as classes A e B na internet brasileira {"tags":[],"type":"regular","title":"Classes C, D e E mais que as classes A e B na internet brasileira","source":null,"body":"\n\u003Ch3 class=\"noticia_manchete\"\u003E\u003Cbr /\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003E08:00 Nao deveria ser nenhuma surpresa para quem acompanha not\u00edcias de economia e l\u00ea o Blue Bus. Mesmo para quem acompanha o desenvolvimento dos numeros da audiencia do 'meio' nos ultimos anos - \"A soma das classes C, D e E j\u00e1 supera as classes A e B em n\u00famero de pessoas com acesso\", informou o Ibope em uma apresenta\u00e7ao feita ontem em Sao Paulo. Assim como acontece em rela\u00e7ao \u00e0 renda, tamb\u00e9m na internet as classes A e B estao sendo ultrapassadas - desde 2008. De acordo com o Ibope, mais da metade das pessoas com acesso \u00e0 internet, em regioes metropolitanas, sao das classes C, D e E. A diferen\u00e7a ainda \u00e9 pequena - CDE somam 51,6% e AB somam 48,4%, mas pelo gr\u00e1fico mais abaixo\u00a0 \u00e9 poss\u00edvel ver a mudan\u00e7a que vem ocorrendo nesses anos. E o universo do qual a pesquisa est\u00e1 falando chega hoje a 66,3 milhoes que usam a rede em casa, no trabalho ou em locais p\u00fablicos. Mas o que isso quer dizer? 11/02 Elisa Araujo\u003C!--?xml:namespace prefix =\" o\" /--\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003E\u00a0\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003E\u00a0Quer dizer que a 'cara' da internet brasileira est\u00e1 mudando e quem produz conte\u00fado ou quem cuida da comunica\u00e7ao online das marcas precisa, no m\u00ednimo, reconhecer isso. Nao me espantaria se, em pouco tempo, come\u00e7arem a aparecer ag\u00eancias de publicidade especificamente online especializadas na classe C :- ) 11/02 Elisa Araujo\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003E\u00a0\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003E\u00a0E o que mais dizem os n\u00fameros do Ibope? Que na classe A, 14% acessam a internet usando o celular (6% na classe B, 2% na C e 1% na DE). O acesso mobile (por celular, pda ou smartphone) serve primeiramente para receber e enviar emails (27%), depois para ler not\u00edcias (23%). O ecommerce aparece no fim da lista, com 4%. 11/02 Elisa Araujo\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003E\u00a0\u003C/p\u003E\u00a0Sejam usu\u00e1rios da classe A, C ou E, o fato \u00e9 que sao 66,3 milhoes de pessoas (com mais de 10 anos), um grupo quantitativamente respeit\u00e1vel, nao \u00e9 mesmo? E, no entanto, embora tenha crescido 14% em rela\u00e7ao a 2008, a internet representou apenas 2,8% do total dos investimentos publicit\u00e1rios em 2009. Outras sobre numeros da internet. Siga a lista Quem-escreve-no-Blue-Bus. 11/02 Elisa Araujo\u003C/h3\u003E\u003Cimg src=\"http://www.bluebus.com.br/afotos/ibope_classe_social_internet.jpg\" /\u003E\u003Cbr /\u003E\n"} <h3 class="noticia_manchete"><br /> <p class="MsoNormal">08:00 Nao deveria ser nenhuma surpresa para quem acompanha notícias de economia e lê o Blue Bus. Mesmo para quem acompanha o desenvolvimento dos numeros da audiencia do 'meio' nos ultimos anos - "A soma das classes C, D e E já supera as classes A e B em número de pessoas com acesso", informou o Ibope em uma apresentaçao feita ontem em Sao Paulo. Assim como acontece em relaçao à renda, também na internet as classes A e B estao sendo ultrapassadas - desde 2008. De acordo com o Ibope, mais da metade das pessoas com acesso à internet, em regioes metropolitanas, sao das classes C, D e E. A diferença ainda é pequena - CDE somam 51,6% e AB somam 48,4%, mas pelo gráfico mais abaixo  é possível ver a mudança que vem ocorrendo nesses anos. E o universo do qual a pesquisa está falando chega hoje a 66,3 milhoes que usam a rede em casa, no trabalho ou em locais públicos. Mas o que isso quer dizer? 11/02 Elisa Araujo&lt;!--?xml:namespace prefix =" o" /--></p> <p class="MsoNormal"> </p> <p class="MsoNormal"> Quer dizer que a 'cara' da internet brasileira está mudando e quem produz conteúdo ou quem cuida da comunicaçao online das marcas precisa, no mínimo, reconhecer isso. Nao me espantaria se, em pouco tempo, começarem a aparecer agências de publicidade especificamente online especializadas na classe C :- ) 11/02 Elisa Araujo</p> <p class="MsoNormal"> </p> <p class="MsoNormal"> E o que mais dizem os números do Ibope? Que na classe A, 14% acessam a internet usando o celular (6% na classe B, 2% na C e 1% na DE). O acesso mobile (por celular, pda ou smartphone) serve primeiramente para receber e enviar emails (27%), depois para ler notícias (23%). O ecommerce aparece no fim da lista, com 4%. 11/02 Elisa Araujo</p> <p class="MsoNormal"> </p> Sejam usuários da classe A, C ou E, o fato é que sao 66,3 milhoes de pessoas (com mais de 10 anos), um grupo quantitativamente respeitável, nao é mesmo? E, no entanto, embora tenha crescido 14% em relaçao a 2008, a internet representou apenas 2,8% do total dos investimentos publicitários em 2009. Outras sobre numeros da internet. Siga a lista Quem-escreve-no-Blue-Bus. 11/02 Elisa Araujo</h3><img src="http://www.bluebus.com.br/afotos/ibope_classe_social_internet.jpg" /><br /> Thu, 11 Feb 2010 17:06:28 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/44970573/Classes-C-D-e-E-mais-queurn:www-soup-io:1:44970573regular Atalhos de teclado {"tags":["produtividade"],"type":"regular","title":"Atalhos de teclado","source":null,"body":"\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EWindows em geral\u003C!--?xml:namespace prefix =\" o\" ns =\" \"urn:schemas-microsoft-com:office:office\"\" /--\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EWIN = Abre o menu Iniciar. Use as setas para navegar nas op\u00e7\u00f5es, e d\u00ea ENTER para abrir um item.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EWIN + D = Mostrar \u00e1rea de trabalho.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EWIN + M = Minimizar tudo.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ESHIFT + WIN + M = Desminimizar tudo.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EWIN + R = Executar.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EWIN + E = Abre o Windows Explorer.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EWIN + PAUSE BREAK = Propriedades do sistema.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EWIN + F = Pesquisar arquivos ou pastas.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EWIN + U = Gerenciador de utilit\u00e1rios.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EWIN + L = Bloquear computador ou trocar de usu\u00e1rio, sem fazer logoff.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECTRL + ESC = Abre o menu Iniciar.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECTRL + ALT + DEL = Gerenciador de tarefas, permite fechar programas travados. No Windows NT/2000/XP/Vista etc. pode abrir a janela \"Seguran\u00e7a do Windows\", com op\u00e7\u00f5es para trocar senha, fazer logoff ou abrir o gerenciador de tarefas.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECTRL + SHIFT + ESC = Gerenciador de tarefas (com a vantagem de abri-lo direto, e n\u00e3o a tela de seguran\u00e7a, em algumas vers\u00f5es de Windows).\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EALT + LETRA SUBLINHADA DE MENUS OU BOT\u00d5ES = Acessa o menu ou bot\u00e3o. Use as setas de dire\u00e7\u00e3o do teclado para se mover, ENTER para confirmar ou a barra de espa\u00e7os para marcar ou desmarcar as caixinhas de marca\u00e7\u00e3o.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EALT + TAB = Alterna as janelas abertas. Segure ALT e v\u00e1 teclando TAB at\u00e9 selecionar a janela desejada, e ent\u00e3o solte tudo.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ESHIFT + ALT + TAB = Alterna as janelas abertas, s\u00f3 que selecionando as anteriores, e n\u00e3o as pr\u00f3ximas. Ao usar o ALT + TAB, voc\u00ea pode teclar ou soltar SHIFT quando precisar.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EALT + ESC = Alterna diretamente para a janela anterior na barra de tarefas.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECTRL + TAB = Alterna as guias (abas) das janelas que tem abas, avan\u00e7ando, e em alguns programas, alterna os documentos abertos.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ESHIFT + CTRL + TAB = Alterna as guias, voltando para as anteriores, em vez de avan\u00e7ar.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EALT + F4 = Fecha a janela ativa. Se nenhuma janela estiver aberta, abre a caixa de di\u00e1logo \"Desligar o computador\".\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EALT + ESPA\u00c7O = Abre o menu de controle da janela ativa (= clicar na barra de t\u00edtulo com o bot\u00e3o direito do mouse ou, mais precisamente, clicar no \u00edcone que fica \u00e0 esquerda, na barra de t\u00edtulo dos programas). Dica: use para maximizar, minimizar ou restaurar janelas pelo teclado.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EF10 = Seleciona os menus do programa atual. Use as setas de dire\u00e7\u00e3o do teclado para se mover por eles.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ESHIFT + F10 = Corresponde a clicar com o bot\u00e3o direito no objeto selecionado ou em foco. Use as setas para escolher um item do menu, e ENTER para \"clic\u00e1-lo\". Pode-se usar diretamente a tecla que tem um menu com uma setinha, \u00e9 a chama \"tecla de atalho de aplicativo\", que normalmente fica entre as teclas WIN DIREITA e CTRL de alguns teclados.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EPRINT SCREEN = Copia uma imagem da tela atual para a \u00e1rea de transfer\u00eancia. Basta colar no seu programa gr\u00e1fico preferido (pode ser o Paint), ou num editor que aceite imagens (como o Word). Ideal para pegar ilustra\u00e7\u00f5es de tela sem precisar de programas de terceiros.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EALT + PRINT SCREEN = Copia uma imagem apenas da janela ativa, e n\u00e3o da tela inteira (janela ativa \u00e9 a janela que est\u00e1 em primeiro plano).\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003E\u00a0\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EWindows Explorer\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EConfira mais abaixo as dicas de sele\u00e7\u00e3o de textos, muitas valem para o trabalho com arquivos e pastas tamb\u00e9m\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EF3 = Pesquisar arquivos na pasta atual.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EF4 = Abre a listinha da barra de endere\u00e7os.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EF5 = Atualiza a janela atual.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EF6 = Seleciona o texto da barra de endere\u00e7os.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EF11 = Abre a p\u00e1gina em tela cheia. Tecle F11 para voltar ao normal.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECTRL + H = Abre a lista do hist\u00f3rico.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECTRL + I = Abre a lista dos favoritos.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EBACKSPACE = Abrir a pasta pai (acima).\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003E\u00a0\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EC\u00f3pia e sele\u00e7\u00e3o de textos ou arquivos\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECTRL + C = Copiar sele\u00e7\u00e3o.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECTRL + V = Colar.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECTRL + X = Recortar (mover).\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECTRL + A = Selecionar tudo do campo atual.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECTRL + Z = Desfaz a \u00faltima a\u00e7\u00e3o de edi\u00e7\u00e3o, se poss\u00edvel. Cuidado ao usar no Windows Explorer, pois pode desrenomear uma pasta que acabou de ser renomeada, apagar arquivos que foram copiados ou mover de volta arquivos que foram movidos.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003E\u00a0\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ETextos em diversos programas\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EMuitos valem para arquivos no Windows Explorer tamb\u00e9m\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ESETA ESQUERDA = Coloca o cursor um caractere anterior.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ESETA DIREITA = Coloca o cursor um caractere depois.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ESETA ACIMA = Vai para a linha de cima, na mesma coluna.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ESETA ABIXO = Vai para a linha de baixo, na mesma coluna.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ESHIFT + SETA ESQUERDA = Vai selecionando \u00e0 esquerda do cursor. Segurando SHIFT, v\u00e1 teclando a SETA ESQUERDA.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ESHIFT + SETA DIREITA = Idem anterior, seleciona \u00e0 direita do cursor. Segure SHIFT e v\u00e1 teclando SETA DIREITA.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ESHIFT + SETA ACIMA = Seleciona o texto compreendido entre a linha atual e a linha acima, na mesma coluna. Segure SHIFT e v\u00e1 teclando SETA ACIMA para selecionar mais linhas para cima.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ESHIFT + SETA ABAIXO = Idem anterior, seleciona linhas para baixo.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EHOME = Coloca o cursor no come\u00e7o da linha.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EEND = Coloca o cursor no final da linha.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ESHIFT + HOME = Seleciona do cursor at\u00e9 o in\u00edcio da linha.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ESHIFT + END = Seleciona do cursor at\u00e9 o fim da linha.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EPAGE UP = Rola uma tela acima.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EPAGE DOWN = Rola uma tela abaixo.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EINSERT = Alterna entre inserir ou substituir caracteres ao digitar.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EDELETE = Exclui caracteres \u00e0 direita do cursor.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EBACKSPACE = Exclui caracteres \u00e0 esquerda do cursor.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ESHIFT + TECLA = Coloca o s\u00edmbolo secund\u00e1rio da tecla. No caso das letras, alterna para caixa alta (mai\u00fasculas).\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EALT DIREITA + TECLA = Coloca o s\u00edmbolo terci\u00e1rio da tecla (nas que possuem tr\u00eas s\u00edmbolos impressos na tecla).\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECAPS LOCK = Alterna mai\u00fasculas e min\u00fasculas ao digitar.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003E\u00a0\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EInternet Explorer\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EBACKSPACE = Voltar (desde que nenhum campo de edi\u00e7\u00e3o tenha o foco).\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ESHIFT + BACKSPACE = Avan\u00e7ar (desde que nenhum campo de edi\u00e7\u00e3o tenha o foco).\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EALT + HOME = Abre a p\u00e1gina inicial.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EF3 = Pesquisar na web (n\u00e3o recomendado, prefisa usar seu site de busca favorito).\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EF4 = Mostra a listinha da barra de endere\u00e7os.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EF5 = Atualiza (recarrega) a p\u00e1gina.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EF6 = Seleciona a barra de endere\u00e7os.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EF11 = Abre a p\u00e1gina em tela cheia. Tecle F11 para voltar ao normal. Dica: mesmo navegando em tela cheia, voc\u00ea pode teclar WIN para abrir o menu Iniciar ou usar o ALT+TAB para alternar entre as janelas abertas.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECTRL + F = Pesquisar texto na p\u00e1gina atual (\u00e9 bom clicar logo no comecinho da p\u00e1gina antes de dar CTRL+F, para deixar o cursor bem no in\u00edcio e ent\u00e3o pesquisar a partir dali).\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECTRL + D = Adiciona a p\u00e1gina atual nos favoritos.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ETAB = Avan\u00e7a de link em link ou de objeto em objeto na p\u00e1gina. Tecle a barra de espa\u00e7o para selecioar se for um campo de marca\u00e7\u00e3o, ou tecle ENTER para abrir, se for um bot\u00e3o ou link. O objeto ativo ficar\u00e1 cercado por um ret\u00e2ngulo tracejado, para que voc\u00ea possa identific\u00e1-lo.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ESHIFT + TAB = A mesma coisa do TAB, s\u00f3 que em dire\u00e7\u00e3o oposta. Ideal para voltar para links atr\u00e1s ou quando voc\u00ea \"passar\" do ponto com o TAB.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECTRL + H = Abre a lista de hist\u00f3rico, \u00e0 esquerda.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECTRL + I = Abre a lista dos favoritos, \u00e0 esquerda.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECTRL + O = Abrir arquivo, site ou uma URL qualquer.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ESHIFT + CLIQUE NUM LINK = Abre o link em nova janela, mantendo a atual aberta. A mesma coisa de clicar no link com o direito e escolher \"Abrir em nova janela\".\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EHOME = Vai para o topo da p\u00e1gina.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EEND = Vai para o fim da p\u00e1gina.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EESPA\u00c7O = Rola a tela para baixo.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ESHIFT + ESPA\u00c7O = Rola a tela para cima.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ESETAS DE DIRE\u00c7\u00c3O = Rolam a tela, para a dire\u00e7\u00e3o da seta teclada (acima, abaixo, \u00e0 esquerda e \u00e0 direita).\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EPAGE UP = Rola a tela para cima\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EPAGE DOWN = Rola a tela para baixo.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003E\u00a0\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ENovos, do Internet Explorer 7 (com abas)\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECTRL + clique = Abrir link em nova aba, sem traz\u00ea-la para frente.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECTRL + SHIFT + clique = Abrir link em nova aba, trazendo-a para a frente.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECTRL + T = Nova aba.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EALT + ENTER = Nova aba com a URL da barra de endere\u00e7os (se ela estiver focada).\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EALT + ENTER = Nova aba para pesquisar o texto do campo de busca (se ele estiver focado).\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECTRL + Q = Ver miniaturas das abas. Clique na miniatura para ativar a aba correspondente.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECTRL + TAB e CTRL + SHIFT + TAB = Alternar entre as abas (respectivamente, para frente e para tr\u00e1s).\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECTRL + n, onde \"n\" \u00e9 um n\u00famero de 1 a 8 = Alterna para a aba na \"n\u00aa\" posi\u00e7\u00e3o.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECTRL + 9 = Alterna para a \u00faltima aba usada.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003ECTRL + W = Fecha a aba atual.\u003C/p\u003E\n\u003Cp class=\"MsoNormal\"\u003EALT + F4 = Fecha todas as abas (e a janela do navegador).\u003C/p\u003ECTRL + ALT + F4 = Fecha todas as outras abas, menos a atual."} <p class="MsoNormal">Windows em geral&lt;!--?xml:namespace prefix =" o" ns =" "urn:schemas-microsoft-com:office:office"" /--></p> <p class="MsoNormal">WIN = Abre o menu Iniciar. Use as setas para navegar nas opções, e dê ENTER para abrir um item.</p> <p class="MsoNormal">WIN + D = Mostrar área de trabalho.</p> <p class="MsoNormal">WIN + M = Minimizar tudo.</p> <p class="MsoNormal">SHIFT + WIN + M = Desminimizar tudo.</p> <p class="MsoNormal">WIN + R = Executar.</p> <p class="MsoNormal">WIN + E = Abre o Windows Explorer.</p> <p class="MsoNormal">WIN + PAUSE BREAK = Propriedades do sistema.</p> <p class="MsoNormal">WIN + F = Pesquisar arquivos ou pastas.</p> <p class="MsoNormal">WIN + U = Gerenciador de utilitários.</p> <p class="MsoNormal">WIN + L = Bloquear computador ou trocar de usuário, sem fazer logoff.</p> <p class="MsoNormal">CTRL + ESC = Abre o menu Iniciar.</p> <p class="MsoNormal">CTRL + ALT + DEL = Gerenciador de tarefas, permite fechar programas travados. No Windows NT/2000/XP/Vista etc. pode abrir a janela "Segurança do Windows", com opções para trocar senha, fazer logoff ou abrir o gerenciador de tarefas.</p> <p class="MsoNormal">CTRL + SHIFT + ESC = Gerenciador de tarefas (com a vantagem de abri-lo direto, e não a tela de segurança, em algumas versões de Windows).</p> <p class="MsoNormal">ALT + LETRA SUBLINHADA DE MENUS OU BOTÕES = Acessa o menu ou botão. Use as setas de direção do teclado para se mover, ENTER para confirmar ou a barra de espaços para marcar ou desmarcar as caixinhas de marcação.</p> <p class="MsoNormal">ALT + TAB = Alterna as janelas abertas. Segure ALT e vá teclando TAB até selecionar a janela desejada, e então solte tudo.</p> <p class="MsoNormal">SHIFT + ALT + TAB = Alterna as janelas abertas, só que selecionando as anteriores, e não as próximas. Ao usar o ALT + TAB, você pode teclar ou soltar SHIFT quando precisar.</p> <p class="MsoNormal">ALT + ESC = Alterna diretamente para a janela anterior na barra de tarefas.</p> <p class="MsoNormal">CTRL + TAB = Alterna as guias (abas) das janelas que tem abas, avançando, e em alguns programas, alterna os documentos abertos.</p> <p class="MsoNormal">SHIFT + CTRL + TAB = Alterna as guias, voltando para as anteriores, em vez de avançar.</p> <p class="MsoNormal">ALT + F4 = Fecha a janela ativa. Se nenhuma janela estiver aberta, abre a caixa de diálogo "Desligar o computador".</p> <p class="MsoNormal">ALT + ESPAÇO = Abre o menu de controle da janela ativa (= clicar na barra de título com o botão direito do mouse ou, mais precisamente, clicar no ícone que fica à esquerda, na barra de título dos programas). Dica: use para maximizar, minimizar ou restaurar janelas pelo teclado.</p> <p class="MsoNormal">F10 = Seleciona os menus do programa atual. Use as setas de direção do teclado para se mover por eles.</p> <p class="MsoNormal">SHIFT + F10 = Corresponde a clicar com o botão direito no objeto selecionado ou em foco. Use as setas para escolher um item do menu, e ENTER para "clicá-lo". Pode-se usar diretamente a tecla que tem um menu com uma setinha, é a chama "tecla de atalho de aplicativo", que normalmente fica entre as teclas WIN DIREITA e CTRL de alguns teclados.</p> <p class="MsoNormal">PRINT SCREEN = Copia uma imagem da tela atual para a área de transferência. Basta colar no seu programa gráfico preferido (pode ser o Paint), ou num editor que aceite imagens (como o Word). Ideal para pegar ilustrações de tela sem precisar de programas de terceiros.</p> <p class="MsoNormal">ALT + PRINT SCREEN = Copia uma imagem apenas da janela ativa, e não da tela inteira (janela ativa é a janela que está em primeiro plano).</p> <p class="MsoNormal"> </p> <p class="MsoNormal">Windows Explorer</p> <p class="MsoNormal">Confira mais abaixo as dicas de seleção de textos, muitas valem para o trabalho com arquivos e pastas também</p> <p class="MsoNormal">F3 = Pesquisar arquivos na pasta atual.</p> <p class="MsoNormal">F4 = Abre a listinha da barra de endereços.</p> <p class="MsoNormal">F5 = Atualiza a janela atual.</p> <p class="MsoNormal">F6 = Seleciona o texto da barra de endereços.</p> <p class="MsoNormal">F11 = Abre a página em tela cheia. Tecle F11 para voltar ao normal.</p> <p class="MsoNormal">CTRL + H = Abre a lista do histórico.</p> <p class="MsoNormal">CTRL + I = Abre a lista dos favoritos.</p> <p class="MsoNormal">BACKSPACE = Abrir a pasta pai (acima).</p> <p class="MsoNormal"> </p> <p class="MsoNormal">Cópia e seleção de textos ou arquivos</p> <p class="MsoNormal">CTRL + C = Copiar seleção.</p> <p class="MsoNormal">CTRL + V = Colar.</p> <p class="MsoNormal">CTRL + X = Recortar (mover).</p> <p class="MsoNormal">CTRL + A = Selecionar tudo do campo atual.</p> <p class="MsoNormal">CTRL + Z = Desfaz a última ação de edição, se possível. Cuidado ao usar no Windows Explorer, pois pode desrenomear uma pasta que acabou de ser renomeada, apagar arquivos que foram copiados ou mover de volta arquivos que foram movidos.</p> <p class="MsoNormal"> </p> <p class="MsoNormal">Textos em diversos programas</p> <p class="MsoNormal">Muitos valem para arquivos no Windows Explorer também</p> <p class="MsoNormal">SETA ESQUERDA = Coloca o cursor um caractere anterior.</p> <p class="MsoNormal">SETA DIREITA = Coloca o cursor um caractere depois.</p> <p class="MsoNormal">SETA ACIMA = Vai para a linha de cima, na mesma coluna.</p> <p class="MsoNormal">SETA ABIXO = Vai para a linha de baixo, na mesma coluna.</p> <p class="MsoNormal">SHIFT + SETA ESQUERDA = Vai selecionando à esquerda do cursor. Segurando SHIFT, vá teclando a SETA ESQUERDA.</p> <p class="MsoNormal">SHIFT + SETA DIREITA = Idem anterior, seleciona à direita do cursor. Segure SHIFT e vá teclando SETA DIREITA.</p> <p class="MsoNormal">SHIFT + SETA ACIMA = Seleciona o texto compreendido entre a linha atual e a linha acima, na mesma coluna. Segure SHIFT e vá teclando SETA ACIMA para selecionar mais linhas para cima.</p> <p class="MsoNormal">SHIFT + SETA ABAIXO = Idem anterior, seleciona linhas para baixo.</p> <p class="MsoNormal">HOME = Coloca o cursor no começo da linha.</p> <p class="MsoNormal">END = Coloca o cursor no final da linha.</p> <p class="MsoNormal">SHIFT + HOME = Seleciona do cursor até o início da linha.</p> <p class="MsoNormal">SHIFT + END = Seleciona do cursor até o fim da linha.</p> <p class="MsoNormal">PAGE UP = Rola uma tela acima.</p> <p class="MsoNormal">PAGE DOWN = Rola uma tela abaixo.</p> <p class="MsoNormal">INSERT = Alterna entre inserir ou substituir caracteres ao digitar.</p> <p class="MsoNormal">DELETE = Exclui caracteres à direita do cursor.</p> <p class="MsoNormal">BACKSPACE = Exclui caracteres à esquerda do cursor.</p> <p class="MsoNormal">SHIFT + TECLA = Coloca o símbolo secundário da tecla. No caso das letras, alterna para caixa alta (maiúsculas).</p> <p class="MsoNormal">ALT DIREITA + TECLA = Coloca o símbolo terciário da tecla (nas que possuem três símbolos impressos na tecla).</p> <p class="MsoNormal">CAPS LOCK = Alterna maiúsculas e minúsculas ao digitar.</p> <p class="MsoNormal"> </p> <p class="MsoNormal">Internet Explorer</p> <p class="MsoNormal">BACKSPACE = Voltar (desde que nenhum campo de edição tenha o foco).</p> <p class="MsoNormal">SHIFT + BACKSPACE = Avançar (desde que nenhum campo de edição tenha o foco).</p> <p class="MsoNormal">ALT + HOME = Abre a página inicial.</p> <p class="MsoNormal">F3 = Pesquisar na web (não recomendado, prefisa usar seu site de busca favorito).</p> <p class="MsoNormal">F4 = Mostra a listinha da barra de endereços.</p> <p class="MsoNormal">F5 = Atualiza (recarrega) a página.</p> <p class="MsoNormal">F6 = Seleciona a barra de endereços.</p> <p class="MsoNormal">F11 = Abre a página em tela cheia. Tecle F11 para voltar ao normal. Dica: mesmo navegando em tela cheia, você pode teclar WIN para abrir o menu Iniciar ou usar o ALT+TAB para alternar entre as janelas abertas.</p> <p class="MsoNormal">CTRL + F = Pesquisar texto na página atual (é bom clicar logo no comecinho da página antes de dar CTRL+F, para deixar o cursor bem no início e então pesquisar a partir dali).</p> <p class="MsoNormal">CTRL + D = Adiciona a página atual nos favoritos.</p> <p class="MsoNormal">TAB = Avança de link em link ou de objeto em objeto na página. Tecle a barra de espaço para selecioar se for um campo de marcação, ou tecle ENTER para abrir, se for um botão ou link. O objeto ativo ficará cercado por um retângulo tracejado, para que você possa identificá-lo.</p> <p class="MsoNormal">SHIFT + TAB = A mesma coisa do TAB, só que em direção oposta. Ideal para voltar para links atrás ou quando você "passar" do ponto com o TAB.</p> <p class="MsoNormal">CTRL + H = Abre a lista de histórico, à esquerda.</p> <p class="MsoNormal">CTRL + I = Abre a lista dos favoritos, à esquerda.</p> <p class="MsoNormal">CTRL + O = Abrir arquivo, site ou uma URL qualquer.</p> <p class="MsoNormal">SHIFT + CLIQUE NUM LINK = Abre o link em nova janela, mantendo a atual aberta. A mesma coisa de clicar no link com o direito e escolher "Abrir em nova janela".</p> <p class="MsoNormal">HOME = Vai para o topo da página.</p> <p class="MsoNormal">END = Vai para o fim da página.</p> <p class="MsoNormal">ESPAÇO = Rola a tela para baixo.</p> <p class="MsoNormal">SHIFT + ESPAÇO = Rola a tela para cima.</p> <p class="MsoNormal">SETAS DE DIREÇÃO = Rolam a tela, para a direção da seta teclada (acima, abaixo, à esquerda e à direita).</p> <p class="MsoNormal">PAGE UP = Rola a tela para cima</p> <p class="MsoNormal">PAGE DOWN = Rola a tela para baixo.</p> <p class="MsoNormal"> </p> <p class="MsoNormal">Novos, do Internet Explorer 7 (com abas)</p> <p class="MsoNormal">CTRL + clique = Abrir link em nova aba, sem trazê-la para frente.</p> <p class="MsoNormal">CTRL + SHIFT + clique = Abrir link em nova aba, trazendo-a para a frente.</p> <p class="MsoNormal">CTRL + T = Nova aba.</p> <p class="MsoNormal">ALT + ENTER = Nova aba com a URL da barra de endereços (se ela estiver focada).</p> <p class="MsoNormal">ALT + ENTER = Nova aba para pesquisar o texto do campo de busca (se ele estiver focado).</p> <p class="MsoNormal">CTRL + Q = Ver miniaturas das abas. Clique na miniatura para ativar a aba correspondente.</p> <p class="MsoNormal">CTRL + TAB e CTRL + SHIFT + TAB = Alternar entre as abas (respectivamente, para frente e para trás).</p> <p class="MsoNormal">CTRL + n, onde "n" é um número de 1 a 8 = Alterna para a aba na "nª" posição.</p> <p class="MsoNormal">CTRL + 9 = Alterna para a última aba usada.</p> <p class="MsoNormal">CTRL + W = Fecha a aba atual.</p> <p class="MsoNormal">ALT + F4 = Fecha todas as abas (e a janela do navegador).</p>CTRL + ALT + F4 = Fecha todas as outras abas, menos a atual.Thu, 11 Feb 2010 12:49:35 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/44963416/Atalhos-de-tecladourn:www-soup-io:1:44963416regularprodutividade Lembram do World of Connections da Economist? Uma apresentação online {"tags":["redes sociais","twitter"],"type":"link","title":"Lembram do World of Connections da Economist? Uma apresenta\u00e7\u00e3o online","source":"http://www.slideshare.net/juliovidarte/a-world-of-connections-the-economist","body":null} <p><a href="http://www.slideshare.net/juliovidarte/a-world-of-connections-the-economist">http://www.slideshare.net/juliovidarte/a-world-of-connections-the-economist</a></p>Wed, 10 Feb 2010 18:19:27 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/44941260/Lembram-do-World-of-Connections-da-Economisturn:www-soup-io:1:44941260linkredes sociaistwitter Google Buzz - Gmail vira rede social? {"tags":["redes","sociais"],"type":"video","embedcode_or_url":"\u003Cobject height=\"360\" width=\"580\"\u003E\u003Cparam name=\"movie\" value=\"http://www.youtube.com/v/yi50KlsCBio\u0026amp;hl=pt_BR\u0026amp;fs=1\u0026amp;border=1\" /\u003E\u003Cparam name=\"allowFullScreen\" value=\"true\" /\u003E\u003Cparam name=\"allowscriptaccess\" value=\"always\" /\u003E\u003Cembed src=\"http://www.youtube.com/v/yi50KlsCBio\u0026amp;hl=pt_BR\u0026amp;fs=1\u0026amp;border=1\" allowfullscreen=\"true\" type=\"application/x-shockwave-flash\" allowscriptaccess=\"always\" height=\"360\" width=\"580\" /\u003E\u003C/object\u003E","source":null,"body":"\u003Cstrong\u003EGoogle Buzz - Gmail vira rede social?\u003C/strong\u003E"} <object height="360" width="580"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yi50KlsCBio&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/yi50KlsCBio&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" allowfullscreen="true" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" height="360" width="580" /></object><strong>Google Buzz - Gmail vira rede social?</strong>Wed, 10 Feb 2010 12:55:41 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/44932084/Google-Buzz-Gmail-vira-rede-socialurn:www-soup-io:1:44932084videoredessociais Google desenvolve aplicativo p reconhecer vozes e traduzir em tempo real {"tags":[],"type":"link","title":"Google desenvolve aplicativo p reconhecer vozes e traduzir em tempo real","source":"http://www.bluebus.com.br/show/1/94845/google_desenvolve_aplicativo_p_reconhecer_vozes_e_traduzir_em_tempo_real","body":null} <p><a href="http://www.bluebus.com.br/show/1/94845/google_desenvolve_aplicativo_p_reconhecer_vozes_e_traduzir_em_tempo_real">http://www.bluebus.com.br/show/1/94845/google_desenvolve_aplicativo_p_reconhecer_vozes_e_traduzir_em_tempo_real</a></p>Tue, 09 Feb 2010 12:02:42 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/44899407/Google-desenvolve-aplicativo-p-reconhecer-vozes-eurn:www-soup-io:1:44899407link Sixth Sense - Uma nova abordagem em realidade aumentada e interação {"tags":["Realidade","Aumentada"],"type":"link","title":"Sixth Sense - Uma nova abordagem em realidade aumentada e intera\u00e7\u00e3o","source":"http://www.ted.com/talks/pattie_maes_demos_the_sixth_sense.html","body":"Esta demonstra\u00e7\u00e3o -- do laborat\u00f3rio da Pattie Maes no MIT, coordenado por Pranav Mistry -- foi um destaque no TED.... \u00c9 um dispositivo que se veste, com um projetor que abre caminho para uma profunda intera\u00e7\u00e3o com o meio a sua volta. 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Imaginem "Minority Report", e então algo mais...</p> <p><a href="http://www.ted.com/talks/pattie_maes_demos_the_sixth_sense.html">http://www.ted.com/talks/pattie_maes_demos_the_sixth_sense.html</a></p>Fri, 05 Feb 2010 18:22:25 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/44521831/Sixth-Sense-Uma-nova-abordagem-em-realidadeurn:www-soup-io:1:44521831linkrealidadeaumentada Motorola Devour {"tags":["Mobilidade","celular","Social"],"type":"regular","title":"Motorola Devour","source":null,"body":"\u003Ctable width=\"100%\"\u003E\n\n\u003Ctr\u003E\n\u003Ctd\u003E\u003C/td\u003E\u003C/tr\u003E\n\u003Ctr\u003E\n\u003Ctd\u003E\u003Cimg src=\"http://www.likecool.com/Gear/Cellphone/Motorola%20Devour/Motorola-Devour.jpg\" height=\"460\" alt=\"Motorola devour\" width=\"580\" /\u003E\u003C/td\u003E\u003C/tr\u003E\n\u003Ctr\u003E\n\u003Ctd\u003E\u003Ca href=\"http://www.likecool.com/cate-Gear.html\"\u003EGear\u003C/a\u003E\u00a0 | \u00a0\u003Ca href=\"http://www.likecool.com/brand-Gear-Cellphone.html\"\u003ECellphone\u003C/a\u003E\u003C/td\u003E\u003C/tr\u003E\n\u003Ctr\u003E\n\u003Ctd\u003EVerizon and Motorola today announced a Android-powered smartphone, the \u003Cem\u003EMotorola Devour\u003C/em\u003E. It features a 3.1-inch touchscreen, a slide-out full QWERTY keyboard, aGPS and it\u00a0comes with an 8GB microSD card (it supports up to 32GB).\u00a0It will be available in March.\u003Cbr /\u003E\u003Cem\u003EMOTOBLUR is the first solution to sync contacts from work and personal e-mail services, including Gmail, with posts, messages, photos and more from popular sites such as Facebook, MySpace and Twitter. With MOTOBLUR, content is automatically delivered to the home screen and fed into easy-to-manage streams.\u003C/em\u003E [ \u003Ca href=\"http://mediacenter.motorola.com/content/detail.aspx?ReleaseID=12380\u0026amp;NewsAreaID=2\"\u003Elink\u003C/a\u003E ]\u003C/td\u003E\u003C/tr\u003E\u003C/table\u003E"} <img src="http://www.likecool.com/Gear/Cellphone/Motorola%20Devour/Motorola-Devour.jpg" height="460" alt="Motorola devour" width="580" /> <a href="http://www.likecool.com/cate-Gear.html">Gear</a>  |  <a href="http://www.likecool.com/brand-Gear-Cellphone.html">Cellphone</a> Verizon and Motorola today announced a Android-powered smartphone, the <em>Motorola Devour</em>. It features a 3.1-inch touchscreen, a slide-out full QWERTY keyboard, aGPS and it comes with an 8GB microSD card (it supports up to 32GB). It will be available in March.<br /><em>MOTOBLUR is the first solution to sync contacts from work and personal e-mail services, including Gmail, with posts, messages, photos and more from popular sites such as Facebook, MySpace and Twitter. With MOTOBLUR, content is automatically delivered to the home screen and fed into easy-to-manage streams.</em> [ <a href="http://mediacenter.motorola.com/content/detail.aspx?ReleaseID=12380&amp;NewsAreaID=2">link</a> ]Fri, 05 Feb 2010 17:31:23 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/44514581/Motorola-Devoururn:www-soup-io:1:44514581regularmobilidadecelularsocial Demo de realidade aumentada do Toyota iQ {"tags":["realidade","aumentada"],"type":"video","embedcode_or_url":"\u003Cobject height=\"360\" width=\"580\"\u003E\u003Cparam name=\"movie\" value=\"http://www.youtube.com/v/1_7NW_u3VFo\u0026amp;hl=pt_BR\u0026amp;fs=1\u0026amp;border=1\" /\u003E\u003Cparam name=\"allowFullScreen\" value=\"true\" /\u003E\u003Cparam name=\"allowscriptaccess\" value=\"always\" /\u003E\u003Cembed src=\"http://www.youtube.com/v/1_7NW_u3VFo\u0026amp;hl=pt_BR\u0026amp;fs=1\u0026amp;border=1\" allowfullscreen=\"true\" type=\"application/x-shockwave-flash\" allowscriptaccess=\"always\" height=\"360\" width=\"580\" /\u003E\u003C/object\u003E","source":null,"body":"\u003Cstrong\u003EDemo de realidade aumentada do Toyota iQ\u003C/strong\u003E"} <object height="360" width="580"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1_7NW_u3VFo&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/1_7NW_u3VFo&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" allowfullscreen="true" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" height="360" width="580" /></object><strong>Demo de realidade aumentada do Toyota iQ</strong>Fri, 05 Feb 2010 17:28:40 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/44514347/Demo-de-realidade-aumentada-do-Toyota-iQurn:www-soup-io:1:44514347videorealidadeaumentada Um jeito simples de se entender o papel e a dinâmica das chamadas mídias sociais {"tags":["M\u00eddia","social"],"type":"video","embedcode_or_url":"\u003Cobject height=\"364\" width=\"445\"\u003E\u003Cparam name=\"movie\" value=\"http://www.youtube.com/v/LBmQWm69ZjI\u0026amp;hl=pt_BR\u0026amp;fs=1\u0026amp;border=1\" /\u003E\u003Cparam name=\"allowFullScreen\" value=\"true\" /\u003E\u003Cparam name=\"allowscriptaccess\" value=\"always\" /\u003E\u003Cembed src=\"http://www.youtube.com/v/LBmQWm69ZjI\u0026amp;hl=pt_BR\u0026amp;fs=1\u0026amp;border=1\" allowfullscreen=\"true\" type=\"application/x-shockwave-flash\" allowscriptaccess=\"always\" height=\"364\" width=\"445\" /\u003E\u003C/object\u003E","source":null,"body":"\u003Cp\u003E\u003Cstrong\u003EUm jeito simples de se entender o papel e a din\u00e2mica das chamadas m\u00eddias sociais\u003C/strong\u003E\u003C/p\u003E"} <object height="364" width="445"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/LBmQWm69ZjI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/LBmQWm69ZjI&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;border=1" allowfullscreen="true" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" height="364" width="445" /></object><p><strong>Um jeito simples de se entender o papel e a dinâmica das chamadas mídias sociais</strong></p>Fri, 05 Feb 2010 16:04:15 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/44507018/Um-jeito-simples-de-se-entender-ourn:www-soup-io:1:44507018videomídiasocial Um arquivo de filmes para loucas experiências {"tags":["CC","colaborativo"],"type":"link","title":"Um arquivo de filmes para loucas experi\u00eancias","source":"http://ow.ly/13Qz6","body":"\u003Cdiv class=\"boxperfilfoto\"\u003E3 de fevereiro de 2010| \u003C/div\u003E\n\u003Cdiv\u003E\n\u003Cdiv class=\"corpoPost\"\u003E\n\u003Cdiv class=\"infoPost\"\u003E\n\u003Cul class=\"credito\"\u003E\n\u003Cli\u003EPor Tatiana de Mello Dias \u003C/li\u003E\u003C/ul\u003E\u003C/div\u003E\n\u003Cp\u003E\u003Ca href=\"http://blogs.estadao.com.br/p2p/files/2010/02/public1.JPG\"\u003E\u003Cimg class=\"aligncenter size-medium wp-image-179\" src=\"http://blogs.estadao.com.br/p2p/files/2010/02/public1-300x159.jpg\" height=\"159\" alt=\"public1\" width=\"300\" /\u003E\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EQuem trabalha com v\u00eddeo sabe a dificuldade em conseguir material livre na rede. 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Al\u00e9m disso, ele diz que \u00e9 muito dif\u00edcil conseguir remixar obras. \u201cH\u00e1 tamb\u00e9m o clima de d\u00favida e o risco de ser processado\u201d, diz o programador, que diz que fazer algo bacana com v\u00eddeos online \u00e9 um \u201ccampo minado legal\u201d.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EPara desenvolver o Public V\u00eddeos, ele chamou um amigo programador e contratou duas pessoas para capturar os v\u00eddeos. 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O Public Videos, criado pelo programador <a href="http://www.fabricio.org/">Fabrício Zuardi</a>, surgiu para isso.</p> <p>Como o nome sugere, é um diretório de vídeos públicos para serem usados livremente. Já estão lá 2.156 vídeos, a maior parte deles foi captada por colaboradores, pessoas próximas e pelo próprio Zuardi.</p> <p>A idéia surgiu quando ele comprou uma câmera. No começo, jogava os vídeos que produzia no Flickr – o único site que permite a escolha de licenças mais livres para compartilhar. Mas, depois, começou a ter dificuldade para encontrar obras em domínio público.</p> <p>“A maioria dos vídeos é bem antiga, em preto e branco e com baixa qualidade”, disse ele ao P2P. Além disso, ele diz que é muito difícil conseguir remixar obras. “Há também o clima de dúvida e o risco de ser processado”, diz o programador, que diz que fazer algo bacana com vídeos online é um “campo minado legal”.</p> <p>Para desenvolver o Public Vídeos, ele chamou um amigo programador e contratou duas pessoas para capturar os vídeos. O projeto está sendo desenvolvido em código aberto, sob a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Licen%C3%A7a_BSD">licença BSD</a>.</p> <p>Os vídeos que estão ali têm a licença mais livre possível: a CC0, que funciona como uma renúncia total de direitos – ou “sem direitos reservados”.</p> <p>Ele escolheu a CC0, conta, “justamente para permitir as experiências mais loucas possíveis” com os vídeos. “Não queria que os termos de uma licença pudessem ser um impeditivo para alguém que quisesse usar ou remixar de forma criativa o conteúdo do repositório”, explica.</p></div></div></p> <p><a href="http://ow.ly/13Qz6">http://ow.ly/13Qz6</a></p>Thu, 04 Feb 2010 20:01:04 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/44393452/Um-arquivo-de-filmes-para-loucas-experiurn:www-soup-io:1:44393452linkcccolaborativo Apresentação da Agência Click sobre crescimento das redes socias, destacando o Twitter em SP {"tags":["redessociais","Twitter"],"type":"video","embedcode_or_url":"\u003Cobject height=\"360\" width=\"580\"\u003E\u003Cparam name=\"movie\" value=\"http://www.youtube.com/v/DmRsQibIOWg\u0026amp;hl=pt_BR\u0026amp;fs=1\u0026amp;border=1\" /\u003E\u003Cparam name=\"allowFullScreen\" value=\"true\" /\u003E\u003Cparam name=\"allowscriptaccess\" value=\"always\" /\u003E\u003Cembed src=\"http://www.youtube.com/v/DmRsQibIOWg\u0026amp;hl=pt_BR\u0026amp;fs=1\u0026amp;border=1\" allowfullscreen=\"true\" type=\"application/x-shockwave-flash\" allowscriptaccess=\"always\" height=\"360\" width=\"580\" /\u003E\u003C/object\u003E","source":null,"body":"\u003Cp\u003E\u003Cstrong\u003EApresenta\u00e7\u00e3o da Ag\u00eancia Click sobre crescimento das redes socias, destacando o Twitter em SP\u003C/strong\u003E\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E(o video \u00e9 de janeiro de 2009)\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EA Ag\u00eanciaClick realizou um radar completo do perfil dos brasileiros nas Redes Sociais. 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Confira.<br /><br />Ficha técnica:<br />Vice Presidente de Criação: Raphael Vasconcellos<br />Diretora de Criação: Juliana Constantino<br />Redação: André Pinheiro, Estêvão Queiroga<br />Direção de Arte: Diego Araújo<br />Direção de Vídeo: Steve ePonto<br />Edição: Fernando Colares<br />Animação: Fabrício Lúcio, Fernando Colares<br />Planejamento, Pesquisa e Concepção: Douglas Mello, Marina Pires<br />Locução: Estêvão Queiroga<br />Trilha e efeitos sonoros: Angels </p>Thu, 04 Feb 2010 19:59:05 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/44393270/Apresenta-o-da-Ag-ncia-Click-sobreurn:www-soup-io:1:44393270videoredessociaistwitter Um conceito de realidade aumentada - {"tags":[],"type":"video","embedcode_or_url":"\u003Cobject height=\"295\" width=\"480\"\u003E\u003Cparam name=\"movie\" value=\"http://www.youtube.com/v/DnmxT6x85p8\u0026amp;hl=pt_BR\u0026amp;fs=1\" /\u003E\u003Cparam name=\"allowFullScreen\" value=\"true\" /\u003E\u003Cparam name=\"allowscriptaccess\" value=\"always\" /\u003E\u003Cembed src=\"http://www.youtube.com/v/DnmxT6x85p8\u0026amp;hl=pt_BR\u0026amp;fs=1\" allowfullscreen=\"true\" type=\"application/x-shockwave-flash\" allowscriptaccess=\"always\" height=\"295\" width=\"480\" /\u003E\u003C/object\u003E","source":null,"body":"Um conceito de realidade aumentada - "} <object height="295" width="480"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/DnmxT6x85p8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/DnmxT6x85p8&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" allowfullscreen="true" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" height="295" width="480" /></object>Um conceito de realidade aumentada - Wed, 03 Feb 2010 18:19:10 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/44257716/Um-conceito-de-realidade-aumentadaurn:www-soup-io:1:44257716video Prometeus - La Revolucion de los Medios {"tags":["Augmented","reality"],"type":"video","embedcode_or_url":"\u003Cobject height=\"344\" width=\"425\"\u003E\u003Cparam name=\"movie\" value=\"http://www.youtube.com/v/aD4XtZqJu-U\u0026amp;hl=pt_BR\u0026amp;fs=1\u0026amp;\" /\u003E\u003Cparam name=\"allowFullScreen\" value=\"true\" /\u003E\u003Cparam name=\"allowscriptaccess\" value=\"always\" /\u003E\u003Cembed src=\"http://www.youtube.com/v/aD4XtZqJu-U\u0026amp;hl=pt_BR\u0026amp;fs=1\u0026amp;\" allowfullscreen=\"true\" type=\"application/x-shockwave-flash\" allowscriptaccess=\"always\" height=\"344\" width=\"425\" /\u003E\u003C/object\u003E","source":null,"body":"\u003Cp\u003EPrometeus - La Revolucion de los Medios\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003EO video segue na mesma linha do Museum of Media, que vimos na primeira aula, mas envolve temas como a mobilidade e a realidade aumentada.\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003ED\u00e1 para ver o original com \u00e1udio (e sotaque) e legendas em ingl\u00eas aqui: \u003Ca href=\"http://www.youtube.com/watch?v=xj8ZadKgdC0\"\u003Ehttp://www.youtube.com/watch?v=xj8ZadKgdC0\u003C/a\u003E\u003C/p\u003E"} <object height="344" width="425"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/aD4XtZqJu-U&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/aD4XtZqJu-U&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" height="344" width="425" /></object><p>Prometeus - La Revolucion de los Medios</p> <p>O video segue na mesma linha do Museum of Media, que vimos na primeira aula, mas envolve temas como a mobilidade e a realidade aumentada.</p> <p>Dá para ver o original com áudio (e sotaque) e legendas em inglês aqui: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=xj8ZadKgdC0">http://www.youtube.com/watch?v=xj8ZadKgdC0</a></p>Wed, 03 Feb 2010 18:12:26 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/44256914/Prometeus-La-Revolucion-de-los-Mediosurn:www-soup-io:1:44256914videoaugmentedreality Chrome OS Tablet Concept Vid - Original {"tags":[],"type":"video","embedcode_or_url":"\u003Cobject height=\"340\" width=\"560\"\u003E\u003Cparam name=\"movie\" value=\"http://www.youtube.com/v/debO2FroXA0\u0026amp;hl=pt_BR\u0026amp;fs=1\u0026amp;\" /\u003E\u003Cparam name=\"allowFullScreen\" value=\"true\" /\u003E\u003Cparam name=\"allowscriptaccess\" value=\"always\" /\u003E\u003Cembed src=\"http://www.youtube.com/v/debO2FroXA0\u0026amp;hl=pt_BR\u0026amp;fs=1\u0026amp;\" allowfullscreen=\"true\" type=\"application/x-shockwave-flash\" allowscriptaccess=\"always\" height=\"340\" width=\"560\" /\u003E\u003C/object\u003E","source":null,"body":"Chrome OS Tablet Concept Vid - Original"} <object height="340" width="560"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/debO2FroXA0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/debO2FroXA0&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" height="340" width="560" /></object>Chrome OS Tablet Concept Vid - OriginalWed, 03 Feb 2010 18:05:03 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/44255935/Chrome-OS-Tablet-Concept-Vid-Originalurn:www-soup-io:1:44255935video Como seria um Tablet do Google? - Matéria online do Link {"tags":[],"type":"link","title":"Como seria um Tablet do Google? - Mat\u00e9ria online do Link","source":"http://ow.ly/13eA1","body":null} <p><a href="http://ow.ly/13eA1">http://ow.ly/13eA1</a></p>Wed, 03 Feb 2010 17:41:54 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/44252675/Como-seria-um-Tablet-do-Google-Maturn:www-soup-io:1:44252675link Escrever na Web é diferente, e ao mesmo tempo não é {"tags":[],"type":"regular","title":"Escrever na Web \u00e9 diferente, e ao mesmo tempo n\u00e3o \u00e9","source":null,"body":"\u003Cp\u003EContribui\u00e7\u00e3o da colega Flavia para a turma - Como escrever na Web \u00e9 diferente, e ao mesmo tempo n\u00e3o \u00e9 (numa tradu\u00e7\u00e3o capenga)\u003C/p\u003E\n\u003Ch3\u003E\u003Ca href=\"http://sportsjournalism.org/sports-media-news/how-writing-for-the-web-is-different-and-how-it-isn%e2%80%99t/\"\u003EHow Writing for the Web Is Different, and How It Isn\u2019t\u003C/a\u003E\u003C/h3\u003E\n\u003Cdiv class=\"postMeta\"\u003EJason Fry | Feb. 1, 2010 8:02 a.m. \u003C/div\u003E\n\u003Cdiv class=\"entry\"\u003EThere\u2019s no shortage of advice on how to write for the Web. \u003Cem\u003EPeople don\u2019t read \u2013 they only skim. You have to write short. You should use lots of bullets. Make lists \u2013 but not long lists, because people don\u2019t read.\u003C/em\u003E (\u003Ca href=\"http://webdesign.about.com/od/writing/a/aa031405.htm\" title=\"Here\u0026amp;rsquo;s a typical example\"\u003EHere\u2019s a typical example\u003C/a\u003E\u00a0\u2013 in list form, of course.)\u003Cbr /\u003E\u003Cbr /\u003ETake stuff like this with a boulder of salt. Such well-meaning advice oversimplifies our craft, and makes the mistake of assuming Web readers are all alike.\u003Cbr /\u003E\u003Cbr /\u003EI started thinking about this in earnest last summer, when I read a \u003Ca href=\"http://www.poynter.org/column.asp?id=45\u0026amp;aid=168950\" title=\"Jim romensko post\"\u003EJim Romensko post\u003C/a\u003E\u00a0including two takes on long-form journalism that seemed hopelessly contradictory. \u003Ca href=\"http://www.beet.tv/2009/08/long-form-journalism-on-the-web-is-not-working-timecom-managing-editor.html\" title=\"In this video\"\u003EIn this video\u003C/a\u003E,\u00a0Josh Tyrangiel, managing editor of Time.com, said that \u201clong-form journalism online, much as I wish it were thriving, is not.\u201d \u003Ca href=\"http://www.nytimes.com/2009/08/24/business/media/24askthetimes.html?pagewanted=all\" title=\"In this chat\"\u003EIn this chat\u003C/a\u003E,\u00a0Gerald Marzorati, editor of the New York Times Magazine, said that \u201ccontrary to conventional wisdom, it\u2019s our longest pieces that attract the most online traffic.\u201d\u003Cbr /\u003E\u003Cbr /\u003EHuh?\u003Cbr /\u003E\u003Cbr /\u003EActually they were both right. They serve very different audiences, and what works for one would fall flat for the other.\u003Cbr /\u003E\u003Cbr /\u003ETyrangiel\u2019s default reader is at work in the middle of the day, and Tyrangiel\u2019s goal is \u201cto make people smarter by saving them time.\u201d It would be hard to get those readers to settle in for 10,000 words about Haiti. Marzorati\u2019s readers are more likely to be reading on Friday night or the weekend, and are familiar with and receptive to the Times magazine\u2019s unhurried examinations of things. Bulleted lists would feel like thin gruel to them.\u003Cbr /\u003E\u003Cbr /\u003ELong-form sportswriting doesn\u2019t work online? Read this \u003Ca href=\"http://www.sfweekly.com/2005-07-06/news/say-it-ain-t-so-joe/\" title=\"Tommy craggs evisceration\"\u003ETommy Craggs evisceration\u003C/a\u003E of Joe Morgan\u00a0and tell me that. Or \u003Ca href=\"http://www.nytimes.com/2006/08/20/sports/playmagazine/20federer.html?pagewanted=all\" title=\"David foster wallace on roger federer\"\u003EDavid Foster Wallace on Roger Federer\u003C/a\u003E.\u00a0Or ESPN\u2019s \u003Ca href=\"http://sports.espn.go.com/espn/page2/story?page=adelson/070416\" title=\"Eric adelson on the chase\"\u003EEric Adelson on The Chase\u003C/a\u003E.\u00a0\u003Ca href=\"http://www.newyorker.com/archive/1960/10/22/1960_10_22_109_TNY_CARDS_000266305\" title=\"Or this famous piece\u0026amp;nbsp;that predates\"\u003EOr this famous piece\u00a0that predates\u003C/a\u003E the Web by more than a generation. \u003Cbr /\u003E\u003Cbr /\u003EThese pieces \u003Cem\u003Ekill\u003C/em\u003E online\u2013 in the right setting and for the right readers. Understanding that context and fitting the writing to it is a job for both the sportswriter and his or her editor.\u003Cbr /\u003E\u003Cbr /\u003EFirst, what kind of story are you writing? A profile of a retiring athlete or an investigative piece about steroids probably won\u2019t work as a list. A primer on how to figure out VORP or UZR will probably be deadly as an extended narrative.\u003Cbr /\u003E\u003Cbr /\u003ESecond, who are your typical readers? Are they impatient scanners for fantasy-sports tips, or people who love to reflect on the deeper meaning of sports? \u003Cem\u003EGenerally speaking, the audience is more important than the medium.\u003C/em\u003E\u003Cbr /\u003E\u003Cbr /\u003ENow, let\u2019s get back to the gurus. Are there ways in which writing for a Web audience is different than writing for a print one? Yes, there are \u2013 but it\u2019s a short list, and the principles aren\u2019t too hard to swallow.\u003Cbr /\u003E\u003Cbr /\u003E\u003Cstrong\u003E1. People Are Busy.\u003C/strong\u003E This is what motivates all the fear of writing long, and with good reason. Your Web reader is not settled in an armchair or lingering over breakfast, but a mouse click away from looking at one of thousands of other sites clamoring for his or her attention. (It will be interesting to see if the iPad changes this \u2013 we\u2019ll talk in a year or so.) Grab the reader by the throat, and don\u2019t let go. \u003Cbr /\u003E\u003Cbr /\u003EBut this was good advice in the days of cuneiform. The dirty secret of long-form journalism is that most of it doesn\u2019t work in any medium. The difference is online you can watch page views erode as the page numbers rise, while in print you probably have no idea anything\u2019s wrong. That has less to do with the Web than it does with the ability to measure readership. Long form will always be risky. Make sure it serves the subject and you can deliver on it. \u003Cbr /\u003E\u003Cbr /\u003E\u003Cstrong\u003E2. Show Your Work.\u003C/strong\u003E Online you have two jobs \u2013 to entertain the reader, and to be a guide pointing the reader to other good stuff they ought to read. If you\u2019re writing a column in response to someone else\u2019s argument, you owe it to the reader (and your adversary) to link to that argument. If you\u2019re writing about a player\u2019s rant that was caught on video, embed the video or link to it. If you\u2019ve found a great sabermetrics primer, point the way.\u003Cbr /\u003E\u003Cbr /\u003ELinking to something is not a sign of approval, though the reader should never feel blindsided or misled by what they find when they follow a link. If there\u2019s profanity or something worse on the other side of that link, warn the reader but trust them to make an adult decision. And you should absolutely link to your rivals\u2019 good stuff if it\u2019s helping drive the news or debate \u2013 you\u2019ll build trust for yourself and your organization by acknowledging their work.\u003Cbr /\u003E\u003Cbr /\u003E\u003Cstrong\u003E3. Think Topics.\u003C/strong\u003E I wouldn\u2019t call this one an iron-clad rule, but it\u2019s still a very good idea: Think about how an article will be passed around through social media and discovered days or months later through search. Ask yourself if it would work better for all concerned as a package of pieces than as a single article that covers a lot of ground.\u003Cbr /\u003E\u003Cbr /\u003EThose individual items will look more impressive as a package of links on a front page or section page. They\u2019ll serve readers better by letting them zero in on specifics now or much later. And they\u2019ll serve you better as a writer by letting you stretch out \u2013 what might feel like a digression within a single article could work well as a sidebar that\u2019s its own link. For examples, think of a sport\u2019s season preview, or an appreciation of Ted Williams that pauses to marvel at his gifts as a pilot and fisherman.\u003Cbr /\u003E\u003Cbr /\u003EThat\u2019s it. Three things \u2014 two iron-clad rules and one format to strongly consider. And a reminder to always think of the audience.\u003Cbr /\u003E\u003Cbr /\u003E(\u003Ca href=\"http://www.danshanoff.com/\" title=\"Thanks to dan shanoff\"\u003EThanks to Dan Shanoff\u003C/a\u003E for reactions, counterarguments and wise counsel.)\u003Cbr /\u003E\u003Cbr /\u003E\u003Cstrong\u003E\u003Cem\u003EJason Fry \u003C/em\u003E\u003C/strong\u003E\u003Cem\u003Eis a freelance writer in Brooklyn, N.Y. He spent more than 12 years at The Wall Street Journal Online, serving as a writer, columnist, editor and projects guy. While at\u00a0\u003Ca href=\"http://www.wsj.com/\" title=\"WSJ.com\"\u003EWSJ.com\u003C/a\u003E he edited and co-wrote The Daily Fix, a daily roundup of the best sportswriting online. He blogs about the Mets at Faith and Fear in Flushing (\u003Ca href=\"http://www.faithandfearinflushing.com/\" title=\"www.faithandfearinflushing.com\"\u003Ewww.faithandfearinflushing.com\u003C/a\u003E), and about the newspaper industry at Reinventing the Newsroom (\u003Ca href=\"http://www.reinventingthenewsroom.com/\" title=\"www.reinventingthenewsroom.com\"\u003Ewww.reinventingthenewsroom.com\u003C/a\u003E). Write to him at \u003Ca href=\"mailto:jason.fry@gmail.com\"\u003Ejason.fry@gmail.com\u003C/a\u003E, visit him on Facebook at \u003Ca href=\"http://www.facebook.com/jason.fry\" title=\"www.facebook.com/jason.fry\"\u003Ewww.facebook.com/jason.fry\u003C/a\u003E, or follow him on Twitter at\u00a0\u003Ca href=\"http://www.twitter.com/jasoncfry\" title=\"www.twitter.com/jasoncfry\"\u003Ewww.twitter.com/jasoncfry\u003C/a\u003E.\u003C/em\u003E \u003Cbr /\u003E\u003C/div\u003E\n\u003Cdiv class=\"entry\"\u003EOriginal aqui - \u003Ca href=\"http://migre.me/iGj4\"\u003Ehttp://migre.me/iGj4\u003C/a\u003E\u00a0(falemos tamb\u00e9m sobre encurtadores de URLs - Uniform Resource Locator - Localizador padrao de recursos)\u003C/div\u003E"} <p>Contribuição da colega Flavia para a turma - Como escrever na Web é diferente, e ao mesmo tempo não é (numa tradução capenga)</p> <h3><a href="http://sportsjournalism.org/sports-media-news/how-writing-for-the-web-is-different-and-how-it-isn%e2%80%99t/">How Writing for the Web Is Different, and How It Isn’t</a></h3> <div class="postMeta">Jason Fry | Feb. 1, 2010 8:02 a.m. </div> <div class="entry">There’s no shortage of advice on how to write for the Web. <em>People don’t read – they only skim. You have to write short. You should use lots of bullets. Make lists – but not long lists, because people don’t read.</em> (<a href="http://webdesign.about.com/od/writing/a/aa031405.htm" title="Here&amp;rsquo;s a typical example">Here’s a typical example</a> – in list form, of course.)<br /><br />Take stuff like this with a boulder of salt. Such well-meaning advice oversimplifies our craft, and makes the mistake of assuming Web readers are all alike.<br /><br />I started thinking about this in earnest last summer, when I read a <a href="http://www.poynter.org/column.asp?id=45&amp;aid=168950" title="Jim romensko post">Jim Romensko post</a> including two takes on long-form journalism that seemed hopelessly contradictory. <a href="http://www.beet.tv/2009/08/long-form-journalism-on-the-web-is-not-working-timecom-managing-editor.html" title="In this video">In this video</a>, Josh Tyrangiel, managing editor of Time.com, said that “long-form journalism online, much as I wish it were thriving, is not.” <a href="http://www.nytimes.com/2009/08/24/business/media/24askthetimes.html?pagewanted=all" title="In this chat">In this chat</a>, Gerald Marzorati, editor of the New York Times Magazine, said that “contrary to conventional wisdom, it’s our longest pieces that attract the most online traffic.”<br /><br />Huh?<br /><br />Actually they were both right. They serve very different audiences, and what works for one would fall flat for the other.<br /><br />Tyrangiel’s default reader is at work in the middle of the day, and Tyrangiel’s goal is “to make people smarter by saving them time.” It would be hard to get those readers to settle in for 10,000 words about Haiti. Marzorati’s readers are more likely to be reading on Friday night or the weekend, and are familiar with and receptive to the Times magazine’s unhurried examinations of things. Bulleted lists would feel like thin gruel to them.<br /><br />Long-form sportswriting doesn’t work online? Read this <a href="http://www.sfweekly.com/2005-07-06/news/say-it-ain-t-so-joe/" title="Tommy craggs evisceration">Tommy Craggs evisceration</a> of Joe Morgan and tell me that. Or <a href="http://www.nytimes.com/2006/08/20/sports/playmagazine/20federer.html?pagewanted=all" title="David foster wallace on roger federer">David Foster Wallace on Roger Federer</a>. Or ESPN’s <a href="http://sports.espn.go.com/espn/page2/story?page=adelson/070416" title="Eric adelson on the chase">Eric Adelson on The Chase</a>. <a href="http://www.newyorker.com/archive/1960/10/22/1960_10_22_109_TNY_CARDS_000266305" title="Or this famous piece&amp;nbsp;that predates">Or this famous piece that predates</a> the Web by more than a generation. <br /><br />These pieces <em>kill</em> online– in the right setting and for the right readers. Understanding that context and fitting the writing to it is a job for both the sportswriter and his or her editor.<br /><br />First, what kind of story are you writing? A profile of a retiring athlete or an investigative piece about steroids probably won’t work as a list. A primer on how to figure out VORP or UZR will probably be deadly as an extended narrative.<br /><br />Second, who are your typical readers? Are they impatient scanners for fantasy-sports tips, or people who love to reflect on the deeper meaning of sports? <em>Generally speaking, the audience is more important than the medium.</em><br /><br />Now, let’s get back to the gurus. Are there ways in which writing for a Web audience is different than writing for a print one? Yes, there are – but it’s a short list, and the principles aren’t too hard to swallow.<br /><br /><strong>1. People Are Busy.</strong> This is what motivates all the fear of writing long, and with good reason. Your Web reader is not settled in an armchair or lingering over breakfast, but a mouse click away from looking at one of thousands of other sites clamoring for his or her attention. (It will be interesting to see if the iPad changes this – we’ll talk in a year or so.) Grab the reader by the throat, and don’t let go. <br /><br />But this was good advice in the days of cuneiform. The dirty secret of long-form journalism is that most of it doesn’t work in any medium. The difference is online you can watch page views erode as the page numbers rise, while in print you probably have no idea anything’s wrong. That has less to do with the Web than it does with the ability to measure readership. Long form will always be risky. Make sure it serves the subject and you can deliver on it. <br /><br /><strong>2. Show Your Work.</strong> Online you have two jobs – to entertain the reader, and to be a guide pointing the reader to other good stuff they ought to read. If you’re writing a column in response to someone else’s argument, you owe it to the reader (and your adversary) to link to that argument. If you’re writing about a player’s rant that was caught on video, embed the video or link to it. If you’ve found a great sabermetrics primer, point the way.<br /><br />Linking to something is not a sign of approval, though the reader should never feel blindsided or misled by what they find when they follow a link. If there’s profanity or something worse on the other side of that link, warn the reader but trust them to make an adult decision. And you should absolutely link to your rivals’ good stuff if it’s helping drive the news or debate – you’ll build trust for yourself and your organization by acknowledging their work.<br /><br /><strong>3. Think Topics.</strong> I wouldn’t call this one an iron-clad rule, but it’s still a very good idea: Think about how an article will be passed around through social media and discovered days or months later through search. Ask yourself if it would work better for all concerned as a package of pieces than as a single article that covers a lot of ground.<br /><br />Those individual items will look more impressive as a package of links on a front page or section page. They’ll serve readers better by letting them zero in on specifics now or much later. And they’ll serve you better as a writer by letting you stretch out – what might feel like a digression within a single article could work well as a sidebar that’s its own link. For examples, think of a sport’s season preview, or an appreciation of Ted Williams that pauses to marvel at his gifts as a pilot and fisherman.<br /><br />That’s it. Three things — two iron-clad rules and one format to strongly consider. And a reminder to always think of the audience.<br /><br />(<a href="http://www.danshanoff.com/" title="Thanks to dan shanoff">Thanks to Dan Shanoff</a> for reactions, counterarguments and wise counsel.)<br /><br /><strong><em>Jason Fry </em></strong><em>is a freelance writer in Brooklyn, N.Y. He spent more than 12 years at The Wall Street Journal Online, serving as a writer, columnist, editor and projects guy. While at <a href="http://www.wsj.com/" title="WSJ.com">WSJ.com</a> he edited and co-wrote The Daily Fix, a daily roundup of the best sportswriting online. He blogs about the Mets at Faith and Fear in Flushing (<a href="http://www.faithandfearinflushing.com/" title="www.faithandfearinflushing.com">www.faithandfearinflushing.com</a>), and about the newspaper industry at Reinventing the Newsroom (<a href="http://www.reinventingthenewsroom.com/" title="www.reinventingthenewsroom.com">www.reinventingthenewsroom.com</a>). Write to him at <a href="mailto:jason.fry@gmail.com">jason.fry@gmail.com</a>, visit him on Facebook at <a href="http://www.facebook.com/jason.fry" title="www.facebook.com/jason.fry">www.facebook.com/jason.fry</a>, or follow him on Twitter at <a href="http://www.twitter.com/jasoncfry" title="www.twitter.com/jasoncfry">www.twitter.com/jasoncfry</a>.</em> <br /></div> <div class="entry">Original aqui - <a href="http://migre.me/iGj4">http://migre.me/iGj4</a> (falemos também sobre encurtadores de URLs - Uniform Resource Locator - Localizador padrao de recursos)</div>Wed, 03 Feb 2010 17:40:19 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/44252477/Escrever-na-Web-diferente-e-ao-mesmourn:www-soup-io:1:44252477regular Tag HTML do Image Source (img src) {"tags":[],"type":"regular","title":"Tag HTML do Image Source (img src)","source":null,"body":"\u003Cp\u003EUma tag importante de HTML - Image Source\u003C/p\u003E\n\u003Cp\u003E\u0026lt;img src=\u003Ca href=\"http://endere\u00e7o\"\u003Ehttp://endere\u00e7o\u003C/a\u003E alt=\"Descri\u00e7ao\" width=\"125\" height=\"125\"\u0026gt; \u003C/p\u003E"} <p>Uma tag importante de HTML - Image Source</p> <p>&lt;img src=<a href="http://endereço">http://endereço</a> alt="Descriçao" width="125" height="125"&gt; </p>Wed, 03 Feb 2010 17:30:40 GMThttp://senacjordigi2010.soup.io/post/44251483/Tag-HTML-do-Image-Source-img-srcurn:www-soup-io:1:44251483regular